Momento Agro

Confira o que pode alavancar as cotações do milho à partir desta segunda(17)

Publicados

em

 

          O excesso de chuvas no cinturão produtor dos Estados Unidos prejudicou o plantio do milho, o que reduziu a área plantada em relação ao previsto inicialmente. Mas, agora, o problema é outro: a previsão de mais precipitações coloca em risco o bom desenvolvimento das plantas.

     Confira  o que pode mexer com os preços do grão a partir desta segunda-feira(17). As dicas são do analista Fernando Henrique Iglesias.

     O mercado segue observando atentamente os modelos climáticos para o Meio-Oeste norte-americano. O excesso de chuvas em alguns estados prejudica o desenvolvimento das lavouras, podendo resultar em baixa produtividade;

     O relatório semanal de condições das lavouras do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) ocupa um papel de destaque na formação de tendência de curto prazo;

     Além disso, o mercado observará atentamente o relatório trimestral dos estoques divulgado pelo USDA no próximo dia 28, com projeções mais concretas em torno da área plantada de milho e da produtividade média;
A guerra comercial entre EUA e China segue em curso com ataques em direção a grandes empresas, até o momento não há indícios claros de trégua.

Leia Também:  OVOS/CEPEA: Após forte queda, preço do ovo reage na 2ª semana do mês

     A paridade de exportação segue determinante para a formação dos preços no curto prazo, com a movimentação na Bolsa de Chicago e o processo de desvalorização do real ao longo da sexta-feira(14), houve novo reajuste dos preços nos portos, aumentando a concorrência para o consumidor doméstico;

     O clima seco em grande parte do Centro-Sul do Brasil favorece o avanço do trabalho de campo;
Internamente, as indicações no porto chegaram a alcançar o patamar de R$ 42 no decorrer da sexta-feira(14), aumentando a competição para o consumidor doméstico.

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Momento Agro

O Boletim do Leite de janeiro já está disponível!

Publicados

em


Cepea, 18/01/2022 – Nesta edição, confira:

Preço fecha 2021 com recuo de 9,4%; cenário para 2022 é desafiador
O preço do leite pago ao produtor em dezembro, referente à captação de novembro, fechou a R$ 2,1210/litro na “Média Brasil” líquida do Cepea, recuos de 3,7% frente a novembro/21 e de 9,4% em relação ao mesmo período de 2020, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de dezembro/21). Leia mais.

2021: ano desafiador para a indústria de laticínios 
A oferta limitada de leite no campo, a competição entre laticínios para assegurar a compra da matéria-prima e o enfraquecimento da demanda por lácteos marcaram a pecuária leiteira em 2021. Pesquisas realizadas pelo CEPEA, com o apoio da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), indicam que as médias dos preços do leite UHT, do queijo muçarela e do leite em pó (400gr) negociados no atacado do estado de São Paulo entre janeiro e dezembro de 2021 fecharam em R$ 3,43/litro, R$ 26,28/kg e R$ 24,80/kg, respectivamente, 0,6%, 0,4% e 7% acima das médias de 2020, em termos reais (deflacionados pelo IPCA de dez/21). Leia mais.

Leia Também:  ETANOL/CEPEA: Com lento ritmo de negócios, cotações seguem estáveis

Em 2021, exportações de lácteos aumentam 19%; importações recuam 21%
Em 2021, o cenário internacional do setor lácteo foi marcado pela elevação dos volumes exportados e redução das importações. Esse cenário é resultado principalmente do alto patamar da moeda norte-americana e da crescente perda do poder de compra do consumidor brasileiro. Segundo dados da Secex, os embarques nacionais de produtos lácteos totalizaram 38,8 mil toneladas em 2021, avanço de 19% em relação a 2020 e o maior volume desde 2016. Leia mais.

Cenário externo e alta do dólar impulsionam custos em quase 19% no ano
O COE (Custo Operacional Efetivo) da pecuária leiteira avançou 18,67% em 2021 na “Média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP) e, entre novembro e dezembro, especificamente, a alta foi de 0,84%. Os grupos de custos que apresentaram aumentos mais significativos no ano foram adubos e corretivos (79,85%), combustíveis (53,28%) e suplementação mineral (32,37%). Leia mais.

Fonte: CEPEA

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA