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Dados publicados pelo site Radar do Congresso apontam que Neri Geller é mais alinhado com pautas do Governo em comparação a Fagundes

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Levantamento realizado por meio do portal Radar do Congresso apontou que o deputado federal Neri Geller (PP) é mais alinhamento com as pautas do presidente Jair Bolsonaro (PL) em comparação ao senador Wellington Fagundes (PP).

Ambos são pré-candidato ao Senado Federal dentro da base governista no Congresso Nacional.

Conforme o sistema, a porcentagem demonstra o nível de alinhamento de senadores e deputados federais com o governo Federal.

As informações contabilizam as votações realizadas de 2019 a 13 de maio de 2022.

De acordo com os dados apurados, Neri Geller registra 95% de governismo em relação às pautas de Bolsonaro na Câmara de Deputados. Já Fagundes, possui um percentual menor e registra 87% no Senado Federal.

Em Mato Grosso, ambos os parlamentares planejam disputar as eleições com o rótulo bolsonarista, justamente para angariar maior quantidade de votos pelo Estado, que abriga grande percentual do eleitorado do presidente.

Neri Geller defende que sempre esteve ao lado do presidente e enfrentou matérias espinhosas dentro da base governista por meio do Progressista, partido que faz sustentação ao Planalto no Congresso.

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Já Wellington Fagundes é candidato no mesmo partido do chefe do Planalto e vem explorando a imagem do presidente desde a chega de Bolsonaro a legenda em novembro do ano passado.

O senador inclusive tem reforçado fortemente sua defesa pelas pautas bolsonaristas e recentemente defendeu a auditoria nas urnas.

 

Otavio Ventureli(da redação com radar)

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AMM MT está mobilizando Prefeitos do Estado para Encontro Nacional do dia 05 de Julho em Brasilia

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Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) está mobilizando os gestores de Mato Grosso para estarem presentes no dia 5 de julho, em Brasília.

Prefeitos vão se reunir com parlamentares para evitar a criação de novas despesas, acentuando o já considerado grave desequilíbrio orçamentário dos municípios.

Gestores também buscam sensibilizar os parlamentares sobre a aprovação da pauta municipalista em tramitação no Congresso Nacional.

Uma das prioridades do movimento municipalista é a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 122/2015, que proíbe a criação de novos encargos para os municípios sem a devida previsão orçamentária.

Já aprovada no Senado e por comissão especial da Câmara, a medida aguarda votação no Plenário da Câmara.

O presidente da AMM, Neurilan Fraga, destacou a importância da presença dos gestores em Brasília. “Vamos mobilizar o Congresso Nacional para evitar a criação de novas despesas e redução de receitas para que os prefeitos possam fazer uma administração eficiente que assegure resultados efetivos e atenda os anseios da população”, disse.

A concentração, na parte da manhã, ocorrerá na sede da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), onde haverá reuniões com as bancadas federais dos estados.

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À tarde a mobilização será no Congresso Nacional para sensibilizar os parlamentares sobre a necessidade da aprovação da PEC 122 e outras pautas.

No Congresso, em apenas seis propostas de pisos salariais para diferentes categorias, o aumento de despesas para os entes locais chega a R$ 55,7 bilhões por ano.

Duas dessas medidas estão em estágio avançado – aumento no piso de agentes comunitários de saúde e de endemias foi sancionado e aguarda regulamentação. A criação de piso para enfermeiros e outras categorias de saúde aguarda sanção e aprovação da PEC 11/2022.

Se acatado o entendimento do governo federal sobre o reajuste do piso do magistério, soma-se ainda despesa de R$ 30,46 bilhões por ano.

Portaria do Ministério da Educação anunciou em fevereiro percentual de reajuste de 33,24%, embora a CNM alerte que não há eficácia legal, uma vez que o critério para reajuste do piso em questão tem referência a uma lei revogada.

Ao mesmo tempo que propostas apresentadas na capital federal aumentam as despesas dos municípios, há outras que reduzem as receitas, agravando o cenário.

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São exemplos a redução de alíquota do ICMS para setores como combustíveis, energia e comunicações e o aumento de isenção no imposto de renda, o que juntos reduzem em R$ 31,5 bilhões/ano os recursos financeiros dos entes locais.

A ampliação da desoneração do IPI em 35% para diversos produtos – decretada pelo governo federal – representa outros R$ 6,75 bilhões de recursos que deixarão de chegar aos cofres municipais. 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoris de imprensa)

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