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PF fecha fábricas de bebidas clandestinas na Bahia

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Nesta terça-feira (21), foi interditado pela Polícia Federal em uma ação conjunta com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), duas fábricas clandestinas de bebidas alcoólicas no município de Cachoeira, no estado da Bahia, logo após fiscalização.

A ação só pode ser realizada após denúncias de irregularidades na produção e comércio de licores terem sido feitas.

Auditores fiscais agrícolas federais descobriram que as instituições estavam operando ilegalmente.

Os locais que foram fiscalizados apresentaram bebidas fora dos padrões de identidades e qualidade, infraestruturas inadequadas, rotulagem em desconformidade com as normas estabelecidas e do uso de matérias-primas sem procedência.

Durante a inspeção nas fábricas em 2021, 10 amostras foram coletadas de diversos licores ilícitos.

Com a realização das análises realizadas pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA), seis deles suspeitaram de alguma forma de descumprimento, como a presença de metanol (composto natural da família do álcool que é tóxico e potencialmente prejudicial à saúde humana). Ultrapassando os limites determinados pela legislação brasileira, apresentando cerca de três vezes o máximo permitido, bem como a presença de corantes como o Amarelo Tartrazina e o Amarelo Crepúsculo, substâncias potencialmente alérgicas. Foram encontradas contraindicações, como teor alcoólico abaixo do limite mínimo dos produtos e teor de ácido sórbico acima do máximo permitido.

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As instituições foram multadas e devem cumprir os requisitos para a remediação, como, por exemplo, obter registro no MAPA, adotar bons procedimentos de produção, ajustar listagem de rótulos, cláusulas de advertência e teor alcoólico e ter um Responsável Técnico habilitado através da produção, padronização e gestão de bebidas.

De acordo com Sérgio Cerqueira, chefe do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal da Bahia, “orientamos que a população consuma sempre produtos que estão registrados no Ministério da Agricultura. Desta forma, evita-se o risco de consumir produtos que venham gerar intoxicações e prejudicar a saúde”.

Fonte: Agroplus.tv

Fonte: AgroPlus

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Momento Agro

ALGODÃO/CEPEA: Valor externo cai e pressiona cotações no BR

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Cepea, 29/6/2022 – Os preços do algodão em pluma estão em queda nos mercados externo e interno. O cenário inflacionário e as perspectivas de recessão econômica mundial e de redução na demanda global, sobretudo por parte da China, são alguns dos fatores que exerceram pressão sobre os valores internacionais e, consequentemente, domésticos. No Brasil, as cotações, que já estavam enfraquecidas, operam atualmente nos patamares observados no início deste ano. Parte dos vendedores segue mais flexível em suas pedidas, mas, ainda assim, alguns compradores ofertam valores ainda menores, limitando a liquidez. A demanda, por sua vez, está enfraquecida. Segundo pesquisadores do Cepea, muitos compradores estão atentos aos avanços da colheita e do beneficiamento, que têm elevado o número de lotes da safra nova disponibilizados no spot, e, com isso, têm expectativa de conseguirem negócios a preços inferiores. Entre 21 e 28 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento 8 dias, caiu 12,7%, fechando a R$ 6,4822/lp nessa terça-feira, 28, o menor valor desde o dia 5 de janeiro de 2022 (R$ 6,4446/lp). Na parcial de junho, a baixa é de expressivos 20,3%. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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