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CARNE SUÍNA: Metade das exportações foi para a China

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Enquanto o primeiro responde por 33% da participação, a região autônoma chinesa importa 16% da proteína brasileira. Entre janeiro e julho deste ano, as exportações de carne suína cresceram 30,4%, totalizando US$ 774,57 milhões. Foram remessadas ao exterior 362.842 toneladas ao longo do período. Os dados são do Ministério da Economia.

Valor –

Apenas a China adquiriu US$ 261,7 milhões em carne suína brasileira. O montante representa acréscimo de 45,2% sobre o que esse mesmo país importou entre janeiro e julho do ano passado. Em 2018, a China já havia ampliado em 202% as importações dessa proteína da indústria brasileira.

Hong Kong – Enquanto isso, a região autônoma Hong Kong comprou US$ 123,61 milhões em carne suína do país. Apesar de representar 16% das exportações brasileiras, houve queda de 9,2% na comparação com o mesmo período de 2018.

Rússia –

A Rússia, por sua vez, que era o principal mercado de destino da carne suína brasileira, agora representa 9,5% do total. O volume é expressivo, considerando que aquele país não importou a proteína brasileira no ano passado. Até o momento, as exportações para aquele destino somam US$ 78,86 milhões.

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América do Sul –

A América do Sul foi outro destino importante da proteína suína do Brasil no acumulado do ano. Neste caso, o principal comprador foi o Chile, com 7,2% de participação. Em seguida, aparece o Uruguai, com 6,5% de participação, e a Argentina, que comprou 5,6% de toda a carne suína brasileira exportada.

Cingapura –

Voltando para a Ásia, Cingapura aparece como o terceiro principal consumidor naquele continente, com 6,5% de participação. O Vietnã, que, assim como a China, tem sofrido com o surto de Peste Suína Africana, passou a adquirir a carne suína brasileira.

Neste caso, o país agora responde a 2,2% do total exportado, mas isso representa um aumento de 482% na comparação com o ano passado.

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CITROS/CEPEA: Clima quente favorece demanda por laranjas

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Cepea, 24/09/2021 – Segundo pesquisadores do Cepea, a procura por laranjas esteve firme no mercado de mesa paulista nos últimos dias, influenciada pelo aumento das temperaturas em todo o estado. A demanda por laranjas tardias, especificamente, se aqueceu ligeiramente, favorecida pela melhor qualidade das frutas e pelos preços mais atrativos frente aos da pera. Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a valência foi comercializada à média de R$ 39,10/cx com 40,8 kg, na árvore, elevação de 5,9% frente à da semana anterior. A pera, por sua vez, foi negociada a R$ 46,76/cx com 40,8 kg, na árvore, avanço de 2,9% no mesmo comparativo. LIMA ÁCIDA TAHITI – A demanda não reagiu significativamente para a tahiti como aconteceu com a laranja. Assim, o baixo calibre segue influenciando negativamente as cotações. De acordo com dados do Cepea, na semana, a tahiti teve média de R$ 30,45/cx com 27 kg, colhida, queda de 8,5% em relação ao período anterior. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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