Momento Saúde

Lockdown não será aplicado em São Paulo neste momento, diz Doria

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O governador de São Paulo, João Doria, afirmou hoje (26), durante visita à escola Raul Brasil, em Suzano, que o estado não terá lockdown (bloqueio total) neste momento.

A medida prevê isolamento social mais rígido e pode incluir a aplicação de penas para quem desrespeitá-la. “O que posso antecipar é que nós não teremos o protocolo de lockdown sendo aplicado neste momento, seja na capital de São Paulo, ou em qualquer outra cidade do estado”, disse o governador. “O protocolo do lockdown existe, está pronto, mas ele não será aplicado neste momento”, acrescentou.

O lockdown estava sendo estudado pelo governo paulista como medida para melhorar os índices de isolamento social no estado, que têm ficado abaixo da média mínima de 55% estabelecida pelo governo.

Uma taxa alta de isolamento social ajuda a diminuir a propagação do novo coronavírus, causador da covid-19, e evita o colapso no sistema de saúde. Para aumentar esse índice, o governo aplicou até mesmo a antecipação de feriados, como o de 9 de julho, que foi ontem (25).

O período de quarentena em São Paulo, que teve início no dia 24 de março, foi estendido até o próximo domingo (31).

Após esse período, informou Doria, o estado pode estabelecer uma quarentena inteligente, variando por região do estado. O governador disse, porém, que os detalhes só serão esclarecidos em entrevista coletiva nesta quarta-feira (27), a partir do meio-dia, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

Uso de máscara causa orelhas de abano? Especialista responde

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Máscaras
Divulgação

Segundo cirurgiã plástica, máscaras podem tracionar as orelhas, mas isso não alteram a anatomia

O uso de máscaras é tradicional na Ásia. É normal que, mesmo sem uma pandemia em curso, as pessoas utilizem o aparato se estiverem com sintomas de resfriado. Este é um dos motivos pelos quais o continente foi tão bem-sucedido na contenção do novo coronavírus (Sars-CoV-2). 

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Com a pandemia, o Brasil precisou adotar o uso. Quem for abordado sem o aparato na rua poderá pagar multa de R$ 500 em São Paulo. Mas com o uso obrigatório e a popularização de modelos presos à orelha, surge um questionamento: afinal, elas causam ou podem potencializar as  orelhas de abano ?

A reportagem do iG Saúde conversou com a cirurgiã plástica da Clínica Leger, Luciene Oliveira, que tranquiliza quem passa por este dilema. “Recentemente, com o uso constante de máscaras, muitos pacientes estão percebendo que suas orelhas estão mais aparentes. É importante esclarecer que o uso de máscara pode tracionar as orelhas, mas isso não altera a anatomia”, garante a especialista. “O efeito das orelhas de abano melhora quando a máscara é retirada”.

Segundo Oliveira, o tempo de uso das máscaras não surte impacto em uma possível deformação das orelhas, mesmo para as pessoas que trabalham fora de casa e precisam passar o dia inteiro com elas. “Quando retirar a máscara, as orelhas voltam ao normal”, afirma. 

Qual tipo de máscara escolher?

Como as máscaras serão necessárias até o fim da pandemia, e este ainda não apareceu em nosso horizonte, a escolha do tipo da proteção fica a critério do usuário. “Particularmente, prefiro usar máscaras que tenham o elástico na região posterior da cabeça. São mais confortáveis e não geram incômodo atrás da orelha”, diz a médica.

Especialistas alertam que o uso de máscaras e a constante higienização das mãos, principalmente em locais públicos, podem conter o alastramento do novo coronavírus. É importante que o aparato tenha ao menos duas camadas de tecido com trama fechada. cobrindo nariz e boca. Confira todos os conteúdos do iG Saúde sobre medidas de segurança durante a pandemia nos links acima. 

Fonte: IG SAÚDE

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Brasil tem 1.577.004 casos de covid-19 diagnosticados

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Segundo o boletim divulgado no final da tarde de hoje (04) pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou até o momento 1.577.004 casos de covid-19. Destes, 64.265 casos resultaram em óbito. O número de pessoas recuperadas é de 876.359.

O boletim diário do Ministério da Saúde revela os números deste sábado (04). O boletim diário do Ministério da Saúde revela os números deste sábado (04).

Entre os estados, São Paulo continua com o maior número de casos até agora, 312.530; seguido à distância pelo Ceará (120.952) e Rio de Janeiro (120.440). Em número de mortes, no entanto, o Rio de Janeiro, com 10.624, ultrapassa o Ceará, que teve 6.411 óbitos até o momento. Também nesse quesito, São Paulo registra o maior número, com 15.996 mortes.

Entre os estados com menos registros, o Mato Grosso do Sul é a área de menor incidência, com 9.910 casos e 114 mortes. Tocantins, com 12.282 casos e 215 mortes, vem em seguida.

Apesar dos números nacionais, algumas cidades estudam a volta gradual da rotina. Na cidade de São Paulo, o prefeito Bruno Covas assinou os protocolos para reabertura dos setores de bares, restaurantes, estética e beleza na cidade.

No Rio de Janeiro, a reabertura de bares levou muita gente para a rua durante o primeiro dia de liberação. Ontem (03), após medidas punitivas, os estabelecimentos da cidade tomaram atitudes para diminuir as aglomerações. Já no Distrito Federal, o governador Ibaneis Rocha assinou decreto com o calendário de abertura de bares e escolas. O DF registra, até o momento, 55.760 casos diagnosticados e 671 mortes.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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