Política Nacional

Janaína Paschoal provoca Zambelli e chama clã Bolsonaro de “família de malucos”

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As deputadas Janaína Paschoal e Carla Zambelli, ambas do PSL, discutiram hoje no Twitter por conta das medidas defendidas pelo presidente Jair Bolsonaro para enfrentar o coronavírus. Em um post contundente, Janaína criticou políticos do PSL que apoiam o isolamento apenas das pessoas mais vulneráveis e não da população em geral: “Quero ver Eduardo [Bolsonaro], Flávio [Bolsonaro], Carlos [Bolsonaro], Gil Diniz, Douglas Garcia, Carla Zambelli e cia, distribuindo cestas básicas nas comunidades! Eles não estão no grupo de risco, defendem isolamento vertical! Bora provar que é só uma gripezinha! Ficar no computador chamando carreata é fácil!”, postou. Dos políticos citados por Janaína apenas Flávio Bolsonaro se desfiliou do PSL.

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Janaina Paschoal arrow-options
Reprodução/TV Cultura

Janaina Paschoal participou do Roda Viva, da TV Cultura



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Ela ainda fez outro post falando para os parlamentares saírem da frente do computador e ajudar nom atendimento nos hospitais: “Gente, vocês que acham que estamos enfrentando uma gripezinha, saiam da frente do computador, parem de seguir e xingar quem pensa diferente. Vão trabalhar como voluntários nos hospitais, auxiliando na triagem dos doentes!

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A deputada Carla Zambelli reagiu às provocações dizendo que não incentivou carreatas e que apoia o governo por acreditar “nas pessoas que o conduzem” e ainda falou que está trabalhando em uma PEC que reduza temporariamente salários de servidores para usar na crise.

Em resposta ao post de Carla, Janaína fez referência ao clã Bolsonaro como uma família de malucos.  “Carla, sabe o tanto que gosto de você. Mas não votei em uma Deputada para dizer amém a uma família de malucos. Votei em alguém para me representar. Eu apoio os Ministros, cujo trabalho vem sendo prejudicado pelo chefe”, escreveu. 






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Política Nacional

Bolsonaro liga para Trump e agradece envio de mil respiradores

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O presidente Jair Bolsonaro publicou em sua conta no Twitter hoje (1º) à noite que conversou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na tarde desta segunda-feira e agradeceu o envio de 1 mil respiradores à América do Sul, sendo que 50 serão cedidos ao Paraguai e os demais ficarão no Brasil.

A informação do envio dos respiradores foi divulgada no domingo (31) pelo Itamaraty.

Bolsonaro disse que os dois presidentes também conversaram sobre o “G-7 [grupo que  reúne os países mais industrializados do mundo, composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido] expandido, o qual o Brasil deverá integrar, bem como questões do aço brasileiro.”

Nesta segunda-feira, o Ministério das Relações Exteriores informou que o governo dos Estados Unidos entregou ao Brasil 2 milhões de doses de hidroxicloroquina, “como demonstração da solidariedade” entre os dois países na luta contra o coronavírus.

Edição: Fábio Massalli

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Política Nacional

TCE/RJ rejeita, por unanimidade, contas de 2019 do governo Witzel

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Segundo o relatório, durante 2019, o governo do estado não cumpriu o investimento mínimo nas áreas de saúde e educação


O Tribunal de Contas do Estado (TCE) rejeitou, por unanimidade , as contas do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, referentes a 2019. O relatório, apreciado nesta segunda-feira (1º), seguirá para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), para ser votado pelos deputados.

O conselheiro Rodrigo Nascimento, relator do processo, foi seguido pelos demais conselheiros: Christiano Lacerda, Marcelo Verdini e Andréia Siqueira Martin. A presidente do TCE, Mariana Montebello, que só vota em caso de empate, proclamou o resultado .

“O Tribunal de Contas do Estado, por unanimidade, delibera pela emissão de parecer prévio contrário à aprovação das contas do chefe do Poder Executivo do estado, excelentíssimo governador Wilson Witzel, referentes ao exercício de 2019. Foram apontadas sete irregularidades para embasamento do parecer prévio contrário. Foram apontadas 39 impropriedades. Foram exaradas 65 determinações e foi dirigida uma recomendação”, resumiu Montebello.

Relatório

Segundo o relatório, durante 2019, o governo do estado não cumpriu o investimento mínimo nas áreas de saúde e educação . O governo aplicou 11,46% das receitas de transferência de impostos em ações e serviços públicos de saúde, valor menor do que os 12% exigidos pela Lei Complementar nº 141/12 e pelo artigo 198 da Constituição Federal.

Na educação, o governo aplicou 24,43% em gastos com manutenção e desenvolvimento do ensino, descumprindo o limite mínimo de 25% determinado no artigo 212 da Constituição Federal. O governo também não cumpriu o disposto na Lei Federal 12.858/13, que regulamenta a destinação para as áreas de educação e saúde de parcela da participação no resultado ou da compensação financeira pela exploração de petróleo e gás natural.

O relatório ainda ressalta a destinação de apenas 1,41% dos recursos do Fundo Estadual de Combate à Pobreza ao Fundo Estadual de Habitação de Interesse Social. Este montante foi inferior ao percentual mínimo de 5%, fixado na Lei Estadual nº 4.056/02.

Além dessas, outras três irregularidades foram apontadas: a não inclusão na base do Fundeb das receitas resultantes do adicional do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o repasse à Fundação de Amparo à Pesquisa (Faperj) de apenas 1,05% da receita tributária do exercício, descumprindo o mínimo de 2%, e a utilização dos recursos do Fundo Estadual de Investimento e Ações de Segurança Pública e Desenvolvimento Social para pagamentos de despesas com pessoal.

Governo do Rio de Janeiro 

O TCE enviará à Alerj o relatório, que será analisado pela Comissão de Orçamento. A comissão discutirá o relatório e dará parecer sobre as contas, que depois serão votadas em plenário como um decreto legislativo. O governo do estado, procurado pela Agência Brasil para se pronunciar sobre o resultado, se manifestou em nota.

“Apesar da reprovação das contas, o Governo do Estado do Rio de Janeiro conseguiu derrubar quatro das 11 irregularidades apontadas pelo TCE, durante a sessão especial que julgou as contas de 2019. A derrubada é uma vitória para o governo, e deixa claro o aperfeiçoamento das contas, a partir de uma defesa técnica e bem estruturada. O problema das contas do estado é estrutural, e vem de alguns anos. No ano passado, por exemplo, foram apontadas 14 irregularidades, e nenhuma pôde ser derrubada.”

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