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Mesa Diretora da Câmara Mun. de Cuiabá adota medidas para prevenção ao Coronavírus na Capital do Estado

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Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Cuiabá anunciou nesta segunda-feira (23) um pacote de medidas de combate ao novo coronvírus.

Segundo fontes do Legislativo de Cuiabá,  o presidente da Casa, Vereador Misael Galvão(foto) vai destinar parte do duodécimo da casa para a aquisição de máscaras de proteção e álcool gel, por exempplo.

A portaria  baixada também instituirá o regime de trabalho remoto (home office), além da cessão do prédio da Câmara, que fica no centro de Cuiabá, para a prefeitura poder utilizar nos trabalhos de prevenção e tratamento da população, como testes do Covid-19, vacinação e até internação, caso seja necessário.

De acordo com as fontes, a portaria também deverá instituir o Plenário Virtual para a realização de sessões por meio de video-conferência.

A decisão do Presidente do Legislativo, Misael Galvão, foi aprovada após reuniões com os demais pares, que acataram a iniciativa, tendo em vista a gravidade do momento pelo qual passa Cuiabá, o País e o Mundo.

Otavio Ventureli(c0m Assessoria)

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Cursos onlines e com 20 mil vagas estão sendo oferecidos gratuitamente pela gigante microsoft em todo o mundo

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A Microsoft em parceria com a startup Digital Innovation One anunciou que está oferecendo cerca de 20 mil vagas em cursos online e gratuitos. Assim, os cursos ofertados pela Microsoft em parceria com a startup são voltados para áreas ligadas a Tecnologia da Informação.
Os cursos foram lançados no último dia 20 de junho no DIO PRO Summit. Segundo a Digital Innovation One os desenvolvedores de software que se sobressaíram no curso poderão ser contratados por empresas parceiras da instituição.
As bolsas de estudo da parceria abrangem o cursos Microsoft Azure e Microsoft Azure Functions. As plataformas da Microsoft que permitem agregar soluções em blockchain são a base das ofertas de formação. Porém a grade do curso também englobam linguagens de programação como C#, JavaScript, Node.js e Java.
Os participantes também terão acesso a mentorias com colaboradores especialistas dos programas da Microsoft através de sessões programadas ao vivo na internet. A rede de identidade descentralizada da Microsoft ION, anunciada pela primeira vez em maio, está passando para o teste beta na rede Bitcoin.
Recentemente, Daniel Buchner, gerente de programa da equipe de Identidade da Microsoft, disse que o objetivo é fornecer aos usuários um identificador descentralizado (DID) que possa substituir a necessidade de nomes de usuários.
O executivo também acrescentou que para cumprir essa promessa, a Microsoft escolheu um caminho diferente de algumas das abordagens mais centralizadas das tecnologias DID.
Otavio Ventureli(com assessoria)
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Habilite-se: Industria farmacêutica americana anuncia a venda de antiviral para o tratamento da covid 19 ao preço de R$ 16 mil reais

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Na busca por medicamentos contra o coronavírus, a farmacêutica norte-americana Gilead Sciences anunciou nesta semana o preço sob o qual será vendido o antiviral remdesivir, remédio que pode ser receitado para o tratamento da COVID-19.

No contexto da pandemia, a droga recebeu autorização de uso emergencial para os pacientes contaminados, emitido pela Food and Drug Administration (FDA), desde maio.

O tratamento com o remdesivir custará, apenas considerando os medicamentos, US$ 3.120 (o que representa mais de R$ 16,5 mil) por paciente, dentro de um hospital privado nos Estados Unidos. Para termos um valor de referência em reais, a quantia ultrapassa o preço de dois iPhones 11 Pro Max com capacidade de 64 GB, se convertida sem impostos aqui no Brasil. Segundo o site oficial da Apple , o modelo nessas especificações custa R$ 7.599 por aqui.

A maioria dos pacientes tratados com remdesivir deve utilizar seis frascos do medicamento em cinco dias, totalizando os US$ 3.120. Já o tratamento mais longo, com duração de 10 dias, utilizará em média de 11 frascos com o valor de US$ 5.720 (cerca de 30 mil reais) para os pacientes com seguros de saúde privados.

