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Lucas do Rio Verde lidera número de vagas de emprego no Sine

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LO Sistema Nacional de Emprego (SINE) está ofertando 1.183 vagas nesta semana em 27 municípios do Estado de Mato Grosso. Distribuídas 82 vagas em Cuiabá e Várzea Grande, em Rondonópolis 115 vagas de emprego e Nova Mutum 104 oportunidades. Enquanto que em Lucas do Rio Verde a Agência de Emprego disponibiliza 235 vagas para serem preenchidas, sendo algumas delas as seguintes:

N° DE VAGASCARGO
85Auxiliar de Linha de Produção
35Operador de Processo de Produção
06Padeiro
05Vendedor Interno
01Servente de Pedreiro
01Carpinteiro

 

A Coordenadora de Apoio ao Trabalhador e de Gestão do Sistema Público de Emprego, Simone Koeller, salienta que as vagas disponíveis no Sine são ofertadas diariamente. “A qualquer momento elas podem ser preenchidas. O trabalhador deve se atentar se aquela vaga disponível é de acordo com o seu perfil e se preenche todos os pré-requisitos que a vaga exige”, explica.

O cidadão que desejar pleitear as vagas ofertas pelo Sistema Nacional de Emprego (SINE) em Mato Grosso deve ir até o órgão mais próximo de seu domicilio periodicamente para atualizar seus dados, sendo maior a possibilidade de conquistar uma colocação ou até recolocação no mercado de trabalho. É necessário portar o Carteira de Trabalho, CNH, Comprovante de Residência e RG.

 

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Juiz Federal atendeu ação popular e bloqueou R$ 3 bilhões do fundo partidário que serão destinados para medidas de combate a pandemia que atinge o país

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Uma decisão do juiz federal Itagiba Catta Preta Neto(a esq. na foto), da 4ª Vara Federal do Distrito Federal, determina que os repasses da União para o fundo eleitoral e ao fundo partidário sejam bloqueados e os recursos usados para combater a epidemia de coronavírus.

Em sua decisão, o magistrado afirma que manter os recursos à disposição de partidos políticos no cenário de pandemia fere a moralidade pública. “Nesse contexto, a manutenção de fundos partidários e eleitorais incólumes, à disposição de partidos políticos, ainda que no interesse da cidadania, se afigura contrária à moralidade pública, aos princípios da dignidade da pessoa humana, dos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e, ainda, ao propósito de construção de uma sociedade solidária”, escreveu.
O fundo eleitoral foi aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro e mantém em seu caixa recursos no valor de R$ 2 bilhões para serem usados nas eleições municipais. Já o fundo partidário, verba usada para custear partidos políticos, tem uma reserva de R$ 1 bilhão. Catta Preta atendeu uma ação popular que pedia a destinação dos recursos para uso nas medidas que tentam impedir o avanço do vírus no Brasil. Cabe recurso.
O magistrado proibiu o Superior Tribunal Eleitoral (TSE) de ter acesso aos recursos. “Determino, em decorrência, o bloqueio dos fundos eleitoral e partidário, cujos valores não poderão ser depositados pelo Tesouro Nacional, à disposição do Tribunal Superior Eleitoral. Os valores podem, contudo, a critério do chefe do Poder Executivo, ser usados em favor de campanhas para o combate à pandemia de coronavírus (Covid-19) ou a amenizar suas consequências econômicas”, completa a decisão.
O juiz é o mesmo que em 2016 impediu a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro do governo Dilma Rousseff. Na ocasião, suspeitava-se que Lula tomaria posse para evitar uma eventual prisão.
Otavio Ventureli(com Ascom)
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Sindicato dos Servidores da Saúde de MT denuncia grave falha técnica no Hospital Adauto Botelho, o que teria contaminado 17 pessoas

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O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde de MT, Oscarlino Alves de Arruda Júnior(foto), apontou que houve uma grave falha técnica por parte da diretoria do Hospital Adauto Botelho no que diz respeito à contaminação de 17 pessoas em uma das unidades de saúde da Institutição.

Entre servidores e pacientes, o contágio teria ocorrido de forma comunitária e não teria havido nenhum tipo de ação mitigatória por parte da direção.

O sindicalista apontou que a direção sabia da possibilidade de espalhamento da doença há pelo menos duas semanas, assim como também manteve os profissionais atuando em regime de plantão sem qualquer tipo de alteração na dinâmica da unidade.

“Qual era o procedimento que a chefia imediata deveria ter adotado inclusive mediante o decreto 407, que o governo publicou no dia 16? Era para afastar todos que estavam de plantão, fazer o teste e mandar para a quarentena em casa por 14 dias”, disse Oscarlino.

Ele explicou que o primeiro caso na unidade data do dia 20 de março, quando um enfermeiro apresentou todos os sintomas de coronavírus e mesmo assim não teve suas atividades suspensas, tendo retornado ao plantão dois dias depois.

Com o agravamento do quadro clínico, o servidor foi internado no dia 25 e encaminhado diretamente para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), onde segue hospitalizado.

“O estrago já estava feita, uma contaminação comunitária do jeito como aconteceu, entre servidores e pacientes. E não dá do jeito como aconteceu para fechar um processo investigatório e afirmar que foi através de um trabalhador a contaminação”, acrescentou o sindicalista.

Segundo Oscalirno, há um agravante neste primeiro caso que é o fato de o enfermeiro fazer parte do grupo de risco e, mesmo assim, não ter sido afastando de forma imediata, independentemente de apresentar sintomas ou não.

Conforme nota da secretaria de Estado de Saúde (SES), dos 17 infectados – grupo no qual 13 são servidores e quatro pacientes – a maioria apresenta sintomas leves ou são assintomáticos.

Além disso, o governo assegura que um processo de desinfecção da unidade já foi realizado e que as famílias dos infectados são monitoradas.

“A SES procedeu com a desinfecção das instalações da unidade. Além disso, a equipe técnica faz o acompanhamento e o rastreamento individual dos casos, de forma a monitorar também as famílias e os contatos dos envolvidos”, frisou a SES.

Apesar do apontamento da pasta, o sindicalista destacou que o esposo de uma das servidoras infectadas disse sequer ter sido testado. O homem estaria em casa sem ao menos receber atualizações sobre o quadro clínico da companheira.

Para Oscarlino, o caso requer muita atenção do poder público. O sindicato aguarda o resultado de novos exames para verificação de testes de outros servidores da saúde.

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