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Ministério Público Estadual pede que governo do Rio Grande do Sul suspenda agroquímico

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       A Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, encaminhou  um pedido para que o governo do estado avalie a possibilidade de restringir o uso do inseticida fipronil, na modalidade foliar, através da suspensão provisória do registro do produto no Cadastro Estadual de Registro de Agrotóxicos.
 
       O produto é usado no Brasil para proteger sementes de soja contra insetos como o bicudo.
 
      O ofício, encaminhado à Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) e às Secretarias da Agricultura Pecuária e Desenvolvimento Rural e de Meio Ambiente e Infraestrutura, foi expedido no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar as causas da morte de abelhas no estado.
 
      De acordo com inquérito, coletas feitas em 32 municípios gaúchos mostraram que em torno de 400 milhões de abelhas morreram no Rio Grande do Sul entre outubro do ano passado e março deste ano.
 
      Conforme o promotor de Justiça Alexandre Saltz, em junho deste ano, o Ministério Público propôs que empresas produtoras do inseticida suspendessem voluntariamente a comercialização da modalidade foliar do produto. “Impõe-se avançar na limitação da sua comercialização e uso, especialmente às vésperas do início da safra”, destacou.
 
       O MP lembrou ainda que há outras formas de uso do inseticida em questão, além de outros tantos princípios ativos com finalidade idêntica.
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CITROS/CEPEA: Clima quente favorece demanda por laranjas

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Cepea, 24/09/2021 – Segundo pesquisadores do Cepea, a procura por laranjas esteve firme no mercado de mesa paulista nos últimos dias, influenciada pelo aumento das temperaturas em todo o estado. A demanda por laranjas tardias, especificamente, se aqueceu ligeiramente, favorecida pela melhor qualidade das frutas e pelos preços mais atrativos frente aos da pera. Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a valência foi comercializada à média de R$ 39,10/cx com 40,8 kg, na árvore, elevação de 5,9% frente à da semana anterior. A pera, por sua vez, foi negociada a R$ 46,76/cx com 40,8 kg, na árvore, avanço de 2,9% no mesmo comparativo. LIMA ÁCIDA TAHITI – A demanda não reagiu significativamente para a tahiti como aconteceu com a laranja. Assim, o baixo calibre segue influenciando negativamente as cotações. De acordo com dados do Cepea, na semana, a tahiti teve média de R$ 30,45/cx com 27 kg, colhida, queda de 8,5% em relação ao período anterior. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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