Momento Agro

Milho futuro sobe 1,63% na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira e anima mercado

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   A segunda-feira (16) chega ao final com os preços internacionais do milho futuro valorizados na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram altas entre 4,00 e 5,25 pontos.
 
   O vencimento dezembro/19 foi cotado à US$ 3,74 com alta de 5,25 pontos, o março/20 valeu US$ 3,86 com valorização de 4,45 pontos, o maio/20 foi negociado por US$ 3,94 com ganho de 4 pontos e o julho/20 teve valor de US$ 4,01 com elevação de 4,25 pontos.
 
   Esses índices representaram valorização, com relação ao fechamento da última sexta-feira, de 1,63% para o dezembro/19, 1,31% no março/20 e de 1,03% para o maio/20.
 
   Segundo informações da Agência Reuters, os futuros de milho nos Estados Unidos subiram nesta segunda-feira, com o apoio do aumento dos preços do petróleo mais do que compensando a pressão do clima favorável para as culturas em desenvolvimento tardio.
 
   “Os preços dos grãos foram amplamente apoiados pelo rali de segunda-feira de cerca de 12% após os ataques de fim de semana às instalações de petróleo da Arábia Saudita”, aponta Karl Plume da Reuters Chicago.

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   No mercado físico brasileiro, a segunda-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, a única desvalorização registrada aconteceu em Castro/PR (1,39% e preço de R$ 35,50).
 
   Já as valorizações foram percebidas nas praças de Campinas/SP (1,31% e preço de R$ 37,92), Panambi/RS (1,71% e preço de R$ 32,04), Jataí/GO (1,79% e preço de R$ 28,50), Rio Verde/GO (1,79% e preço de R$ 28,50) e Brasília/DF (13,21% e preço de R$ 30,00).
 

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MILHO/CEPEA: Preços seguem tendências distintas entre regiões, mas recuos prevalecem

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Cepea, 20/9/2021 – Os preços do milho apresentaram comportamentos distintos entre as praças acompanhadas pelo Cepea ao longo da última semana, refletindo as diferentes condições do clima e de oferta e demanda regionais. No entanto, de modo geral, as quedas prevaleceram. De acordo com colaboradores do Cepea, a liquidez segue baixa, com muitos compradores ausentes do mercado – esses agentes sinalizam ter estoques, pelo menos para curto prazo, e estão à espera de novas desvalorizações. No Centro-Oeste, apesar da menor oferta na atual temporada, com a finalização da colheita e a ausência de compradores e exportadores, produtores aceitaram negociar o milho a valores mais baixos. Em regiões produtoras de safra verão, a melhora do clima e a possibilidade de avanço dos trabalhos de campo também pressionam as cotações. Por outro lado, em Minas Gerais e em São Paulo, produtores voltaram a limitar o volume ofertado, sobretudo os de praças paulistas, onde predomina o clima seco. Muitos destes agricultores têm voltado as atenções à soja, que, além de apresentar valores atrativos de comercialização, terá a semeadura iniciada em breve. Segundo agentes consultados pelo Cepea, apesar do atual cenário de baixa demanda, parte dos produtores opta por deixar a mercadoria nos armazéns, aguardando novas valorizações. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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