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CNM alerta Municípios para participação no Censo 2021

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Para incentivar maior participação dos Municípios na realização do Censo Demográfico que acontecerá em 2021, a Confederação Nacional de Municípios (CNM), em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), reúne orientações e ferramentas para auxiliar a gestão local. A entidade entende que o engajamento dos Entes municipais é importante para evitar impactos negativos.

Os dados do Censo Demográfico, que contabiliza a população residente e coleta outras informações socioeconômicas, impactam diretamente nas finanças, uma vez que é base para o cálculo dos coeficientes de repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Além disso, influenciam nas políticas públicas municipais para as próximas gestões.

Uma efetiva participação dos Municípios no monitoramento e acompanhamento das ações propostas pelo Censo pode contribuir para solucionar o problema da defasagem da estimativa populacional. Isso porque, atualmente, o modelo pode não condizer com a realidade dos Municípios em relação ao número de habitantes – o que ocasiona em perdas significativas de receitas e dificuldades para prestar serviços essenciais à população.

Por isso, a CNM propõe, aos gestores, participação em três frentes:

1) Seminários do CNM Qualifica – orientações, ferramentas e esclarecimentos das principais dúvidas sobre o processo por meio de curso a distância. Em outubro, haverá dois eventos. O de 7 e 8 de outubro está com vagas esgotadas. Ainda há vagas, embora limitadas, para o encontro de 21 e 22 de outubro. Acesse o curso do Censo 2021 no portal do CNM Qualifica para se inscrever.

2) Intercâmbio de endereços – passo fundamental para que as equipes da prefeitura e do IBGE tenham um mapa integral do território do Município com todos os logradouros para que nenhum cidadão fique de fora do Censo. No conteúdo exclusivo da CNM, faça a adesão de seu Município. É uma ação simples, desburocratizada e de grande impacto para a gestão municipal.

3) Reuniões de Planejamento e Acompanhamento (Repac) – promovidas pelo IBGE em todos os Municípios com o objetivo de proporcionar mais integração entre prefeitura e o Instituto, relativo a encaminhamentos e monitoramento do Censo em nível local. 

Em caso de dúvidas, a equipe da CNM está à disposição dos gestores nos telefones (61) 2101.6059 ou 6060 ou pelo e-mail [email protected]

Fonte: AMM

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Mato Grosso registra 135.950 casos confirmados e 3717 óbitos por Covid 19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde deste domingo (18.10), 135.950 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 3.717 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. Foram notificadas 166 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 135.950  casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 14.810 estão em isolamento domiciliar e 116.824 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 191 internações em UTIs públicas e 196 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 47,75% para UTIs adulto e em 22% para enfermarias adulto. Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (26.691), Rondonópolis (9.876), Várzea Grande (9.680), Sinop (6.441), Sorriso (6.068), Lucas do Rio Verde (5.812), Tangará da Serra (5.470), Primavera do Leste (4.650), Cáceres (3.381) e Campo Novo do Parecis (2.844).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.  O documento ainda aponta que um total de 109.863 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 93 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

No último sábado (17), o Governo Federal confirmou o total de 5.224.362 casos da Covid-19 no Brasil e 153.675 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 153.214 óbitos e 5.200.300 confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus. Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de domingo (18).

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Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O mundo alcançou a marca de 40 milhões de casos confirmados do novo coronavírus, apontou o monitoramento da universidade norte-americana Johns Hopkins nesta segunda-feira (19). O número de mortos pela Covid-19 desde o início da pandemia em todo o planeta passa de 1,1 milhão.

Segundo o levantamento, o país com o maior número absoluto de casos continua sendo os Estados Unidos, com mais de 8,1 milhões. Em seguida, vem a Índia, com mais de 7,5 milhões. O Brasil aparece em terceiro lugar, com mais de 5,4 milhões de registros do novo coronavírus desde o início da pandemia. Os três países concentram mais da metade dos casos no mundo.

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A primeira notificação oficial do vírus causador da Covid-19 ocorreu em 31 de dezembro em Wuhan, na China. De lá para cá, a proliferação da doença aumentou, em ondas de maior ou menor aceleração. Nos últimos 33 dias, foram mais de 10 milhões de novos casos da Covid-19.

No domingo (18), a Europa chegou a mais de 250 mil mortes por complicações do novo coronavírus, um quinto de todas as mortes por Covid-19 no mundo, desde o início da pandemia. O continente registra também mais de 7,3 milhões de casos da doença. A Itália vem batendo, nos últimos quatro dias, seu recorde diário de novos casos de Covid-19. Entre sábado e domingo, o país registrou 11.705 casos de coronavírus, a maior contagem diária desde o início do surto no país. 

Houve também aumento no número de mortes – foram 69, contra 47 anunciadas no sábado; 55 na sexta; e 83 na quinta. O número é bem menor que os registrados no auge da pandemia na Itália (entre março e abril), quando um pico diário de mais de 900 mortes foi alcançado. A Itália foi o primeiro país da Europa a ser atingido pela Covid-19 e tem o segundo maior número de mortos no continente, atrás apenas do Reino Unido.(G1)

Fonte: AMM

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