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Bebê tapuraense de apenas um mês de vida vence a Covid-19

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Após quatro dias depois do seu nascimento, o pequeno bebê Leonne Wadryan da Silva foi diagnosticado com Covid-19 no hospital em Sorriso. Depois de realizar um procedimento cirúrgico, o bebê precisou ser internado  na UTI em Cuiabá . Leonne passou 30 dias no hospital e hoje pode voltar ao seu lar, junto a sua mãe e sua irmã gêmea, ambos com um mês e quinze dias de vida. Uma linda história com o final feliz.

A vendedora Bruna da Silva, de 25 anos, após 4 dias de dar à luz aos gêmeos Leonne e Loyanne foi diagnosticada com o novo coronavírus.  Para complicar ainda mais a situação o seu filho Leonne nasceu com problemas de saúde e logo deve que fazer uma cirurgia de emergência no hospital em Sorriso, por sua vez, o filho também foi diagnosticado com Covid-19. Uma das separações mais dolorosas, a mãe foi afastada dos filhos recém-nascidos. Leonne foi transferido para Cuiabá, onde recebeu cuidados na UTI e Loyanne ficou em Tapurah aos cuidados da avó materna, já Bruna ficou em recuperação domiciliar em casa.

A mãe, só conseguia notícias do filho pelo telefone, já a da filha, ela recebia fotos e vídeos chamadas. Foram longos e dolorosos dias, noites mal dormidas, pensamentos acelerados e muitas orações e vibrações positivas. Até o dia de hoje, 31 de julho de 2020, após 30 dias, os bebês e a mamãe puderam voltaram pra casa juntos, todos curados da COVID-19.

“Vivemos um momento mágico na hora de voltar para casa, estou muito feliz. Agora sim vou poder curtir e amar ainda mais meus filhotes juntos, agradeço a toda a equipe médica, foram maravilhosos comigo e com meus filhos, é um alívio saber que estamos bem e curados, mesmo sabendo que a batalha do Leonne ainda não acabou, ele precisa fazer mais uma cirurgia no bracinho ainda, mas com fé em Deus, tudo vai dar certo”, conta Bruna.

A Diretora do Hospital, Rosimeire Amaro Alves, que acompanha toda a história, ter este final feliz é gratificante. “Hoje, observando a família unida novamente, é a sensação de dever cumprido, nós, minha equipe toda, fizemos a nossa parte e ainda vamos ficar acompanhando a família por um bom período, a saúde está se desdobrando para cuidar de todos, é nosso dever dar condições e cuidados a todos que necessitam de auxílio médico, me sinto realizada”, diz Rosi.

Fonte: AMM

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Momento Cidades

Vítimas de violência doméstica poderão fazer denúncia em farmácias de Tapurah

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Uma campanha envolvendo todas as áreas da Secretaria Municipal de Assistência Social de Tapurah pretende incentivar as vítimas de violência doméstica a denunciarem agressões nas farmácias. Pela campanha Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica, basta mostrar um X vermelho na palma da mão para que o atendente ou o farmacêutico entenda tratar-se de uma denúncia e em seguida acione a polícia e encaminhe o acolhimento da vítima.   

A ação é voltada para as mulheres que têm dificuldade para prestar queixa de abusos, seja por vergonha ou por medo. “É uma ação para salvar vidas. Os casos de violência contra as mulheres aumentaram no período da quarentena, mas há subnotificação, visto que as mulheres não conseguem sair para ir à delegacia. Até mesmo fazer uma chamada para o 180 passa a ser arriscado pela proximidade constante com o agressor”, explica a Secretária Municipal de Assistência Social, Jô Luza. 

Todas as farmácias de Tapurah, são parceiras na iniciativa. Segundo o material da campanha, atendentes e farmacêuticos seguirão protocolos preestabelecidos para lidar com a situação e não necessariamente serão chamados a testemunhar nos casos. 

A campanha é incentivada também pela Prefeita Maria Martelli “O isolamento social tem sido mais um desafio no combate à violência contra a mulher. Por isso, novas ferramentas foram criadas. A vítima, muitas vezes, não consegue denunciar as agressões. Por isso, é preciso agir com urgência”, disse a prefeita Maria. 

Entre março e abril deste ano, já em meio à pandemia do novo coronavírus, os casos de feminicídio cresceram 22,2% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com um levantamento feito em 12 estados e divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). No mesmo levantamento, o FBSP apontou queda na abertura de boletins de ocorrência ligados à violência doméstica. Para a entidade, os dados do levantamento demonstram que, ao mesmo tempo em que estão mais vulneráveis durante a crise sanitária, as mulheres têm tido mais dificuldade para formalizar queixa contra os agressores. 

DISQUE 180 

A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 presta uma escuta e acolhida qualificada às mulheres em situação de violência. O serviço registra e encaminha denúncias de violência contra a mulher aos órgão competentes, bem como reclamações, sugestões ou elogios sobre o funcionamento dos serviços de atendimento. 

O serviço também fornece informações sobre os direitos da mulher, como os locais de atendimento mais próximos e apropriados para cada caso: Casa da Mulher Brasileira, Centros de Referências, Delegacias de Atendimento à Mulher (Deam), Defensorias Públicas, Núcleos Integrados de Atendimento às Mulheres, entre outros. 

A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. São atendidas todas as pessoas que ligam relatando eventos de violência contra a mulher. O Ligue 180 atende todo o território nacional e também pode ser acessado em outros 16 países. 

Fonte: AMM

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