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Mapa participa de operação conjunta para coibir entrada de doenças e pragas durante temporada de cruzeiros

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em conjunto com demais órgãos deu início às operações de fiscalização de gerenciamento de resíduos em navios de cruzeiros. Na última quarta-feira (20), foi fiscalizado um navio no Porto de Santos.

A ação conjunta foi executada pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Mapa, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Receita Federal do Brasil, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

O objetivo era verificar as etapas de separação, acondicionamento, destinação dos resíduos de bordo, restos e sobras de alimento procedentes do exterior, registro e controle da atividade.

“O resultado foi muito positivo, sendo constatado que o armador está atento à exigência de tratamento diferenciado para os resíduos alimentares provenientes do exterior – incineração ou autoclavagem -, assim como a empresa contratada para coleta dos resíduos que atendeu aos critérios necessários à operação”, afirmou o Chefe do Serviço de Vigilância Agropecuária Internacional no Porto de Santos, André Okubo.

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As ações de fiscalização e controle junto às embarcações buscam prevenir a entrada de doenças no país e garantir a adequada destinação dos resíduos gerados por navios. A temporada de navios de cruzeiro tem início em novembro e vai até abril. Essas embarcações chegam a transportar até 5 mil passageiros, que geram uma quantidade significativa de resíduos. Os navios são em parte abastecidos com provimento de bordo estrangeiro que podem ter pragas e doenças. Por esta razão, a adequada destinação dos resíduos sólidos orgânicos dos navios são elementos fundamentais para a Defesa Agropecuária do Brasil. 

“Na década de 70, por via de resíduo de bordo de aeronaves que foram destinadas a alimentação de suínos, tivemos a introdução da Peste Suína Clássica (PSC) no país. Atualmente, existe uma grande preocupação sanitária em nível mundial devido a Peste Suína Africana (PSA), que já atinge África, Ásia e Leste Europeu, e tem acarretado grande impacto na produção de suínos e o sacrifício de um grande número de animais. Todas as ações para evitar a entrada desta doença no Brasil são necessárias, pois a mesma traria enormes prejuízos à suinocultura brasileira”, destacou André Okubo.

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Aviso de Pauta: Ministério divulga dados sobre PNCRC Vegetal

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento divulga na próxima segunda-feira (16) os resultados do Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes em Produtos de Origem Vegetal (PNCRC/Vegetal) realizado entre 2015 e 2018. O PNCRC monitora tanto resíduos de agrotóxicos como de contaminantes químicos e biológicos em produtos de origem vegetal. 

Quem dará a entrevista será o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, Glauco Bertoldo e o coordenador-geral de Qualidade Vegetal, Hugo Caruso. 

Serviço: Entrevista Coletiva sobre os resultados do Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes em Produtos de Origem Vegetal (PNCRC/Vegetal) 

Quando: Dia 16 de dezembro (segunda-feira), às 14h30 

Local: Auditório Olacyr de Moraes do Ministério da Agricultura – Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Térreo

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Ministra destaca que prioridade da agropecuária é abastecer mercado interno

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou nesta sexta-feira (13) que a prioridade do setor agropecuário é abastecer o mercado brasileiro e depois atender a demanda externa. “Nosso mercado é sempre muito importante, a segurança que a gente tem que dar para nossa sociedade, para os brasileiros”, disse.

A abertura de mercado externo, segundo a ministra, além de permitir o equilíbrio dos preços, também contribui para a melhoria da qualidade da produção nacional. “Então, é sempre muito boa essa possibilidade. A medida que você abre novos mercados, você também sobe a régua da qualidade. Por isso que é importante a gente ver aqui a qualidade”, argumentou a ministra, citando a possibilidade de exportação de lácteos para a China. “Temos um mercado interno grande, um mercado interno robusto”, afirmou.

Na tarde desta sexta-feira, a ministra participou da inauguração do Complexo Avícola da Dália Alimentos, na comunidade de Palmas, em Arroio do Meio (RS). O frigorífico tem capacidade inicial de abate para 55 mil aves/dia, fábrica de farinhas de origem animal e fábrica de rações. O investimento foi de R$ 96 milhões e o início do abate está agendado para o dia 27 de janeiro de 2020.

Participaram da cerimônia o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke; o presidente do Conselho de Administração da Dália Alimentos, Gilberto Antônio Piccinini; e o presidente Executivo da cooperativa, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas; além de parlamentares.

Leite

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Antes da inauguração, a ministra visitou uma unidade de produção de leite da Dália Alimentos, com ordenha robotizada. A cooperativa tem quatro condomínios com tecnologia de ponta, nos municípios de Nova Bréscia, Arroio do Meio, Candelária e Roca Sales. Cada empreendimento conta com três robôs para a ordenha das vacas. A cooperativa investiu cerca de R$ 6 milhões em cada granja, com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Para a ministra, o modelo adotado pela Dália Alimentos pode ser o caminho para a melhoria do setor leiteiro do país. “Estamos vendo este modelo diferente. É um modelo inédito. Eu vejo que pode ser uma das soluções para o problema do leite. Essa cadeia vai ter que trabalhar, e nós estamos trabalhando muito nessa cadeia desde o nosso primeiro dia no Ministério”, afirmou.  “Estou muito esperançosa, achando isso aqui muito diferente, primeiro mundo. Enfim, temos que ver como viabilizar outros sistemas de condomínio, como esses que a cooperativa está fazendo”, completou.

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A ministra entende que é necessário profissionalizar o setor leiteiro e aprimorar os métodos de produção para elevar a produtividade e baixar o custo de produção. “A grande maioria dos pequenos produtores produz leite. Agora, o leite tem um problema de custo, que no Brasil ainda é alto. Estamos vendo aqui outros modelos de produção, que a gente pode fazer para levar os pequenos produtores a um modelo que seja mais produtivo, que lhes dê renda, porque senão a gente vai continuar tendo problemas”, disse.

O projeto da Dália Alimentos reúne pequenos produtores num modelo associativo de produção leiteira. Cada condomínio tem capacidade para alojar 262 animais, sendo 210 vacas em lactação, com ordenha robotizada por meio de um sistema tecnológico sueco. A produção é de 6,5 mil litros/dia, totalizando 2.372.500 litros/ano. O leite é produzido em um local único, com otimização de recursos, equipamentos, mão de obra e tempo investido. Os animais recebem assistência técnica intensiva e alimento balanceado e regular, o que impacta na produtividade e na eficiência.

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