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Máscaras artesanais dão falsa sensação de proteção. Médico orienta que máscaras a serem usadas devem ser cirúrgicas utilizadas em hospitais

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Desde que passaram a circular informações sobre a contaminação pelo coronavírus Covid 19, pessoas começaram a usar máscaras. A procura foi tanta que o equipamento de proteção indivídual (EPI) sumiu do mercado. Na busca desesperada por alternativas, várias produtos foram criados, mas será que eles funcionam mesmo?

O médico Marcelo Sandrin, diretor do Hospital e Maternidade Santa Helena,  esclareceu  alguns mitos e verdade quanto ao uso das máscaras. Há muitos casos em que o efeito é o contrário, tornando a pessoa ainda mais exposta ao vírus.

Segundo o médico, a máscara que tem eficácia na proteção do indivíduo é a cirúrgica, usada em ambiente hospitalar e que tem uma composição especial que “filtra” a passagem de microorganismos. Assim, evita que a pessoa seja infectada.

“A máscara cirúrgica é boa. Não recomendo essas feitas artesanalmente e mostradas na internet. É bom frisar isso. Aquelas feitas de papel toalha não funcionam. Ela é muito bem feita e a ideia é muito boa, mas a porosidade dele é muito alta e não impede a passagem do vírus, além de ter uma durabilidade muito baixa”, afirma o médico.

O exemplo citado pelo profissional é de um experimento feito na internet, que mostra a proteção feita com folha de papel toalha, grampeador e elástico. Além dessas, há pessoas produzindo o produto de tecido, que também não é indicada, como diz o médico. Nem as  de materiais semelhantes ao TNT, que são mais simples.

“Há estudos que recomendam que não se use essas máscaras mais simples por mais de 3 horas. Essas outras, de tecido, também não são indicadas porque a trama é muito grande e permite a passagem do vírus. O ideal são as máscaras cirúrgicas de boa procedência”, reafirma.

Sandrin alerta aos homens para que mantenha a barba aparada para que a máscara tenha a aderência adequada. Ainda ressalta que nos casos em que as pessoas usam o equipamento artesanal a sensação de proteção se torna ainda mais nociva, pois negligenciam as orientações de higiene e precaução, se tornando ainda mais expostas ao vírus.

“A principal indicação do uso das máscaras é para quem está tossindo, sintomático. Não para quem teoricamente está sadio. Não tem como todas as pessoas usarem máscaras e trocarem 3 vezes ao dia, como indicado”, ressalta.

Sandrin ainda reforça que o melhor cuidado é manter a higiene pessoal e da casa. Ao sair, que seja rápido e mantenha distância da outra pessoa. Tossir no cotovelo e se isolar do voncídio social.

O vírus se espalha por gotículas de saliva ou muco de infectados, principalmente através de tosse e espirros, ou ao passar a mão contaminada em olhos, nariz e boca. Por isso é mais eficiente que sintomáticos usem a máscara, para evitar que essas gotículas se espalhem.

 

Otavio Ventureli(com Assessoria)

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Organização da Expolucas 2020 confirma cancelamento do Evento em Lucas do Rio Verde MT. 32ª Expolíder também foi cancelada em Colíder MT

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A Expolucas, tradicional festa anual do Municipio de Lucas do Rio Verde MT, não será realizada este ano.

O anúnicio foi feito na manhã desta terça-feira(26), pelo Presidente da Comissão Organizadora do Evento, Valdecir Duarte. Um dos motivos é a pandemia do coronavírus, que vem prejudicando a economia do País, especialmente a de Mato Grosso.

Segundo Valdecir, algumas contratações de shows já estavam confirmadas, entre as quais, Luan Santana, Michel Teló, Cristiano e Zé Neto, mas apresentações que resultem em aglomerações, estão proibidas pelas autoridades de saúde.

Prevista para os dias de 15 a 19 de julho, a 32ª Exposição Agropecuária de Colíder MT, também foi cancelada, segundo anunciou, oficialmente, o Sindicato Rural do Municipio.

Em nota, o Sindicato disse que, “em razão da atual situação da saúde pública no Mundo, especialmente no Brasil, a Entidade está atenta as recomendações da Orgnaização Mundial da Saúde, bem como do Governo de Mato Grosso e do Ministério da Saúde.