O potencial de retorno financeiro da fórmula é enorme, já que somente nos Estados Unidos são mais de 2,5 milhões de contaminados pelo coronavírus, segundo o mapa da doença da Organização Mundial da Saúde. Ainda esse mês, em julho, os primeiros medicamentos já devem chegar aos centros de saúde no país e, inclusive, a farmacêutica prevê doações diretas da droga para o governo dos EUA.

Por outro lado…

Nos Estados Unidos, os medicamentos costumam ter dois preços de tabela, sendo que um é destinado para os planos de saúde e o outro para governos, ou seja, esse valor não será o mesmo para todos os tratamentos. Por exemplo, a farmacêutica comenta que venderá o remdesivir por US$ 390 (cerca de dois mil reais) por frasco para governos “de países desenvolvidos” em todo o mundo, enquanto o preço para as companhias de seguros privadas dos EUA será de US$ 520 (cerca de 2,7 mil reais).

Segundo Daniel O’Day, CEO da Gilead Sciences, o preço foi determinado com base nos países desenvolvidos com menor poder de compra. Conforme a entrevista feita pela CNBC, O’Day também explica que esse preço único deve evitar longas negociações com cada país, que podem desacelerar o acesso ao medicamento.

“O remdesivir, nosso tratamento experimental, é o primeiro antiviral a demonstrar melhora do paciente em ensaios clínicos para COVID-19 e não há manual para determinar o preço de um novo medicamento em uma pandemia”, explicou O’Day sobre os preços que podem ser considerados elevados.

Além disso, a empresa também afirma que está firmando acordos com fabricantes de genéricos para fornecer o medicamento a um “custo substancialmente mais baixo” nos países em desenvolvimento, ampliando o acesso ao remdesivir. Isso porque a droga não é encontrada comercialmente e nem está disponível em inúmeros países.

Remdesivir é eficaz contra COVID?

Embora ainda não existam tratamentos para a COVID-19 aprovados integralmente pela FDA, pesquisadores já encontraram algumas evidências de que o remdesivir pode acelerar o tempo de recuperação de pacientes graves. Inclusive, em abril, o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA divulgou resultados de estudo que mostrava a eficácia do antiviral e que os pacientes medicados se recuperavam cerca de quatro dias mais rápido do que aqueles que não usaram.

Anteriormente, o remdesivir já era indicado para impedir que determinados vírus, agora, também o novo coronavírus, façam cópias de si mesmos e, dessa forma, consigam sobrecarregar o sistema imunológico dos pacientes. Inclusive a Coalizão COVID Brasil, formada pelos principais hospitais brasileiros e pela Fiocruz, estão testando o medicamento.

No mundo todo, pelo menos o Reino Unido, o Japão, a Rússia e a Coreia do Sul já recomendam, em algum nível, o uso do remdesivir para o tratamento da COVID-19. Inclusive, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) recomendou, na semana passada, a autorização “condicional” do uso do antiviral em pacientes afetados pelo coronavírus. No comunicado, a EMA informava que esse era o primeiro medicamento contra a COVID-19 formalmente recomendado para os pacientes da União Europeia.

No entanto, o acesso ao medicamento não deve ser amplo, pelo menos não nos próximos meses. Isso porque, nesta segunda-feira, a Gilead informou que a maior parte de sua produção será destinada para o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA (HHS). Em números, segundo a agência Reuters, o governo norte-americano já adquiriu mais de 500 mil doses, o que representaria toda da produção da fabricante para julho e 90% da capacidade de agosto e setembro.

No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) afirmou, no mês de maio, que estava em contato com a farmacêutica para acompanhar a evolução dos estudos.

Mais testes

A própria Gilead Sciences continua a pesquisar a eficácia do remdesivir e quais são so seus melhores usos no tratamento de pacientes da COVID-19. A farmacêutica também anunciou planos para os testes de uma versão em spray da droga em humanos, o que deve facilitar o uso em casos mais graves da doença. Embora o remdesivir seja o primeiro medicamento que demonstrou uma efetividade nos pacientes contaminados pelo novo coronavírus em estudo clínico, outras terapias têm demonstrado sinais de eficácia.

Isso pode, eventualmente, transformar o antiviral em uma droga obsoleta para a COVID-19. Por exemplo: pesquisadores da Universidade de Oxford já divulgaram resultados positivos com o uso de dexametasona, um corticoide barato e amplamente disponível. Afinal, a corrida por medicamentos contra o vírus está longe de terminar.

 

Otavio Ventureli com cnbc/g1)

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