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Fundo de Participação dos Municípios: segundo decêndio será creditado na segunda-feira (20); repasse é o menor do mês

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Os Municípios partilham na próxima segunda-feira, 20 de setembro, R$ 886,3 milhões referentes ao segundo repasse do mês do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor já considera o desconto da retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A Confederação Nacional de Municípios (CNM) ressalta que o repasse é geralmente o menor do mês e representa cerca de 20% do acumulado de setembro.

No entanto, segundo as informações divulgadas pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o segundo repasse de setembro deste ano, quando comparado com o mesmo decêndio do ano anterior, apresentou tendência de crescimento de 32,74% em termos nominais (valores sem considerar os efeitos da inflação). A base de cálculo para esse repasse é feita entre os dias 1º e 10 do mês corrente.

Acumulado
Ao contabilizar o acumulado do mês em comparação com o ano anterior, o segundo repasse do FPM apresentou crescimento de 85,26%. Se esse valor for deflacionado, ou seja, levando em conta a inflação do período, a tendência também é positiva, com aumento de 22,86%. A soma do primeiro e segundo decêndios mostra que o fundo cresceu 71,47% dentro do mês, também levando em conta os dados divulgados em 2020 e incluindo a inflação do período.

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Já quando o cenário é o acumulado do ano, o valor total do FPM oscila, mas indica crescimento de 36,21% em termos nominais (sem considerar os efeitos da inflação) em relação ao mesmo período do ano passado. Ao levar em conta a inflação, o Fundo aumenta em 27,11%.

Coeficientes
Do total repassado aos Municípios, os de coeficientes 0,6 (2.447 ou 43,95%) partilham R$ 218,2 milhões ou 19,70% do que será transferido. A CNM lembra que existem diferenças entre os Entes locais de cada Estado que possuem esse coeficiente. Por exemplo, Municípios 0,6 do Estado de Roraima receberão valores diferentes dos 0,6 do Rio Grande do Sul.

Levando em consideração o segundo decêndio de setembro, cidades de coeficientes 0,6 do Acre receberão o valor bruto de R$ 60, 4 mil, enquanto os Municípios do Rio de Janeiro R$ 79,7 mil, sem os descontos. Já os Entes locais de coeficientes 4,0 (168 ou 3,02%) dividem R$ 145, 8 milhões – o que representa 13,17% do total transferido.

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Alerta
Mesmo que as projeções e os indicadores indiquem cenário econômico de retomada, a CNM reforça que o país ainda vivencia um momento delicado, com discussões de reformas, como Tributária, Administrativa e a revisão do Pacto Federativo. Nesse contexto, a entidade alerta aos prefeitos que tenham prudência na gestão dos recursos, pois o país passa por um momento de instabilidade em decorrência da Covid-19.

A Confederação disponibiliza uma plataforma para que o municipalista acompanhe as transferências constitucionais. Por meio da Plataforma Êxitos, o representante do Município pode monitorar os repasses de todas as transferências aos cofres locais e saber mais informações dos repasses por decêndio e mensal dos últimos anos.

Acompanhe os detalhes do segundo decêndio que será creditado para o seu Município por meio da nota produzida pela CNM. A entidade disponibilizou tabelas com informações por coeficientes e por Estado, os valores brutos do repasse do FPM e os seus respectivos descontos: 20% do Fundeb, 15% da Saúde e o 1% do Pasep.

Fonte: AMM

 

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Profissionais comemoram o dia do fisioterapeuta com capacitação no Hospital Referência à Covid-19

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Gustavo Duarte

 

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O dia do fisioterapeuta e do terapeuta ocupacional (13 de outubro) foi comemorado com três dias de capacitação pelos 103 fisioterapeutas que atuam no Hospital Referência à Covid-19. O evento foi organizado pela Gerência de Atendimento Terapêutico com apoio da Diretoria Técnica da unidade e foi dividido para contemplar a todos os colaboradores das diferentes escalas de plantão.

O gerente de Atendimento Terapêutico, Paulo Henrique de Oliveira, explica que a capacitação trouxe conhecimentos obtidos durante a consultoria que o Hospital Sírio-Libanês está desenvolvendo na unidade, através do projeto Reabilitação Pós-Covid-19. “A gente já vinha fazendo esse processo, mas hoje estamos sistematizando de outra forma, com um olhar totalmente diferente, através da consultoria. Então, a partir do momento em que o paciente entra na unidade hospitalar, ele já recebe todos os cuidados da equipe multidisciplinar e do profissional fisioterapeuta com relação à sua reabilitação”, explica.

Para o diretor técnico do Hospital Referência à Covid-19, o médico Itamar de Almeida, destaca a importância do fisioterapeuta no tratamento do paciente com covid-19. “A participação do fisioterapeuta na evolução do paciente, de zero a 100, eu penso que é 100. É fundamental a assistência deles. Quero agradecer a todos os fisioterapeutas do Pronto Socorro Municipal de Cuiabá por tudo o que eles estão fazendo por nós e para toda a sociedade cuiabana e mato-grossense”, agradeceu.

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Por sua vez, Paulo Henrique de Oliveira ressaltou a atenção que a gestão do prefeito Emanuel Pinheiro deu à fisioterapia no combate à covid-19. “Dentre os hospitais de Mato Grosso, este é o que mais tem fisioterapeutas, isso graças a esse olhar da gestão”, pontuou.

Atuando na unidade desde o primeiro paciente com covid-19, a fisioterapeuta Caroline Brito, que foi quem fez o treinamento com os demais profissionais, relatou um pouco do que viveu ao longo de todo esse período pandêmico. “Foi desafiador não só pela dificuldade da doença, que era absolutamente nova pra gente. Foi um desafio aprender a lidar com o paciente, também com todo o peso que tem isso em relação a conseguir tirá-los da condição de gravidade que a doença emprega sobre esses pacientes. Foi muito bonito porque a fisioterapia teve a oportunidade de mostrar muito trabalho através desses pacientes porque são pacientes que exigem muito cuidado fisioterapêutico. Primeiro, porque eles já chegam com esforço respiratório. E como é um paciente que chega já na mão do fisioterapeuta, eles têm muita gratidão de ver todo o nosso empenho em tentar fazê-los melhorar e fazer com que eles saiam com a melhor condição de saúde possível. Foi muito bonito o quanto eles conseguiram ver o nosso trabalho”, conta.

Questionada se sentiu medo de enfrentar a doença, a profissional diz que priorizou sua missão em ajudar o próximo com seu conhecimento. “Eu senti coragem pelos outros porque é algo que eu escolhi fazer. Então, eu não me senti no direito de ter medo devido ao fato de estar ali a serviço de alguém. Então eu tive realmente que tirar essa coragem de dentro para atender esses pacientes e fazer o meu melhor por eles porque o medo gera uma barreira de impedimento. O medo me impede de expressar o meu melhor, então eu tenho que bloquear o medo de mim mesma e pensar só na coragem e confiar que nada vai acontecer se eu tiver boa vontade em ajudar o próximo”, afirma.

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A respeito da reflexão que faz sobre a profissão, que comemora 52 anos de regulamentação, Caroline Brito diz: “A gente aprende que a fisioterapia é uma coisa, mas ela está além da nossa compreensão do que ela pode proporcionar para o paciente. Quanto mais a gente se empenha em descobrir até onde a fisioterapia pode ir espiritualmente, mentalmente, pelo fato dele ter capacidade de se recuperar fisicamente, ele recupera as outras faculdades também. Então, ela vai além do que a gente espera que ela vai. Só basta que a gente busque esse conhecimento”, conclui.

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