MATO GROSSO

Amparo à Pesquisa de MT lança Edital para estruturação de “Laboratórios Multusuários”

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O Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), lança edital para estruturação de “Laboratórios Multiusuários”.
A proposta é acolher e apoiar projetos de consolidação em áreas estratégicas para o desenvolvimento do estado, para atender demandas de serviços especializados em pesquisa e inovação de Instituições de Ciências e Tecnologia (ICTs), iniciativa privada, governo (municipal, estadual e federal) e sociedade em geral,

Os laboratórios ou complexos multiusuários (LM) são conjuntos de equipamentos e instalações modernas, altamente especializados, capazes de realizar testes e análises de alta complexidade científica, envolvendo equipe técnica multidisciplinar, voltado ao apoio e realização de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Serão atendidas áreas estratégicas como os serviços agroambientais, biotecnologia e novos materiais e serviços tecnológico e computacionais.

Cada proposta deverá indicar somente uma área estratégica de atuação, podendo ser executadas por Instituição de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICT) pública ou privada, sem fins lucrativos e sediadas no Estado de Mato Grosso.

As propostas aprovadas serão financiadas com recursos de capital e custeio, no valor global estimado de até R$ 20 milhões. oriundos do Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), no Programa de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico.

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“Este é o maior edital do Governo do Estado de investimentos em ciência, tecnologia e novação (CTI), nos 24 anos de existência da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), mostrando o reconhecimento do governador Mauro Mendes sobre a importância e valorização da pesquisa em nosso estado”, ressaltou o presidente Marcos de Sá.

Otavio Ventureli(da redação com Secom MT)

MATO GROSSO

Enxugar gelo: Mauro Mendes pede ao Congresso leis mais rígidas para combater o Estado Paralelo do crime organizado

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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União) cobrou do Congresso Nacional, durante entrevista nesta sexta-feira (12), leis mais severas contra o crime organizado no Brasil.

O gestor ainda disse que algumas cidades já foram tomadas pelos líderes de facção criminosa e que a atual legislação tem pouco poder de repressão.

Questionado sobre as recentes mortes no norte do estado, Mauro respondeu que tem feito investimentos na Segurança Pública. Mas, pediu leis mais rígidas para reprimir o crime organizado.

“Hoje, nós temos um problema na cidade de Sorriso, Cáceres, que é esse problema das facções. Nós temos feito um investimento muito forte, o governo fez bastante coisa. Agora, a lei brasileira não sou eu que faço”, disse Mendes.

De acordo com a Polícia Civil, mais de 10 mortes foram registradas na região nos últimos 20 dias.

O delegado Eugênio Rudy Júnior disse que os assassinatos são resultados de uma guerra entre as duas principais facções criminosas do Estado.

“Sobre essa questão das facções, se não houver uma mudança radical na lei brasileira, algumas cidades brasileiras serão perdidas para o crime organizado.

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A gente escuta isso direto sendo falado no Brasil inteiro. O Rio de Janeiro é uma delas. Têm facções para tudo quanto é lado. Precisar mudar muito a lei brasileira, porque aí nós vamos poder pegar esses bandidos, esses líderes faccionados”, pediu.

Na segunda-feira (8), 4 pessoas foram encontradas mortas em um matagal, na Estrada Nero Castanha, próximo à cidade de Nova Monte Verde (980 km de Cuiabá).

A Polícia Civil suspeita que Jefferson Vale Paulino, 26, Caio Paulo da Silva, 31, João Vitor da Silva, 19 e Alan Rodrigues Pereira, 36, tenham sido mortos por terem sido confundidos com membros da facção Comando Vermelho (CVMT).

“Eu vivo ouvindo os meus policiais reclamarem que eles prendem um bandido e, enquanto eles resolvem a burocracia, já tem bandido saindo na audiência de custódia. Isso não pode acontecer”, afirmou o governador.

O Brasil é o 22º País do mundo dos 197 membros da ONU com o maior índice de criminalidade  organizada. No Brasil, o Estado paralelo das facções criminosas desafiam o Estado “oficial” que não demonstra nenhuma reação. Pelo contrário, joga a responsabilidade para a Nação, incentivando, inclusive, o cidadão comum andar  armado para tentar se defender das investidas do Estado paralelo do crime organizado.(da redação)

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Otavio Ventureli(da redação com assessoria e GD)

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