Momento Saúde

Médicos alertam para risco de acidentes domésticos durante isolamento

Publicado


.

Com o isolamento social por causa da pandemia de covid-19, médicos alertam para o cuidado com acidentes domésticos. Segundo a Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé (ABTPé), nesse período, é natural que as pessoas procurem atividades dentro de casa para ocupar o tempo, como fazer pequenas reformas e arrumações, além de praticar atividades físicas e aderir a brincadeiras da internet para se distrair.

O diretor da regional São Paulo da ABTPé, Danilo Ryuko Cândido Nishikawa, destacou que quedas de altura (de escada, cadeiras e cama) e acidentes por instrumentos perfuro-cortantes – vidro, faca, serra, prego – acabam se tornando mais frequentes. “É preciso ficar atento, pois as quedas de altura podem causar lesões simples, como leves entorses do tornozelo, ou fraturas graves da tíbia, fíbula, calcâneo e metatarsos, que necessitem de tratamento cirúrgico.”

“A maior frequência do manuseio de instrumentos de cozinha ou de construção pode causar lesões nos tendões, nervos e vasos sanguíneos da mão, levando a consequências graves”, acrescentou Nishikawa, que é especialista em cirurgia do pé e tornozelo.

Também especialista em cirurgia do pé e tornozelo, o presidente da ABTPé, José Antônio Veiga Sanhudo, alertou para a necessidade de cuidado com brincadeiras disseminadas pela internet. “É preciso tomar muito cuidado ao tentar imitar os desafios e brincadeiras lançados na internet, pois o que era para ser diversão pode acabar em lesões que, dependendo da situação, podem deixar sequelas.”

Sanhudo ressaltou que as crianças e os idosos exigem mais atenção e cuidados dentro de casa, pois situações corriqueiras podem se transformar em acidentes. Com o confinamento, as crianças ficam mais agitadas e passam a explorar novos lugares na casa, o que pode colocá-las em risco. “A casa se torna o playground, o parque e a quadra de esportes. Com isso, podem ocorrer desde lesões menores, como imprensar o dedo nas portas e pequenas contusões, até fraturas do fêmur, tornozelo, cotovelo, mão e punho. Ficar de olho é a principal medida para protegê-las”, afirmou o especialista.

Segundo os médicos, os idosos apresentam fraqueza muscular, piora do equilíbrio e fragilidade óssea pelo avanço da idade e são mais suscetíveis a quedas dentro de casa. Acidentes domésticos podem causar, por exemplo, fraturas do fêmur, punho e ombro nos idosos devido a essas condições. “É importante evitar tapetes e objetos pelo chão da casa, isolar pisos escorregadios, manter os ambientes iluminados e não subir em bancos, cadeiras ou escadas”, alertou Nishikawa. “E, em caso de acidente, não hesite em procurar o pronto-socorro ortopédico.”

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

Comentários Facebook
publicidade

Momento Saúde

Uso de máscara causa orelhas de abano? Especialista responde

Publicado


source
Máscaras
Divulgação

Segundo cirurgiã plástica, máscaras podem tracionar as orelhas, mas isso não alteram a anatomia

O uso de máscaras é tradicional na Ásia. É normal que, mesmo sem uma pandemia em curso, as pessoas utilizem o aparato se estiverem com sintomas de resfriado. Este é um dos motivos pelos quais o continente foi tão bem-sucedido na contenção do novo coronavírus (Sars-CoV-2). 

Leia também:

Com a pandemia, o Brasil precisou adotar o uso. Quem for abordado sem o aparato na rua poderá pagar multa de R$ 500 em São Paulo. Mas com o uso obrigatório e a popularização de modelos presos à orelha, surge um questionamento: afinal, elas causam ou podem potencializar as  orelhas de abano ?

A reportagem do iG Saúde conversou com a cirurgiã plástica da Clínica Leger, Luciene Oliveira, que tranquiliza quem passa por este dilema. “Recentemente, com o uso constante de máscaras, muitos pacientes estão percebendo que suas orelhas estão mais aparentes. É importante esclarecer que o uso de máscara pode tracionar as orelhas, mas isso não altera a anatomia”, garante a especialista. “O efeito das orelhas de abano melhora quando a máscara é retirada”.

Segundo Oliveira, o tempo de uso das máscaras não surte impacto em uma possível deformação das orelhas, mesmo para as pessoas que trabalham fora de casa e precisam passar o dia inteiro com elas. “Quando retirar a máscara, as orelhas voltam ao normal”, afirma. 

Qual tipo de máscara escolher?

Como as máscaras serão necessárias até o fim da pandemia, e este ainda não apareceu em nosso horizonte, a escolha do tipo da proteção fica a critério do usuário. “Particularmente, prefiro usar máscaras que tenham o elástico na região posterior da cabeça. São mais confortáveis e não geram incômodo atrás da orelha”, diz a médica.

Especialistas alertam que o uso de máscaras e a constante higienização das mãos, principalmente em locais públicos, podem conter o alastramento do novo coronavírus. É importante que o aparato tenha ao menos duas camadas de tecido com trama fechada. cobrindo nariz e boca. Confira todos os conteúdos do iG Saúde sobre medidas de segurança durante a pandemia nos links acima. 

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue lendo

Momento Saúde

Brasil tem 1.577.004 casos de covid-19 diagnosticados

Publicado


.

Segundo o boletim divulgado no final da tarde de hoje (04) pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou até o momento 1.577.004 casos de covid-19. Destes, 64.265 casos resultaram em óbito. O número de pessoas recuperadas é de 876.359.

O boletim diário do Ministério da Saúde revela os números deste sábado (04). O boletim diário do Ministério da Saúde revela os números deste sábado (04).

Entre os estados, São Paulo continua com o maior número de casos até agora, 312.530; seguido à distância pelo Ceará (120.952) e Rio de Janeiro (120.440). Em número de mortes, no entanto, o Rio de Janeiro, com 10.624, ultrapassa o Ceará, que teve 6.411 óbitos até o momento. Também nesse quesito, São Paulo registra o maior número, com 15.996 mortes.

Entre os estados com menos registros, o Mato Grosso do Sul é a área de menor incidência, com 9.910 casos e 114 mortes. Tocantins, com 12.282 casos e 215 mortes, vem em seguida.

Apesar dos números nacionais, algumas cidades estudam a volta gradual da rotina. Na cidade de São Paulo, o prefeito Bruno Covas assinou os protocolos para reabertura dos setores de bares, restaurantes, estética e beleza na cidade.

No Rio de Janeiro, a reabertura de bares levou muita gente para a rua durante o primeiro dia de liberação. Ontem (03), após medidas punitivas, os estabelecimentos da cidade tomaram atitudes para diminuir as aglomerações. Já no Distrito Federal, o governador Ibaneis Rocha assinou decreto com o calendário de abertura de bares e escolas. O DF registra, até o momento, 55.760 casos diagnosticados e 671 mortes.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

Comentários Facebook
Continue lendo

Momento MT

Momento Nacional

Momento Esportes

Momento Entretenimento

Mais Lidas da Semana