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Aprosoja alerta ALMT sobre impactos da APF à economia do Estado

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Aprosoja alerta ALMT sobre impactos da APF à economia do Estado

Reunião foi na quarta-feira com presença da Sema-MT

13/09/2019

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) participou de audiência sobre temas ambientais na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Na oportunidade, a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazaretti, prestou informações aos parlamentares acerca das ações desenvolvidas pelo Executivo estadual para a prevenção e combate a incêndios florestais. A reunião aconteceu na última quarta-feira (11).

Gerente de Política Agrícola da Aprosoja-MT, Thiago Rocha representou a entidade no encontro, que contou com a participação de parlamentares e do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Normando Corral.

Na oportunidade, o gestor da Aprosoja abordou um tema de relevância para os produtores e para a economia do Estado: a Autorização Provisória de Funcionamento (APF) e como seus bloqueios têm travado a obtenção de crédito para a atividade agrícola, bem como, os reflexos danosos que isso trará à economia mato-grossense em curto prazo, como ponderou. Vários parlamentares se mostraram sensíveis à situação, em especial o presidente da Casa de Leis, Eduardo Botelho.

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Como sugestão, Rocha indicou que o Ministério Público e o Tribunal de Justiça do Estado sejam convidados a debater a questão no parlamento estadual, para que se busque uma solução conjunta para o impasse.

"Muitos produtores têm ficado sem a APF em virtude de divergências com as imagens de satélite. Há um caminho para questionar administrativamente os equívocos processuais. Porém, a Secretaria não consegue analisar os recursos a contento em virtude da alta demanda. Enquanto isso, o custeio e o investimento para a produção ficam comprometidos", disse o gestor.

Ele destacou ainda que a APF não é imprescindível para a gestão ambiental, já que por essência trata dos dados relativos ao uso do solo, o que já é contemplado pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR).

"O Estado precisa focar suas ações no SIMCAR, isso certamente trará maior eficiência para o órgão. O embaraço burocrático não é bom para a economia, não é bom para o meio ambiente, tampouco para o social. Agricultores familiares estão sofrendo por não conseguirem acessar os recursos do Pronaf, por exemplo. O problema precisa ser enfrentado com urgência", asseverou o gestor.

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A partir das diretrizes traçadas pela Diretoria da Aprosoja-MT, o tema tem prioridade máxima para à entidade, pois compromete diretamente a atividade de milhares de produtores, sendo assim, as áreas técnica e institucional não pouparão esforços para encontrar uma solução para o problema.

 

Fonte: Ascom/Aprosoja-MT

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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MILHO/CEPEA: Preços seguem tendências distintas entre regiões, mas recuos prevalecem

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Cepea, 20/9/2021 – Os preços do milho apresentaram comportamentos distintos entre as praças acompanhadas pelo Cepea ao longo da última semana, refletindo as diferentes condições do clima e de oferta e demanda regionais. No entanto, de modo geral, as quedas prevaleceram. De acordo com colaboradores do Cepea, a liquidez segue baixa, com muitos compradores ausentes do mercado – esses agentes sinalizam ter estoques, pelo menos para curto prazo, e estão à espera de novas desvalorizações. No Centro-Oeste, apesar da menor oferta na atual temporada, com a finalização da colheita e a ausência de compradores e exportadores, produtores aceitaram negociar o milho a valores mais baixos. Em regiões produtoras de safra verão, a melhora do clima e a possibilidade de avanço dos trabalhos de campo também pressionam as cotações. Por outro lado, em Minas Gerais e em São Paulo, produtores voltaram a limitar o volume ofertado, sobretudo os de praças paulistas, onde predomina o clima seco. Muitos destes agricultores têm voltado as atenções à soja, que, além de apresentar valores atrativos de comercialização, terá a semeadura iniciada em breve. Segundo agentes consultados pelo Cepea, apesar do atual cenário de baixa demanda, parte dos produtores opta por deixar a mercadoria nos armazéns, aguardando novas valorizações. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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