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Mi Store Brasil desaparece e prejudica milhares de clientes

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Xiaomi fez sucesso no Brasil e loja não-oficial aproveitou para lucrar arrow-options
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi fez sucesso no Brasil e loja não-oficial aproveitou para lucrar


Antes de a Xiaomi chegar oficialmente ao Brasil , através da parceria com a DL Eletrônicos , e posteriormente com a loja oficial aberta em São Paulo , o site ” Mi Store Brasil ” era o meio utilizado por aqueles que queriam comprar um celular da marca chinesa. Nas últimas semanas, o portal voltou a ficar em evidência, mas por um motivo negativo. A loja deixou de entregar todos os pedidos feitos a partir da Black Friday , saiu das redes sociais, desativou o site e não responde nenhum contato.

Quando a fabricante chinesa chegou ao brasil, a Mi Store foi muito beneficiada, já que era o primeiro resultado para as buscas no Google . A Xiaomi tentou de tudo para derrubar o domínio ” MiStoreBrasil.com ” antes de começar suas operação no país, mas não teve sucesso. Aqueles fãs de longa data da marca já sabiam que o site não era muito confiável. O Reclame Aqui possuiu diversas reclamações em relação à loja. Porém, aqueles que quiseram aproveitar a Black Friday para comprar seu primeiro Xiaomi foram pegos de surpresa.

Reprodução

Complicações

Com isso, diversos pedidos foram feitos durante a Black Friday e o Natal , e literalmente todo mundo ficou no prejuízo. O que se sabe até agora é que o último status recebido para todas as compras são de “aguardando envio”, o site da loja está fora do ar, como mostra a imagem a cima, e todas as redes sociais foram excluídas. O número pode passar de mil clientes, com prejuízo médio de R$ 1,2 mil. Aqueles que procuraram à polícia foram desencorajados de fazer um boletim de ocorrência. Segundo os oficiais, é muito difícil avançar em casos que todos os dados “desaparecem”. Os clientes que pagaram pelo MercadoPago estão conseguindo estornar o valor gasto, mas o restante enfrenta dificuldades.

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As próprias vítimas tentam juntar o maior número de informações sobre a loja, mas elas são um tanto confusas. A Mi Store Brasil pertencia à empresa Action Sales Companhia Digital LTDA, com CNPJ 29.497.760/0001-38. Porém, a fatura do cartão dos clientes mostrava a loja com o nome JCell, e não Action Sales. A JCell possui um quiosque com o nome Mi Store Brasil em Blumenau, mas afirma que não possui nenhum vínculo com a Action Sales ou o site.

Sumiço

O caso fica ainda pior. Aqueles que fizeram a compra por boleto notaram que o beneficiário era a PAD Eletrônicos. Uma terceira empresa diferente. Esta última, porém, é proprietária da loja online Huawei Store Brasil e, afirma que “A PAD Eletrônicos é uma das empresas do GRUPO ACTION que também é gestora da conceituada loja www.mistorebrasil.com”.

Como é possível notar, não vai ser fácil encontrar os responsáveis pela loja e, consequentemente, pelo prejuízo de centenas, talvez milhares, de clientes. As próprias vítimas estão se unido em grupos de Telegram para se apoiarem e encontrarem novas informações. Porém, os crimes digitais ainda são subestimados no Brasil e, infelizmente, esse caso deve demorar para ter um desfecho. Lembrando ainda que o site oficial de vendas da Xiaomi possui o domínio ” https://xiaomi.distribuidornacional.com.br/ “.

Via: Mobizoo

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Igual a Netflix: Amazon Prime Video lança perfis de usuários

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Amazon Prime Video
Unsplash/Glenn Carstens-Peters

Amazon Prime Video lança perfis de usuário


A Amazon anunciou o lançamento de perfis de usuário para amigos e familiares que compartilham contas Prime para o Amazon Prime Video.


Cada conta permitirá até seis perfis de usuário. Um deles será o perfil padrão, o principal da conta, com cinco outros perfis adicionais permitidos. Podem ser tanto contas regulares quanto perfis infantis. A conta infantil restringirá o conteúdo exibido, da mesma forma que acontece em outras plataformas de streaming, como Netflix e HBO Max . Os usuários podem transmitir até três vídeos ao mesmo tempo enquanto usam a mesma conta da Amazon, mas com no máximo dois dispositivos transmitindo o mesmo vídeo ao mesmo tempo.

Os perfis são vinculados por meio da ferramenta de compartilhamento de carteira da Amazon. O recurso permite que os usuários compartilhem seus métodos de pagamento com outra conta da Amazon que configurou perfis de família. O Amazon Prime Video criará automaticamente contas vinculadas do perfil padrão para outras que existem no agregado familiar.

