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Bolsonaro recebe Kalil e Jayme Campos e determina que Várzea Grande também receba vacinas extras

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“Várzea Grande passou a ter uma interlocução direta com a Presidência da República”, comemorou o prefeito Kalil Baracat (MDB) acompanhado pelo senador Jayme Campos (DEM/MT) e pelo secretário de Estado, César Miranda Lima, após serem recebidos pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro-chefe da Casa Civil, General Luiz Eduardo Ramos, em encontro extra agenda oficial.

No encontro foi tratada a questão da vacinação contra a COVID 19 por causa da Copa América realizada na Capital de Mato Grosso, mas que tem acesso direto por Várzea Grande que é uma cidade vizinha e sede do Aeroporto Internacional Marechal Rondon.

“Atendendo um pedido do senador Jayme Campos, o presidente da República, Jair Bolsonaro, nos recebeu, demonstrando desprendimento e o mesmo tratamento que teve para com Cuiabá e a preocupação de realizar os jogos da Copa América, de forma segura para todos, jogadores, populares, enfim, para demonstrar que é possível fazer um evento com segurança e aonde a comemoração e o futebol sejam as principais estrelas junto com a população”, disse o prefeito de Várzea Grand,e ao frisar que as doses extras de vacinas para Várzea Grande chegarão no mesmo dia que chegarão para Cuiabá.

O senador Jayme Campos sinalizou que o presidente Jair Bolsonaro demonstrou postura política de governante ao determinar ao ministro Marcelo Queiroga que desse o mesmo tratamento para Várzea Grande que foi oferecido para Cuiabá, já que não se tem como fazer distinção entre ambas as cidades e sua posição geográfica, importância para Mato Grosso e para o Brasil, sem contar que as seleções que jogarão na Arena Pantanal irão treinar no Estádio Municipal Dito Souza.

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“O ministro da Saúde é um médico que conhece a realidade de Mato Grosso e de Várzea Grande e Cuiabá, por isso acredito ser possível atender ambos os pedidos e até mesmo ajudar na imunização do maior número de pessoas possíveis”, disse Jayme Campos exaltando a interlocução do ministro Luiz Eduardo Ramos que prontamente agendou uma audiência com o presidente da República, por entender que os pedidos efetivados eram de extrema importância para a população e para Mato Grosso, bem como suas duas principais cidades, Cuiabá e Várzea Grande.

Jayme Campos lembrou que não existe concorrência entre Cuiabá e Várzea Grande, apenas a demonstração de que o tratamento tem que ser igualitário para todos e disparou, “queríamos que houvesse vacina para toda a população do Brasil para controlarmos em definitivo a pandemia da COVID 19”, asseverou o senador democrata.

Kalil Baracat assinalou que a vacina é preponderante e fundamental, mas o mais importante foi criar uma interlocução direta com o presidente da República e com seu ministério para fazermos o enfrentamento das dificuldades que Várzea Grande tem em vários setores, principalmente de infraestrutura. “Temos muitos projetos que vamos apresentar à Presidência da República através do gabinete do senador Jayme Campos e dos demais deputados federais e senadores de Mato Grosso”, explicou Kalil Baracat.

INFRAESTRUTURA E AGRONEGÓCIO

Jayme Campos assinalou ainda que discutiu rapidamente com o presidente Jair Bolsonaro e com o ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, projetos estratégicos como a Ferronorte de Rondonópolis até Cuiabá e Várzea Grande; a Ferrogrão e a FICO – Ferrovia do Centro Oeste; as BRs 364/070/163, além da 158, 242 e 174 que se saírem do papel potencializarão 100 vezes a capacidade de produção de alimentos do agronegócio de Mato Grosso.

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“Efetivamente pontuei para o presidente Jair Bolsonaro que se essas obras se tornarem realidade, Mato Grosso será destaque Mundial e o Brasil vai por mais de duas décadas alimentar no mundo com sua produção sempre crescente, vertiginosa e o que é melhor, respeitando as regras ambientais de preservação do meio ambiente aliado ao desenvolvimento com outras obras de infraestrutura seja de ferrovias, seja por rodovias ou por hidrovias, pois todos estes modais estão interligados e serão muito bem explorados pelo agronegócio, gerando emprego, renda e principalmente oportunidades”, disse Jayme Campos.

Ele frisou que o presidente Jair Bolsonaro demonstrou interesse nessas obras e principalmente em potencializar Mato Grosso e o Brasil através do agronegócio. “Ele expressou mais do que interesse e vontade de sentar e novamente discutir estes projetos estratégicos para o Brasil”, disse Jayme Campos.

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda lembrou o desprendimento do presidente Jair Bolsonaro, do senador Jayme Campos e do prefeito Kalil Baracat, todos imbuídos de boas intenções em prol do Estado, de Várzea Grande e de sua gente. “Assim é que se constrói pontes de relacionamento político, com resultados para todos e não apenas para poucos”, disparou.

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Maioria dos municípios ainda não estabeleceu fonte de arrecadação para custear manejo de resíduos sólidos

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Os Desafios e as Soluções no Setor de Manejo de Resíduos Sólidos no Brasil foi um dos temas debatidos na reunião sobre a Regionalização e Sustentabilidade dos Serviços de Resíduos Sólidos, promovido pela Associação Mato-grossense dos Municípios-AMM nesta quinta-feira (29). O assunto foi tratado pelo presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana-Selurb, Marcio Matheus.

O palestrante falou sobre reflexos e modelo de custeio da evolução dos serviços de manejo de resíduos sólidos, apresentando dados e informações para a conjuntura estadual analisar e colocar em prática o Marco Regulatório do Saneamento Básico.

De acordo com os dados apresentados, cerca de 55% dos municípios brasileiros ainda não estabeleceram fonte de arrecadação específica para custear o serviço de manejo de resíduos sólidos e mais de 3.400 municípios brasileiros dispõem inadequadamente 29 milhões de toneladas de resíduos em lixões ou aterros controlados anualmente. Com relação à reciclagem, na região Centro-Oeste apenas 2% dos resíduos são reaproveitados, com cobertura de coleta de 79%.

O presidente explicou que uma cidade com 100 mil habitantes é atendida por um aterro municipal com custo de mais de R$ 269 ao dia, ao passo que 20 cidades são atendidas também por um aterro e o custo é reduzido para R$ 85,64 por dia, ou seja, uma das soluções é regionalizar o aterro para que mais cidades possam fazer o descarte.

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Fonte: AMM

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