Momento Agro

Soja fecha estável em Chicago, nesta segunda(16), mas sobe mais de 1% no interior do Brasil

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    Os preços da soja fecharam a segunda-feira (16) com estabilidade na Bolsa de Chicago.
 
   Os futuros da oleaginosa subiram pouco mais de 1 ponto entre as posições mais negociadas, com o novembro valendo US$ 9,00 e o março, US$ 9,25 por bushel. 
 
   Durante todo dia esse foi o comportamento do mercado, se equilibrando entre as notícias que vinham do mercado financeiro – pautadas pela disparada dos preços do petróleo, de mais de 10% – e da conclusão da nova safra norte-americana.
 
   No entanto, a soja foi a commodity agrícola com as reações mais tímidas diante da escalada do petróleo, já que o milho, o trigo, o açúcar e o café subiram mais de 1% entre Chicago e Nova York. 
 
   "A macroeconomia, arrastada pela alta agressiva nos preços do petróleo mundial, oferece um forte suporte às commodities agrícolas, principalmente aquelas com biocombustíveis como subprodutos. Do outro lado, o cenário climático para a segunda metade de setembro aqui nos Estados Unidos se mostra altamente favorável para o desenvolvimento reprodutivo da soja e do milho", explicam os diretores da ARC Mercosul.
 
   Ainda nesta segunda(16), os traders  estiveram atentos à nova venda de soja dos EUA para a China anunciada pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Foram 256 mil toneladas e o volume é todo da safra 2019/20.
 
   PREÇOS NO BRASIL
 
   No Brasil, apesar da estabilidade também no dólar -dada a cautela inspirada pela cena exterior – os preços subiram em boa parte das praças de comercialização do interior do país pesquisadas pelo Notícias Agrícolas. E os ganhos passaram de 1%, com as referência ainda acima dos R$ 70,00 por saca. 
 
   Já nos portos, os preços permaneceram estáveis para os indicativos de maio do próximo ano, enquanto o produto disponível registrou perdas de mais de 1%, para levar as cotações a R$ 84,50 em Paranaguá e R$ 85,00 por saca em Rio Grande. 
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Momento Agro

CITROS/CEPEA: Clima quente favorece demanda por laranjas

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Cepea, 24/09/2021 – Segundo pesquisadores do Cepea, a procura por laranjas esteve firme no mercado de mesa paulista nos últimos dias, influenciada pelo aumento das temperaturas em todo o estado. A demanda por laranjas tardias, especificamente, se aqueceu ligeiramente, favorecida pela melhor qualidade das frutas e pelos preços mais atrativos frente aos da pera. Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a valência foi comercializada à média de R$ 39,10/cx com 40,8 kg, na árvore, elevação de 5,9% frente à da semana anterior. A pera, por sua vez, foi negociada a R$ 46,76/cx com 40,8 kg, na árvore, avanço de 2,9% no mesmo comparativo. LIMA ÁCIDA TAHITI – A demanda não reagiu significativamente para a tahiti como aconteceu com a laranja. Assim, o baixo calibre segue influenciando negativamente as cotações. De acordo com dados do Cepea, na semana, a tahiti teve média de R$ 30,45/cx com 27 kg, colhida, queda de 8,5% em relação ao período anterior. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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