MATO GROSSO

Governador MT Mauro Mendes desmente que o Estado estaria negociando a venda de vagões do VLT para a Prefeitura do Rio

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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (UB) negou, nesta terça-feira (24), que o Estado tenta vender os vagões do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) para a Prefeitura do Rio de Janeiro. Mendes, afirmou que os módulos não são da gestão, além de sugerir que essa informação foi plantada.

“Zero de fundamento, zero, zero, zero ao cubo, zero ao quadrado, entendeu? Por que? Porque nós entramos com a ação na Justiça, esses vagões eles não são do estado de Mato Grosso. Nós entramos na Justiça dizendo que isso é de vocês, e devolva o dinheiro. O governo não está negociando com ninguém pra vender vagão e falar algo diferente disso é conversa fiada. O que tem de real é uma ação que o governo entrou na Justiça dizendo ‘olha leve embora, contrato foi rescindido, vocês praticaram corrupção’”, declarou Mendes.

“Nós não compramos vagão. Nós compramos um sistema de transporte coletivo funcionando. Eles entregaram isso, e o quadro se deu muito claro, eles deram causa à rescisão contratual. O Consórcio VLT tem que indenizar o Estado. Então, leva isso embora e nos devolva o dinheiro, é isso que nós estamos pedindo. Mato Grosso planta muita soja, muito milho, mas tem muita fofoca sendo plantada por aí também”, ironizou.

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ENTENDA

Pelas informações veiculadas na imprensa da capital, nesta segunda-feira(23), o secretário municipal de Coordenação Governamental do Rio de Janeiro, Jorge Luiz Arraes, confirmou o interesse nos 40 vagões do VLT.

A visita do secretário Jorge teria ocorrido antes da decisão do ministro do Tribunal de Contas da União, Aroldo Cedraz, de manter a suspensão do início das obras do Ônibus de Transporte Rápido (BRT) em Cuiabá e Várzea Grande.

A decisão foi mantida sob o argumento de que o Estado estaria tentando “driblar” a competência da Corte, ao quitar empréstimo junto à Caixa Econômica e “apressar” a licitação do BRT.

O Processo, proposto pela Prefeitura de Cuiabá, também questiona a participação dos municípios envolvidos na decisão, além dos estudos e projetos que comprovam a viabilidade da troca de modal.

A Comissão Permanente de Viação e Transporte da Câmara Federal fará, em junho, visita técnica às obras do VLT.

 

Otavio Ventureli(da redação com hiper e assessoria)

MATO GROSSO

Enxugar gelo: Mauro Mendes pede ao Congresso leis mais rígidas para combater o Estado Paralelo do crime organizado

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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União) cobrou do Congresso Nacional, durante entrevista nesta sexta-feira (12), leis mais severas contra o crime organizado no Brasil.

O gestor ainda disse que algumas cidades já foram tomadas pelos líderes de facção criminosa e que a atual legislação tem pouco poder de repressão.

Questionado sobre as recentes mortes no norte do estado, Mauro respondeu que tem feito investimentos na Segurança Pública. Mas, pediu leis mais rígidas para reprimir o crime organizado.

“Hoje, nós temos um problema na cidade de Sorriso, Cáceres, que é esse problema das facções. Nós temos feito um investimento muito forte, o governo fez bastante coisa. Agora, a lei brasileira não sou eu que faço”, disse Mendes.

De acordo com a Polícia Civil, mais de 10 mortes foram registradas na região nos últimos 20 dias.

O delegado Eugênio Rudy Júnior disse que os assassinatos são resultados de uma guerra entre as duas principais facções criminosas do Estado.

“Sobre essa questão das facções, se não houver uma mudança radical na lei brasileira, algumas cidades brasileiras serão perdidas para o crime organizado.

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A gente escuta isso direto sendo falado no Brasil inteiro. O Rio de Janeiro é uma delas. Têm facções para tudo quanto é lado. Precisar mudar muito a lei brasileira, porque aí nós vamos poder pegar esses bandidos, esses líderes faccionados”, pediu.

Na segunda-feira (8), 4 pessoas foram encontradas mortas em um matagal, na Estrada Nero Castanha, próximo à cidade de Nova Monte Verde (980 km de Cuiabá).

A Polícia Civil suspeita que Jefferson Vale Paulino, 26, Caio Paulo da Silva, 31, João Vitor da Silva, 19 e Alan Rodrigues Pereira, 36, tenham sido mortos por terem sido confundidos com membros da facção Comando Vermelho (CVMT).

“Eu vivo ouvindo os meus policiais reclamarem que eles prendem um bandido e, enquanto eles resolvem a burocracia, já tem bandido saindo na audiência de custódia. Isso não pode acontecer”, afirmou o governador.

O Brasil é o 22º País do mundo dos 197 membros da ONU com o maior índice de criminalidade  organizada. No Brasil, o Estado paralelo das facções criminosas desafiam o Estado “oficial” que não demonstra nenhuma reação. Pelo contrário, joga a responsabilidade para a Nação, incentivando, inclusive, o cidadão comum andar  armado para tentar se defender das investidas do Estado paralelo do crime organizado.(da redação)

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Otavio Ventureli(da redação com assessoria e GD)

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