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Educação promove formação para Técnicos de Suporte Administrativo com foco no retorno das aulas

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Visando preparar os profissionais da educação da rede municipal de ensino para o retorno das aulas presenciais, que serão de forma híbrida a partir do dia 02 de agosto, a Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Smecel) tem promovido várias formações. Entre elas está a formação continuada para os Técnicos de Suporte Administrativo Educacional (TSAEs – Serviços Gerais), realizada entre os dias 21 e 23 de julho.

Ao todo, participaram 350 TSAEs, divididos em seis turmas para evitar a aglomeração. Todos receberão certificados de participação com carga horária de 10 horas. A formação foi coordenada pelas Superintendências Operacional do Sistema Escolar e Pedagógica e contou também com a participação da equipe da Superintendência de Esporte e Lazer com as aulas de ginástica laboral.

Os temas abordados foram: higiene; higienização, limpeza e esterilização; limpeza de áreas; equipamentos de proteção individual; orientação em casos de acidentes biológicos; entendendo seu propósito, atribuições e a sua importância; empatia, ouvir e se comunicar de maneira assertiva; autoestima, autoconfiança e as relações de trabalho; a importância do nosso sentir; o corpo fala; solucionando conflitos com a comunicação positiva; autorresponsabilidade, autocrítica e autocobrança; e ferramenta de disciplina positiva.

Durante a formação foi destacada a importância da preparação dos ambientes escolares para o retorno das atividades escolares, fazendo a desinfecção das salas de aula, salas dos professores, sala dos diretores e supervisores, biblioteca, cantina, banheiros, entre outros. O uso do álcool 70%, do detergente e da solução clorada foram apontados como itens importantes para limpeza e desinfecção dos ambientes, alimentos e objetos.

Foi destacado ainda o uso de equipamentos de proteção individual (máscara, luvas, avental, botas de PVC) e o passo a passo para uma correta lavagem das mãos.

Segundo a coordenadora de Formação, Vanilda Mendes, a iniciativa tem por objetivo fazer um acolhimento a esses profissionais que serão de suma importância para que a biossegurança seja realmente obedecida em cada unidade. “Entendemos que se o servidor está de bem consigo mesmo, com certeza ele também estará bem para desenvolver o seu trabalho e receber os alunos com alegria e segurança”, ressaltou.

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Uma das propostas do curso é que cada grupo de servidores, que participaram da formação, faça, juntamente com os gestores das unidades de ensino, um protocolo de como vão colaborar para que a biossegurança realmente funcione em suas unidades. “Essa é uma maneira de todos participarem desse processo de retorno”, acrescentou Vanilda Mendes.

A superintendente Operacional do Sistema Escolar, Benedita Santana Ponce, destacou que a formação para o retorno das aulas presenciais já foi realizada com os técnicos de alimentação escolar (merendeiros), com os TSAEs e com os articuladores e monitores do Programa Escola em Tempo Ampliado (ETA). “A Secretaria está preparando a formação para profissionais de outros cargos também, pois entendemos que todos precisam estar preparados para esse retorno”, observou.

O secretário Silvio Fidelis destacou que todas as medidas e protocolos estão sendo tomados para que o retorno das aulas presenciais seja de forma segura, tanto para os alunos como para os profissionais da educação. Fidelis lembrou que já foi encaminhado para as unidades educacionais o Plano Estratégico para Retorno das Atividades Escolares, com as normas orientativas para a implantação do ensino híbrido.

“O ano de 2020 não foi fácil e 2021 também não está sendo, mas estamos nos organizando e trabalhando para que a educação e os nossos alunos não sejam prejudicados em Várzea Grande. Nós, do comitê de enfrentamento ao novo coronavírus, estamos nos reunindo com frequência para acompanhar e discutir sobre as melhores medidas a serem tomadas”, disse o secretário.

A TSAE Rosimeire Corrêa, que há 19 anos atua na Emeb José Estejo de Campos, disse que está ansiosa para o retorno dos alunos para a sala de aula, mas sabe que agora os cuidados, principalmente com a higienização dos espaços, terão que ser redobrados. “Estamos preparados para cuidar bem da escola e receber os alunos com o maior cuidado e segurança. Acredito que o mais difícil será trabalhar com as crianças o distanciamento social, pois sempre trabalhamos com elas a socialização e agora será bem diferente. Mas, se todos trabalharmos juntos, vamos conseguir”, destacou.

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Luciana Gomes Jardim, TSAE na Emeb Air Addor, também diz que está preparada para o retorno dos alunos. “Teremos que ter cuidado redobrado para proteger os alunos e a nós também”, disse a TSAE, destacando que na formação gostou muito das orientações dos professores do Esporte e Lazer em relação aos exercícios de alongamento e para acabar com as dores físicas. “Nosso trabalho exige muito esforço físico e essas orientações vão nos ajudar muito”.

Eva Aparecida Oliveira Silva, que também está há 19 anos na rede municipal e hoje trabalha no Cmei Nossa Senhora da Guia, ressaltou que todos terão que somar forças para enfrentar a pandemia. “Agradeço pela oportunidade de fazer essa formação, que é muito importante para nós, principalmente nesse período de pandemia.

Ela destacou ainda que as formações promovidas pela Smecel valorizam os profissionais da educação, tanto como ser humano como profissional. “Nos motiva e nos incentiva a fazer e buscar sempre o melhor. Foi através dos incentivos que recebi nas formações que procurei mais conhecimento e crescer profissionalmente. Hoje sou formada em pedagogia e essa oportunidade foi fruto do meu trabalho como serviços gerais. A rede me deu a oportunidade e eu corri atrás”.

SORRISO

Reunião debate a regularização dos lotes do Assentamento Jonas Pinheiro no município de Sorriso

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Conforme o procurador jurídico do Município, Daniel Melo, a Justiça Federal entendeu que como o processo corre há mais de 20 anos e até então não havia um levantamento realizado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em relação às medidas da terra, o adequado seria extinguir a ação.

Contudo, alerta Daniel, não há risco de os assentados serem removidos de seus lotes. “A Lei federal 3.365 de 21 de junho de 1941 é muito clara: em casos como esse só cabe a indenização da área aos proprietários. Os assentados têm direito social sobre a área”, explica.

Presente na reunião, Luís Roberto Pierroni, um dos sócios-proprietários da área destacou que a empresa reconhece o direito de quem está na terra. “Queremos deixar claro que não temos interesse em receber essa área de volta. Nós reconhecemos o direito de quem está na área e o que queremos é receber os nossos direitos em relação à área desapropriada pelo governo, que também se arrastam há 24 anos”.

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Segundo Luís Roberto, a área em questão compreende mais de 11 mil hectares que se enquadram em sete matrículas. “O erro do Incra foi não ter desapropriado áreas de uma ou duas matrículas; assim fica mais difícil ressarcir”, frisa.

Para o prefeito Ari Lafin, regularizar é uma necessidade urgente. No local, são 247 lotes.  “Vamos juntos – Prefeitura, Câmara, assentados e proprietários; buscar no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento uma solução para esse impasse”, pontua. Ari destaca que o Assentamento Jonas Pinheiro abriga a maioria da rede da agricultura familiar do Município e que as famílias precisam ter tranquilidade para trabalhar. “Precisamos urgentemente dar celeridade a esse processo”, finaliza.

 

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