Momento Agro

CITROS/CEPEA: Clima favorece e cotações seguem em alta

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Cepea, 4/9/2020 – O clima quente tem favorecido o mercado de cítricos em São Paulo. Com a maior demanda doméstica e a redução da oferta de frutas de boa qualidade (as laranjas estão mais miúdas e murchas), devido ao baixo volume de precipitação nas regiões produtoras, as cotações estão se mantendo em alta, atingindo valores bastante superiores aos registrados no mesmo período de anos anteriores. Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a laranja pera registrou média de R$ 31,02/cx de 40,8 kg, na árvore, leve aumento de 0,7% em relação à da semana passada. A valência, por sua vez, foi negociada na média de R$ 27,09/cx de 40,8 kg, na árvore, praticamente estável (+0,1%) no mesmo comparativo. No mercado de lima ácida tahiti, a demanda também está mais aquecida (por conta do início do mês e das altas temperaturas), e os preços retomaram o movimento de alta. Além da baixa oferta neste período de entressafra, as poucas frutas disponíveis estão ficando amareladas, devido ao clima quente. Assim, na média parcial da semana, a tahiti foi negociada a R$ 78,90/cx de 27 kg, colhida, avanço de 14,1% em relação à da semana anterior. Caso bons volumes de chuva sejam registrados no estado paulista até o fim deste mês, a perspectiva é de que a oferta volte a aumentar na segunda quinzena de outubro. Quanto ao mercado externo, o ritmo dos envios de limão deve diminuir a partir da próxima semana. Apesar dos bons preços, as vendas estão enfraquecidas e a maior entrada de frutas do México vem dificultando ainda mais o escoamento do produto brasileiro para a Europa. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA

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Momento Agro

SUÍNOS/CEPEA: Em setembro, preços do vivo e da carne atingem recordes reais

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Cepea, 1º/10/2020 – Os preços do suíno vivo, da carcaça e dos cortes seguiram em alta no mercado brasileiro ao longo de setembro e, com isso, as médias mensais, em algumas regiões levantadas pelo Cepea, atingiram recordes reais. Pesquisadores do Cepea ressaltam que o movimento de alta no setor é verificado há quatro meses e se deve à oferta reduzida de animais em peso ideal para abate e ao bom desempenho das exportações brasileiras da carne. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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