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iPhone de baixo custo pode ter produção iniciada em fevereiro

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Novo smartphone pode ser o sucessor do iPhone SE


A Apple pode estar prestes a iniciar a produção de um novo modelo de iPhone de baixo custo , até o momento conhecido como ” iPhone 9 “. A informação vem da agência de notícias Bloomberg, citando fontes com conhecimento do assunto.

De acordo com estas fontes, a produção será iniciada em fevereiro e dividida entre três empresas: Hon Hai Precision Industry (Foxconn), Pegatron Corp. e Wistron Corp. O aparelho seria baseado no iPhone 8 , com tela LCD de 4,7 polegadas e botão Home com TouchID , mas equipado com o mesmo processador do iPhone 11 . O lançamento pode acontecer já em março deste ano.

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O uso de um chassi e componentes mais antigos permitirá à Apple reduzir o preço do aparelho. O último iPhone de baixo custo, o iPhone SE , reutilizava o design e componentes do iPhone 5S, mas com o processador do iPhone 6S. Com isso, era vendido por US$ 399. Atualmente o iPhone mais barato no mercado é o iPhone 8, lançado em 2017, que sai por US$ 499.

De acordo com o analista de mercado Guo Minghao, a Apple irá lançar seis modelos de iPhone neste ano . A linha seria composta pelo modelo de entrada (” iPhone 9 “), dois modelos com duas câmeras traseiras, com telas de 5,4 e 6,1 polegadas, e dois modelos com três câmeras traseiras, com telas de 6,1 e 6,7 polegadas. Todos, com exceção do modelo de entrada, com telas OLED.

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Ensino à distância: plataformas e instituições ajudam professores

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Agência Brasil

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Divulgação/Allisson Roberto

Plataformas online ajudam no ensino


Com a pandemia do novo coronavírus e a impossibilidade de reunir diversos alunos em salas de aula, algumas instituições de ensino optaram por manter suas atividades de forma remota.

Mas, como nem todas elas estavam preparadas para a chamada  educação à distância , diversas plataformas digitais vêm disponibilizando ferramentas e firmando parcerias para o emprego deste tipo de recurso.

O Facebook e a ONG Nova Escola atuarão em conjunto em um curso voltado a professores visando capacitá-los no uso de ferramentas que podem ser adotadas para possibilitar aulas e atividades de aprendizagem. Além de redes sociais da empresa, como o próprio Facebook e o WhatsApp , serão repassadas explicações sobre outras aplicações, como Youtube , Google Meeting e Zoom .

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“Teremos lives [vídeos ao vivo pelo Facebook] semanais explicando as ferramentas e entrevistas com professores que tiveram experiências com ferramentas. Além disso, queremos criar rede de apoio entre os professores”, explica a gerente de políticas públicas do Facebook, Andrea Leal.

A gerente pedagógica da Nova Escola, Ana Lígia, explicou que nestes cursos haverá a participação de mediadores. “A gente vai ter experiências de pessoas que já utilizam tecnologia. Premissa de que nossos cursos sejam voltados para a prática, soluções de professores para professores”, disse.

As aulas serão transmitidas às quintas-feiras no Facebook  pelo  perfil da ONG Nova Escola . Os vídeos ficarão gravados e poderão ser acessados a qualquer momento por professores. Também serão disponibilizados planos de aula com sugestões para o uso de recursos tecnológicos .

A Microsoft também disponibilizou programas gratuitamente que podem ser utilizados em atividades educacionais. Um deles é a de gestão de equipes, chamada ” Teams “. Desde 10 de março, algumas funcionalidades antes reservadas aos planos pagos foram colocadas para uso sem pagamento. É o caso da realização e gravação de videoconferências , além do fim do limite de participantes nessas reuniões virtuais.

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Além das ferramentas, a empresa oferece cursos na área de tecnologia sobre assuntos diversos, como inteligência artificial , Internet das Coisas e outras temáticas envolvendo as áreas de atuação da empresa.

Iniciativas do Google

O Google também disponibilizou recursos tecnológicos voltados a facilitar aulas e outras iniciativas educacionais. Uma lista de aplicativos úteis foi criada como sugestão de soluções técnicas de apoio a professores e gestores.

Um  site específico foi criado para reunir programas e conteúdos úteis às pessoas que estão em casa. Entre as informações estão dicas direcionadas a professores e alunos, incluindo seminários transmitidos pela internet , os chamados  webinars .

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A suíte de aplicações corporativas da empresa, chamada G Suite , tem uma versão voltada à educação. O grupo também já possuía uma plataforma específica para aulas, o Google Classroom , onde professores podem organizar aulas online .

“Com o avanço da pandemia de covid-19, muitos estudantes, professores, famílias, empreendedores e profissionais passaram a ficar em casa. Neste momento de isolamento, é importante que todos sejam capazes de manter uma rotina conectada, produtiva e saudável”, diz Valdir Leme, chefe de marketing do Google no Brasil.

Facilidades e desafios

O professor universitário do curso de publicidade da instituição de ensino superior IESB Carlos Leonardo é um entusiasta dos métodos de educação a distância . Ele trabalha com esse formato há pelo menos oito anos na faculdade. O docente acredita que nesse ambiente alunos são convidados a participar mais .

Mas nesse cenário em que todos precisam participar das aulas a distância, ele demonstra preocupação com o acesso pelos alunos devido à grande demanda de tráfego para cursar as aulas. “Com meus alunos, o que mais está dificultando é pacote de dados deles. Essa é a sensibilidade deles”, relata.

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Snapchat e OMS criam filtros para incentivar o isolamento social

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Filtro da OMS no Snapchat estimula o distanciamento entre pessoas


A Snap Inc. e a Organização Mundial de Saúde ( OMS ) estão trabalhando em conjunto no desenvolvimento de ferramentas e recursos para que os usuários do Snapchat possam se manter em segurança durante a pandemia de Covid-19 .

Dois dos frutos desta parceria são novas lentes em realidade aumentada (AR) para o Snapchat . Um delas, chamada “My Social Distance”, sobrepõe à imagem da câmera um círculo para indicar a distância recomendada entre o usuário e outras pessoas para evitar contaminação.

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A outra lente tem lembretes animados sobre a importância de lavar as mãos, ficar em casa e não tocar no rosto. Ambas têm links que levam ao site da OMS , onde o usuário irá encontrar informações adicionais.

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