MATO GROSSO

Casos de infecção por Covid 19 estão em alta no Mato Grosso e mais três mortes foram registradas

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Os casos de infecção pelo coronavírus estão em disparada, em Mato Grosso. Nas últimas 24 horas, o Estado registrou 2.295 novos casos de Covid-19.

Também nas últimas 24 horas, foram registradas mais três mortes causadas pela doença no Estado. As internações continuam em alta: a taxa de ocupação está em 77,53% para UTIs adulto e em 19% para enfermaria adulto.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 64 internações em UTIs públicas e 91 em enfermarias públicas. 

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta terça-feira (28), 761.537 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso.

Dos 761.537 casos confirmados em Mato Grosso, 10.293 pessoas estão em isolamento domiciliar e 735.561 estão recuperadas.

Dentre os dez municípios com maior número de casos estão: Cuiabá (135.690), Várzea Grande (53.643), Rondonópolis (44.291), Sinop (34.465), Tangará da Serra (24.488), Lucas do Rio Verde (23.455), Sorriso (23.340), Primavera do Leste (22.780), Cáceres (17.562) e Alta Floresta (17.034).

No total, até agora, são 14.987 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

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Otavio Ventureli(com assessoria)

MATO GROSSO

Enxugar gelo: Mauro Mendes pede ao Congresso leis mais rígidas para combater o Estado Paralelo do crime organizado

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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União) cobrou do Congresso Nacional, durante entrevista nesta sexta-feira (12), leis mais severas contra o crime organizado no Brasil.

O gestor ainda disse que algumas cidades já foram tomadas pelos líderes de facção criminosa e que a atual legislação tem pouco poder de repressão.

Questionado sobre as recentes mortes no norte do estado, Mauro respondeu que tem feito investimentos na Segurança Pública. Mas, pediu leis mais rígidas para reprimir o crime organizado.

“Hoje, nós temos um problema na cidade de Sorriso, Cáceres, que é esse problema das facções. Nós temos feito um investimento muito forte, o governo fez bastante coisa. Agora, a lei brasileira não sou eu que faço”, disse Mendes.

De acordo com a Polícia Civil, mais de 10 mortes foram registradas na região nos últimos 20 dias.

O delegado Eugênio Rudy Júnior disse que os assassinatos são resultados de uma guerra entre as duas principais facções criminosas do Estado.

“Sobre essa questão das facções, se não houver uma mudança radical na lei brasileira, algumas cidades brasileiras serão perdidas para o crime organizado.

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A gente escuta isso direto sendo falado no Brasil inteiro. O Rio de Janeiro é uma delas. Têm facções para tudo quanto é lado. Precisar mudar muito a lei brasileira, porque aí nós vamos poder pegar esses bandidos, esses líderes faccionados”, pediu.

Na segunda-feira (8), 4 pessoas foram encontradas mortas em um matagal, na Estrada Nero Castanha, próximo à cidade de Nova Monte Verde (980 km de Cuiabá).

A Polícia Civil suspeita que Jefferson Vale Paulino, 26, Caio Paulo da Silva, 31, João Vitor da Silva, 19 e Alan Rodrigues Pereira, 36, tenham sido mortos por terem sido confundidos com membros da facção Comando Vermelho (CVMT).

“Eu vivo ouvindo os meus policiais reclamarem que eles prendem um bandido e, enquanto eles resolvem a burocracia, já tem bandido saindo na audiência de custódia. Isso não pode acontecer”, afirmou o governador.

O Brasil é o 22º País do mundo dos 197 membros da ONU com o maior índice de criminalidade  organizada. No Brasil, o Estado paralelo das facções criminosas desafiam o Estado “oficial” que não demonstra nenhuma reação. Pelo contrário, joga a responsabilidade para a Nação, incentivando, inclusive, o cidadão comum andar  armado para tentar se defender das investidas do Estado paralelo do crime organizado.(da redação)

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Otavio Ventureli(da redação com assessoria e GD)

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