 

Otavio Ventureli(com Assessorias)

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Policias Civil e Militar apresentam balanço da Operação que resultou na prisão de um bando especialista em assaltos a Banco em Mato Grosso

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Quatro pessoas suspeitas de integrar um grupo criminoso envolvido em explosões de caixas eletrônicos foram presas em flagrante em uma ação conjunta da Polícia Civil e Polícia Militar, em Cuiabá.

Na ação da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), foram apreendidas quatro armas de fogo, munições, bloqueador de sinais e vários objetos de origem ilícita, segundo informou nesta terça-feira(26) a PJC em coletiva à imprensa(foto)

Os suspeitos foram autuados pelos crimes de integrar organização criminosa e posse ilegal de armas de fogo e munições.

As investigações realizadas pela equipe da GCCO apontam que o grupo está envolvido em dois arrombamentos de caixas eletrônicos recentes, um deles ocorrido em uma drogaria no bairro Trevisan em Cuiabá e o outro em um supermercado no bairro São Matheus em Várzea Grande. Nas duas situações, foram utilizados na ação criminosa explosivos e armas de grosso calibre como 556, 762, 380 e 9 mm.

As diligências que levaram à prisão dos suspeitos iniciaram com a equipe da Rondas Ostensivas Tática (Rotam), da Polícia Militar, após o roubo de uma caminhonete Toyota Hilux, ocorrido durante a madrugada. Os policiais militares identificaram os suspeitos dando início a uma perseguição, ocasião em que ocorreu uma troca de tiros nas proximidades da região do Coxipó do Ouro.

Na ocorrência, um policial e dois criminosos foram atingidos. Um dos suspeitos não resistiu aos ferimentos e morreu durante o confronto, o outro teve parte dos dedos arrancadas. O policial foi socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá.

As informações da ocorrência foram repassadas à equipe da GCCO que deu continuidade às diligências, conseguindo localizar os integrantes do grupo em uma residência no bairro Barbado, na Capital. Um dos suspeitos ao perceber a chegada dos policiais tentou fugir porém foi capturado junto a seus comparsas.

Com eles foram encontradas quatro armas de fogo (duas pistolas 9 mm, um revólver calibre 38, e uma garrucha 38), além de munições para todas e objetos de origem ilícita como vestimentas, carregadores e um bloqueador de sinais “Jammer”, utilizado em crimes de furtos a instituições bancárias para cortar o sinal de alarmes e câmeras de segurança. Uma dar armas apreendidas com os criminosos pertence a Polícia Rodoviária Federal, sendo produto de crime de roubo/furto.

O delegado titular da GCCO, Flávio Henrique Stringueta, ressaltou que o combate a crimes contra instituições financeiras foi intensificado nas últimas duas semanas devido as duas ocorrências recentes que chamaram atenção devido ao grosso calibre das armas utilizadas nas ações criminosas.

“Ontem, a equipe da Rotam teve um confronto com o grupo criminoso culminando em seguida na ação desencadeada pela GCCO que conseguiu prender quatro suspeitos e apreender as armas que possivelmente foram utilizadas nos crimes. Lembrando que em nenhum dos ataques, os suspeitos tiveram lucro, uma vez que no primeiro o dinheiro foi manchado de tinta vermelha do dispositivo de segurança do caixa eletrônico e no segundo houve troca de tiros com um segurança que evitou o êxito do crime”, disse o delegado.

Para a delegada da GCCO, Juliana Chiquito Palhares(foto), a prisão do grupo criminoso é resultado do trabalho integrado e coeso das forças de segurança, que vem atuando fortemente no enfrentamento de furtos e roubos a caixas eletrônicos, especialmente com a utilização de explosivos.

“São ocorrências que chamaram grande atenção devido ao forte armamento utilizado nas ações e significativa quantidade de disparos efetuados. Todos os indícios das investigações apontam que os quatro suspeitos detidos e o quinto que morreu durante confronto, integram essa organização criminosa voltada especificamente para prática desse tipo de crime, com a utilização de explosivo e armamentos de grosso calibre”, disse a delegada.

Segundo a delegada, há outras pessoas envolvidas nos crimes e as investigações continuarão para identificar e prender outros integrantes do grupo criminoso.

 

Otavio Ventureli(com ascom)

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