MATO GROSSO

Campanha Estadual de Políticas Públicas Contra Drogas lançada pela AMM termina no próximo dia 10

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Com o objetivo de promover ações de prevenção e combate às drogas, foi lançada a Campanha Estadual de Políticas Públicas Sobre Drogas.

A iniciativa se estende a todos os municípios de Mato Grosso e foi idealizada pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) em parceria com a Associação para Desenvolvimento Social dos Municípios de Mato Grosso (APDM).

“No âmbito da Assistência Social, fortalecemos os serviços de prevenção e orientação aos nossos usuários, reestruturamos o Conselho Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, intensificamos os trabalhos da equipe de abordagem social do CREAS e estamos trabalhando em rede junto com a Saúde e a Educação”, explica a primeira-dama e secretária de Assistência Social, Scheila Pedroso.

“Há um esforço da Secretaria de Saúde de Sinop na prevenção ao consumo de drogas em geral. São constantes as campanhas de prevenção realizadas pelo município. Temos o CAPS, que acolhe e dá assistência aos pacientes dependentes e, neste ano, abrimos o ambulatório em saúde mental para atender o público infantojuvenil”, explicou a secretária de Saúde, Daniela Galhardo.

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A Campanha Estadual faz parte da Política Nacional Sobre Drogas, instituída por meio do Decreto n. 9.761 de abril de 2019, que considera a importância do fortalecimento da Rede de Enfrentamento  para o combate às drogas no país.

A Campanha sugere que o Município realize entre as ciclos de palestras nas escolas, CRAS e CREAS, ações conjuntas com empresas e comércios locais para palestras e atividades de orientação aos colaboradores e clientes, e envolvimento do movimento comunitário e suas lideranças em atividades de orientação.

Em Sinop MT, a Campanha foi lançada no dia 27 de junho e se estenderá até o dia 10 de julho.

 

Otavio Ventureli(da redação com Ascom)

MATO GROSSO

Enxugar gelo: Mauro Mendes pede ao Congresso leis mais rígidas para combater o Estado Paralelo do crime organizado

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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União) cobrou do Congresso Nacional, durante entrevista nesta sexta-feira (12), leis mais severas contra o crime organizado no Brasil.

O gestor ainda disse que algumas cidades já foram tomadas pelos líderes de facção criminosa e que a atual legislação tem pouco poder de repressão.

Questionado sobre as recentes mortes no norte do estado, Mauro respondeu que tem feito investimentos na Segurança Pública. Mas, pediu leis mais rígidas para reprimir o crime organizado.

“Hoje, nós temos um problema na cidade de Sorriso, Cáceres, que é esse problema das facções. Nós temos feito um investimento muito forte, o governo fez bastante coisa. Agora, a lei brasileira não sou eu que faço”, disse Mendes.

De acordo com a Polícia Civil, mais de 10 mortes foram registradas na região nos últimos 20 dias.

O delegado Eugênio Rudy Júnior disse que os assassinatos são resultados de uma guerra entre as duas principais facções criminosas do Estado.

“Sobre essa questão das facções, se não houver uma mudança radical na lei brasileira, algumas cidades brasileiras serão perdidas para o crime organizado.

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A gente escuta isso direto sendo falado no Brasil inteiro. O Rio de Janeiro é uma delas. Têm facções para tudo quanto é lado. Precisar mudar muito a lei brasileira, porque aí nós vamos poder pegar esses bandidos, esses líderes faccionados”, pediu.

Na segunda-feira (8), 4 pessoas foram encontradas mortas em um matagal, na Estrada Nero Castanha, próximo à cidade de Nova Monte Verde (980 km de Cuiabá).

A Polícia Civil suspeita que Jefferson Vale Paulino, 26, Caio Paulo da Silva, 31, João Vitor da Silva, 19 e Alan Rodrigues Pereira, 36, tenham sido mortos por terem sido confundidos com membros da facção Comando Vermelho (CVMT).

“Eu vivo ouvindo os meus policiais reclamarem que eles prendem um bandido e, enquanto eles resolvem a burocracia, já tem bandido saindo na audiência de custódia. Isso não pode acontecer”, afirmou o governador.

O Brasil é o 22º País do mundo dos 197 membros da ONU com o maior índice de criminalidade  organizada. No Brasil, o Estado paralelo das facções criminosas desafiam o Estado “oficial” que não demonstra nenhuma reação. Pelo contrário, joga a responsabilidade para a Nação, incentivando, inclusive, o cidadão comum andar  armado para tentar se defender das investidas do Estado paralelo do crime organizado.(da redação)

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Otavio Ventureli(da redação com assessoria e GD)

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