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Ministro da Saúde anuncia que o Governo fechou contrato com 4 grandes Indústrias do País para a compra de respiradores

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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta(foto) afirmou, nesta quarta-feira(08), que a pasta fechou um grande contrato para comprar respiradores com quatro indústrias brasileiras. Uma delas entregará 6,5 mil respiradores em 90 dias.

“Só Magnamed fechou para 6.500 respiradores para 90 dias. A gente espera começar e, no mês de maio, vamos aumentando. E, em 90 dias, temos o suficiente com a Magnamed”.

Mandetta afirmou que a pasta desisitiu da compra de 15 ml respiradores na China. Ele destacou que não havia segurança de receber os produtos.

— As compras na China estão praticamente todas não se confirmando. Tínhamos uma proposta de uma empresa para trazer até 15 mil respiradores, ela teria até 30 dias. Poderia chegar no 30° dia e dizer que não poderia. Descartamos essa possibilidade.

Mandetta disse que está contando com parcerias com várias empresas de outras áreas numa “enorme força-tarefa” para viabilizar a produção de equipamentos. Ele citou Klabin, Positivo, Embraer, White Martins e bancos, entre outras.

Leitos liberados

Mandetta afirmou que até 15 mil leitos serão liberados para pacientes de outras doenças que não precisam de cuidados de maior complexidade. Eles serão obtidos a partir da autorização para hospitais de pequeno porte — que têm de 31 a 49 leitos — receberem essas pessoas, como pacientes em internação crônica e que estão em pós-operatório de menor complexidade. Com isso, os hospitais maiores terão leitos liberados para a Covid-19.

— Queremos “desospitalizar” de nossos hospitais de maior complexidade. E nós estimamos que temos 15 mil leitos para cuidados prolongados. Não vão ser lá atendidos os pacientes de Covid. E um custeio de R$ 186 mil a 294 mil por mês conforme o porte. E o custo da emergência será de R$ 360 milhões. A autorização será feita a partir de solicitação do gestor do local, ou seja, dos municípios — disse Mandetta.

O ministro também disse que poderá ser feito um hospital de campanha para os indígenas:

— Estamos analisando a possibilidade de fazermos um para as comunidades indígenas. Hoje tivemos caso confirmado nos ianomâmi, o que muito nos preocupa. Temos feito retirada de pessoas de helicóptero para poder levar para centros de maior complexidade, procurado fazer isolamento, com toda a dificuldade que é de cultura, de explanação, de língua.

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ex-Senadora Selma Arruda é investigada pela Polícia Federal por omissão de uma doação feita pelo seu ex-primeiro suplente

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A juíza aposentada e ex-senadora cassada Selma Rosane Arruda(foto) é investigada por um novo crime eleitoral, que até então não tinha sido analisada em seu processo de cassação, finalizado em dezembro do ano passado.

Desta vez Selma é investigada pela Polícia Federal (PF) por omissão de uma doação de R$ 1,5 milhão feita pelo seu primeiro suplente, o produtor rural Gilberto Possamai.

A denúncia sobre o suposto novo crime eleitoral teria sido feita pelo terceiro colocado nas eleições ao Senado em 2018, Carlos Fávaro (PSD), que assumiu recentemente a vaga da ex-senadora. Segundo Fávaro, a omissão das doações configurou crime eleitoral com pena de até 5 anos de prisão.

A versão oficial dá conta de que Possamai teria emprestado R$ 1,5 milhão à Selma para que ela utilizasse recursos próprios. A defesa de Selma e do suplente anexaram, no processo de cassação, um contrato celebrado para oficializar o empréstimo.

O problema é que, em pelo menos duas ocasiões, Possamai foi à imprensa afirmar que o contrato teria sido forjado por “imposição” dos advogados da então senadora. “[A cassação] foi por causa dos advogados de merreca lá, que disseram que tinha que dizer que o dinheiro foi emprestado. Porcaria, pode pegar e falar que o dinheiro foi de outra forma, pô, o dinheiro é meu”, afirmou o empresário em abril de 2019.

Em seguida, no dia 23 de abril de 2019, a própria Selma disse durante pronunciamento no Senado que o valor utilizado pertencia ao suplente e que seria uma forma de doação e não empréstimo. “Então, eu acabei sendo acusada, sr. presidente, de abuso de poder econômico, mesmo gastando dinheiro exclusivo do meu primeiro suplente, ou seja, autofinanciamento de campanha”, afirmou.

Em nova entrevista, em maio do ano passado, Selma alegou que Possamai financiou sua campanha ou a maior parte dela pensando em ocupar o cargo em um período em que ela se licenciasse do Senado e ele assumisse. “Não é um em empréstimo o que e eu tenha que pagá-lo, mas um empréstimo que dei a garantia a ele de que eu iria cumprir” disse.

Esta frase, segundo os advogados de Fávaro, evidencia crime eleitoral na tentativa de omitir a doação do suplente. E, além disso, mostra que Selma teria “vendido” a vaga de suplente para Possamai.

Em março deste ano, a PF deu continuidade as investigações abertas e pediu, além da origem da doação, autorização para verificar despesas pagas com o recurso doado pelo suplente. A PF também pretende apurar outras despesas realizadas com o dinheiro “que eventualmente não tenham sido declaradas”, diz trecho do ofício encaminhado à Justiça Eleitoral.

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Menina de três anos é hospitalizada após sofrer violência sexual e o principal suspeito pelo crime é o irmão de 10 anos

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Um menina de 3 anos foi hospitalizada após sofrer violência sexual, na tarde de domingo (31), no bairro Jardim Glória, em Várzea Grande.

O principal suspeito pelo crime é o irmão da vítima, um menino de 10 anos que foi encaminhado ao Conselho Tutelar.

Segundo dados do boletim de ocorrências, a Polícia Militar foi chamada pelos servidores da Unidade de Pronto Atendimento do Ipase, com a informação de que uma criança havia sofrido abuso sexual.

Em conversa com a médica que atendeu e examinou a criança, foi relatado que a menina chegou ao local com sangramento vaginal e que a lesão sugeria estupro e ainda apontava para o risco da menina ter contraído uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST).

Questionada, a mãe na menina informou desconhecer o abuso. Perguntada sobre o que aconteceu, a menina apenas disse o nome do irmão.

Os policiais e o Conselho Tutelar buscaram o menino na casa da família e todos foram levados para a Central de Flagrantes para registro do boletim. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

 

Otavio Verntureli(com PJC )

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