Assim como em outros serviços de streaming , cada perfil será adaptado aos interesses de cada usuário, com recomendações separadas e uma lista de observação com base na atividade do perfil, segundo a empresa. Ao contrário de Netflix e Disney+ , não parece que os usuários do Amazon Prime Video poderão personalizar seus ícones de perfil com imagens de filmes.

Vale ressaltar que, se você não quiser dividir perfis, é possível desativar o recurso na aba “gerenciar seus perfis”. Depois que o compartilhamento de perfil é desabilitado, os usuários não poderão ativá-lo novamente. Portanto, antes de desativar, tenha certeza de que é isso mesmo que você quer.

Os usuários poderão criar e gerenciar perfis com o aplicativo do Prime Video para Android e iOS  ou via web . O recurso será implementado gradativamente, então pode ser que sua conta ainda não tenha essa função disponível. Mas não se preocupe, o compartilhamento de perfis será instaurado globalmente.

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Publicou foto de reunião no Zoom? Seus dados podem estar em perigo

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Zoom
Unsplash/ Gabriel Benois

Pesquisadores testaram a segurança do aplicativo Zoom


Pesquisadores da Universidade Ben-Gurion, em Israel, mostraram em um estudo publicado recentemente que é relativamente fácil extrair informações pessoais, como idade, sexo, imagens do rosto e nomes em capturas de tela públicas de videoconferências. Utilizando uma combinação de processamento de imagem, reconhecimento de texto e análise forense, eles conseguiram fazer referência cruzada de dados do Zoom , aplicativo que se popularizou durante a quarentena, e dados de redes sociais, demonstrando que os participantes das reuniões estão expostos a riscos que não imaginam.


Como as orientações de distanciamento social provocadas pela pandemia de Covid-19 impedem reuniões presenciais, centenas de milhões de pessoas em todo o mundo voltaram-se para as plataformas de videoconferência como forma de substituir o real pelo virtual. Em abril, o Microsoft Teams, o Zoom e o Google Meet ultrapassaram, respectivamente, 75 milhões, 300 milhões e 100 milhões de usuários.

No entanto, à medida que as plataformas crescem, falhas de segurança aparecem. Algumas delas permitem, inclusive, que agentes mal-intencionados “espionem” as reuniões. Com a aplicação de inteligência artificial , os pesquisadores puderam demonstrar que isso realmente é possível.

Esse estudo procurou explorar os aspectos de privacidade que estão em jogo durante sessões no Zoom . Primeiro, os pesquisadores selecionaram um conjunto de dados de imagem contendo capturas de tela de milhares de reuniões usando raspadores da web do Twitter e do Instagram , configurados para buscar termos e hashtags como “escola Zoom” e “#reuniãoZoom”. Eles filtraram publicações sem imagem e duplicadas usando um algoritmo para identificar colagens do Zoom, ficando assim com 15.706 capturas de tela.

Cada uma delas foi então analisada, começando pela detecção facial. Usando uma combinação de modelos treinados de código-fonte aberto e a API do Azure Face da Microsoft, eles afirmam terem detectado rostos nas imagens com 80% de precisão, detectar gênero e estimar a idade (criança, adolescente ou adulto mais velho, por exemplo). Uma biblioteca de reconhecimento de texto disponível gratuitamente ainda extraiu 63,4% dos nomes de usuário corretamente, segundo eles.

A referência cruzada de 85 mil nomes e mais de 140 mil rostos rendeu 1.153 pessoas que provavelmente apareceram em mais de uma reunião, assim como redes de usuários do app, onde todos os participantes trabalhavam juntos. De acordo com os pesquisadores, isso mostra que não é apenas a privacidade dos indivíduos que está em risco, mas também a de empresas.

“Demonstramos que é possível usar os dados coletados das reuniões de videoconferência juntamente com os dados vinculados coletados em outras videoconferências com outros grupos, como as redes sociais online, a fim de realizar um ataque de ligação aos indivíduos-alvo”, escreveram os pesquisadores. “Isso pode resultar em risco à privacidade do indivíduo-alvo, usando diferentes reuniões para descobrir diferentes tipos de conexões”.

Dicas de proteção

Para reduzir os riscos, os pesquisadores sugerem o uso de pseudônimos. Eles recomendam também que empresas informem seus funcionários sobre os riscos à privacidade em plataformas de videoconferência e que as companhias que fornecem esse serviço, como o Zoom , adicionem modos de privacidade para impedir o reconhecimento facial.

Não é a primeira vez que a privacidade torna-se um problema nessas plataformas. Em abril, o próprio Zoom organizou um plano de 90 dias no qual congelaria novos recursos para se dedicar somente à segurança. A Microsoft , por sua vez, corrigiu um bug que permitia que invasores roubassem dados em contas do Teams.

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