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Jovem de 17 anos cria monitor para Covid-19 e recusa oferta de R$ 46 milhões

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Recentemente Avi Shiffmann , um estudante de 17 anos, surpreendeu muitas pessoas ao rejeitar uma proposta de US$ 8 milhões (cerca de R$ 46 milhões) para vender o site ncov2019.live. A plataforma atualiza em tempo real o avanço do novo coronavírus (Sars-coV-2) no mundo e já contabiliza mais de 700 milhões de visitas.

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Avi Shiffmann
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Avi Shiffmann

Em abril deste ano, uma empresa o abordou para pagar por seu trabalho de programação e pelo controle editorial do site, incluindo a veiculação de espaços publicitários, que nunca foram uma opção para o rapaz. Após rejeitar, ele virou alvo de uma série de haters nas redes. Em resposta, ele alegou que “dinheiro não é tudo e que “estaria ajudando pessoas” desse jeito. 

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“Eu me vi em cerca de 10 páginas de memes hoje e preciso esclarecer essa história dos oito milhões para que vocês parem de me chamar de idiota”, declarou o prodígio na última segunda-feira (18), nas redes sociais .

“Essa era apenas parte do contrato para ter a propriedade do site, eu seria obrigado a continuar trabalhando nele por quanto tempo eles desejassem, não teria controle sobre propagandas e pop-ups, que poderiam ser até mesmo para imitações de máscaras n95. Isso me impediria de ter a mídia e as conexões e oportunidades que já venho tendo. Há mais na vida que dinheiro e haverá mais oportunidades de ganhá-lo, por enquanto estou promovendo um serviço para milhões de pessoas”, finalizou.

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Apesar de ter recusado o dinheiro e o controle de seu site sobre o novo coronavírus , o jovem tem colhido alguns frutos de sua escolha. Recentemente ele teve seu nome publicado em diferentes veículos de imprensa e está sendo convidado para dar entrevistas para programas de TV com regularidade.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Depois de Bolsonaro, presidente da Bolívia está com Covid-19 e é assintomática

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a presidente interina da bolívia, jeanine añez
Zaconeta Caballero Reinaldo

Añez confirmou seu diagnóstico positivo para Covid-19 em vídeo postado no Twitter


Após o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (sem partido), testar positivo para Covid-19 , a presidente interina da Bolívia, Jeanine Añez, afirma também ter contraído a doença. Seu médico pessoal afirma que ela é assintomática.


Isso faz de Añez a  quinta líder mundial a ser contaminada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) e a segunda na América Latina, atrás apenas de Bolsonaro. O país tem 44.113 casos e 1.638 óbitos.

A presidente postou um vídeo no Twitter na última quinta-feira (9) em que comunica o diagnóstico. “Estou positiva para a Covid-19, estou bem, trabalharei em isolamento. Junto, seguiremos em frente”, escreveu.


Segundo um relatório médico, a presidente, de 53 anos, está “de bom humor e enérgica”, além de não apresentar sintomas da Covid-19

Seu médico, Andrei Miranda, afirma que Añez pode continuar desempenhando suas funções, desde que continue tomando os cuidados preventivos protocolares e permaneça isolada. Ela deve realizar um novo teste em 14 dias.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Peru suspende venda de substância que prometia curar a Covid-19

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dióxido de cloro
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Remédio já foi oferecido como cura do autismo


O Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Indecopi) entrou nesta sexta-feira (10) com ordens para o laboratório Mediline e a empresa Mercado Libre, no Peru, para que dióxido de cloro pare de ser vendido. Em seu site, a Mercado Libre é vendida como remédio para curar a Covid-19 .


O órgão recebeu denúncias de uma pessoa que teve problemas devido ao consumo da substância, após ler na internet que seria possível se curar da doença transmitida pelo novo coronavírus.

“O produto viria a ser oferecido como uma solução potencialmente segura e eficaz para superar a Covid-19, apesar de prejudicar a saúde dos seres humanos, já que não teria apoio científico ou autorização sanitária”, afirmou a Indecopi.

O composto químico para consumo humano e não é usado como medicamento. O dióxido de cloro é usado como alvejante e desinfetante.

O mesmo alerta foi emitido por um comitê científico na Bolívia. O órgão informou que o consumo do dióxido de cloro pode ser nocivo à saúde. O composto é capaz de causar anemia, diarreia, vômito, pressão baixa, insuficiência respiratória e distúrbios sanguíneos.

Fonte: IG Mundo

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