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Maternidade da Rede Cegonha completa 30 dias com 123 nascimentos e 836 consultas

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Com uma média de quatro nascimentos diários, a Maternidade Francisco Lustosa de Figueiredo, onde funciona a Rede Cegonha da Prefeitura de Várzea Grande, completa 30 dias de efetivo funcionamento, dando vida para 123 crianças, além de realizar 234 internações e 836 consultas ou pré-natal.

“Assim que se garante a dignidade das famílias e das mães de terem seus filhos em Várzea Grande, com um atendimento de qualidade e com um mínimo de risco possível. Mais novidades estão por vir”, disse o prefeito Kalil Baracat, sinalizando como fundamental que a Rede Cegonha funcionasse em uma outra unidade que não o Hospital Pronto Socorro, destinado para atendimentos de COVID-19, entre outros casos de urgência e emergência.

O prefeito anunciou ainda que se encontra em implantação a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) com 10 leitos e a abertura de uma nova Enfermaria com seis novos leitos para que mais vidas cheguem a nossa cidade e aos lares de nossas famílias várzea-grandenses.

O secretário de Saúde de Várzea Grande, Gonçalo de Barros, sinalizou que todos os investimentos realizados pela Administração Municipal do prefeito Kalil Baracat, em parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso e com a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, demonstram o respeito para com a vida humana, o zelo com a coisa pública e, principalmente, o cuidado com a área de saúde pública, que socorre aqueles que não têm recursos e necessitam do atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

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“Buscamos parcerias com outras esferas do Poder Público, com a iniciativa privada, através da Clínica Médica do Centro Universitário Várzea Grande (UNIVAG), do próprio Hospital São Lucas, e até mesmo com fornecedores de equipamentos, de medicamentos e de insumos para que a Saúde Municipal fizesse como está fazendo, o enfrentamento da COVID-19 e do colapso da área de saúde por causa da pandemia”, disse Gonçalo de Barros, enaltecendo o governador Mauro Mendes, o deputado Eduardo Botelho, o senador Jayme Campos, entre outras pessoas que se dedicaram em prol da busca de soluções e de resultados, o que representa atender ao povo, as famílias que têm a dignidade respeitada de ver seus filhos nascerem na cidade de Várzea Grande.

Para o prefeito Kalil Baracat, a pequena Maria Eduarda que completou 1 mês de vida é o exemplo vivo, o resultado que Várzea Grande está colhendo por ter planejado e executado ações estratégicas voltadas para atender a população menos favorecida pela sorte e que necessita da saúde pública para ver resguardado seu direito a qualidade da vida e a condição de bem viver.

Segundo Karen Regina da Silva, mãe de Maria Eduarda, o maior presente que a vida pode oferecer a uma mãe e a uma família é o nascimento de uma nova vida. “Dar à luz é algo que não se tem como explicar, ainda mais quando vem com saúde, com respeito e dignidade. Fico feliz de ter minha filha em uma unidade hospitalar de nível e que tratou a mim, a minha filha e a minha família com o respeito que todos merecem, mesmo estando em uma unidade pública que tem atendimento de unidade particular”, disse ela, demonstrando felicidade e, principalmente, gratidão por ter sido ela e a filha tratadas como seres humanos.

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Já Luciana Regina Evangelista, avó de Maria Eduarda, ressaltou que além do atendimento oferecido, a unidade demonstra um cuidado todo especial, tanto com a mãe como com a recém-nascida. “Sou avó da Maria Eduarda, a primeira criança que nasceu na Maternidade de Várzea Grande. Minha filha Karen foi muito bem recebida no novo hospital e tivemos um atendimento que nos emocionou. Toda hora, tínhamos atendimento 24 horas, com visita de enfermeira, nutricionista, foi tudo ótimo. Eu tive minha filha em outro hospital e fiquei impressionada com a diferença de atendimento. Minha filha se recuperou muito bem, teve leite, recebeu orientação sobre como amamentar e minha neta está crescendo e ficando uma “pimentinha”.  A Maria Eduarda completou 1 mês ontem, já fez o teste do pezinho e tomou as vacinas no Postinho da Água Vermelha. Aguardamos o agendamento do teste de orelhinha. Estamos muito felizes com o cuidado que a prefeitura teve com a nossa família”, finalizou ela.

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LUCAS DO RIO VERDE

PSFs de Lucas do Rio Verde orientam os moradores sobre obesidade em crianças e adultos

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(Foto: Ascom Prefeitura/Rayan Nicácio)

A prevenção e tratamento da obesidade foram temas de palestra ministrada pela Secretaria de Saúde de Lucas do Rio Verde, por meio do Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB), no PSF XIII, no Parque das Américas, na manhã desta terça-feira (27).

Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS/2019), do Ministério da Saúde, atualmente, no Brasil, cerca de 60,3% dos adultos apresentam excesso de peso, o que equivale a 96 milhões de brasileiros. Sendo a maioria constituída por mulheres (62,6%). 

Além disso, o problema também já se alastrou entre crianças e jovens, principalmente devido à mudança de rotina e de hábitos ocasionada pela pandemia.

A nutricionista do NASF, Letícia Bassani, esclarece que tratar a obesidade não é só uma questão estética, mas sim de saúde geral que deve ser acompanhada sempre por um profissional.

“Hoje, muitas doenças crônicas estão relacionadas com a obesidade: diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares, por exemplo. E tudo isso é reflexo de uma alimentação inadequada, então a gente procura sempre trabalhar a reeducação alimentar com as pessoas e mostrar pra elas que não é fazendo mudanças ou restrições radicais que elas chegam aos seus objetivos. Mas sim, agregando valor a esta decisão de se cuidar, praticando alguma atividade física, realizando consultas e acompanhamento com profissionais das mais diversas especialidades e sempre tendo em mente que isso é um ato de amor-próprio”, explicou.

A nutricionista ainda reforça que a cada encontro é visível o empenho e empolgação nos pacientes, porque eles percebem que a reeducação alimentar é algo possível, e compartilham ideias, experiências, tornando o processo muito mais leve. 

A psicóloga do NASF, Mayllara Jucoski, que também acompanhou o encontro, explica que “a Psicologia trata o ser humano como uma tríade: pensamento-sentimento-comportamento, onde uma base não existe sem a outra. Por isso, trabalhamos bastante o emocional dos pacientes, durante a fase de reeducação alimentar, em que é mais provável ter pensamentos disfuncionais, ou seja, aqueles que não colaboram para chegar aos seus objetivos. Alertamos eles sobre pensamentos autossabotadores, comodismo e damos todo o suporte necessário para a autoaceitação. Assim, aos poucos, quebramos crenças negativas destas pessoas, ajudando elas a se enxergarem com mais carinho e paciência. Isso ajuda muito em qualquer processo. Buscar uma arte terapia, a leitura, dança ou qualquer outra atividade que promove prazer nas pessoas também é bem-vindo”. 

Além dos encontros semanais, promovidos pela rede de saúde básica do Município, os PSFs também realizam caminhadas duas a três vezes por semana. Os interessados em fazer parte dos grupos de palestras contra a obesidade devem procurar o PSF de seu bairro para se informar e poder fazer parte. 

 

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