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Mato Grosso registra 434.016 casos e 11.549 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quarta-feira (16.06), 434.016 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 11.549 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 2.096 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 434.016 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 12.863 estão em isolamento domiciliar e 407.880 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 445 internações em UTIs públicas e 367 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 83,65% para UTIs adulto e em 42% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (90.308), Rondonópolis (31.549), Várzea Grande (29.427), Sinop (21.092), Sorriso (15.018), Tangará da Serra (14.872), Lucas do Rio Verde (13.308), Primavera do Leste (11.054), Cáceres (9.359) e Alta Floresta (8.279).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 350.769 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 682 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na terça-feira (15.06), o Governo Federal confirmou o total de 17.533.221 casos da Covid-19 no Brasil e 490.696 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 17.452.612 casos da Covid-19 no Brasil e 488.228 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta quarta-feira (16.06).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: AMM

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Prefeito de Cuiabá defende vacinação de todos os profissionais da educação e aulas presenciais devem retornar em outubro

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, reafirmou que em defesa da saúde e da vida dos estudantes e profissionais da Educação, estimou que as atividades presenciais na rede pública municipal de Ensino da capital somente serão retomadas no mês de outubro, após a vacinação de 100% dos profissionais.

Emanuel Pinheiro disse que o foco da sua gestão, em relação a pandemia, é vacinar toda a população. “Esta é a maior crise sanitária da história. Estamos em plena pandemia. A pandemia não acabou. Ela diminuiu, ela arrefeceu, mas, toda a hora somos ameaçados com uma nova onda, uma nova variante, uma nova cepa. Então o foco, a minha determinação como prefeito é vacinar toda a população cuiabana. Luto, sonho e brigo, dia e noite. Essa é a melhor arma para enfrentar esse vírus que já dilapidou milhares de famílias em Cuiabá, no Mato Grosso, no Brasil e no mundo inteiro”, salientou o gestor.

O prefeito Emanuel Pinheiro lembrou que só em Cuiabá a pandemia provocada pelo novo coronavírus levou quase 3 mil 200 pessoas a óbito. “São famílias despedaçadas que perderam seus entes queridos nessa guerra travada contra o Covid -19 e Cuiabá briga dia e noite para proteger a saúde e a vida das pessoas”, disse o gestor.

Emanuel Pinheiro disse ainda que analisar as unidades educacionais da mesma forma como se encara uma repartição pública é um equivoco muito grande. “Primeiro porque na escola são dezenas de crianças em uma mesma sala, dezenas de profissionais da educação e da comunidade escolar numa mesma unidade. O formato, a geografia da rede física escolar brasileira, permite isso, dezenas de pessoas ou centenas de pessoas migrando diariamente para um mesmo estabelecimento sendo que boa parte delas vão conviver numa sala de aula, fechada, com ar condicionado, um professor e dezenas de alunos durante o dia inteiro, todos os dias da semana. Isso gera uma ameaça, uma facilidade maior de disseminação do vírus do que uma pessoa que vai trabalhar usando máscara, mantendo o distanciamento, convivendo com 10, 12 pessoas numa mesma sala”, explicou o gestor lembrando que as pessoas que fazem parte dos grupos de risco e que não foram vacinadas estão em home office.

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“É uma dinâmica diferenciada. A educação tem que ser olhada com sensibilidade, de forma humanizada porque o funcionamento, a engrenagem não é a mesma de qualquer outra unidade. Por isso temos que ter essa sensibilidade. E, exatamente por isso, já determinei inclusive encaminhei uma lei a Câmara Municipal de Cuiabá para que em defesa da saúde e da vida das nossas crianças, em defesa da saúde e da vida dos profissionais da educação da rede pública municipal de Ensino, as aulas em Cuiabá só retornem quando 100% dos profissionais da Educação estiverem vacinados, inclusive com a segunda dose, respeitados os 15 dias após a segunda dose. Com isso teremos segurança total, para que os nossos profissionais possam voltar com segurança as suas unidades de ensino, as nossas crianças voltem com segurança as suas escolas, os pais e a comunidade escolar tenham mais tranquilidade de que não estão levando os seus filhos para uma roleta russa em relação a Covid-19”, reafirmou Emanuel Pinheiro.

Emanuel Pinheiro destacou ainda que antes mesmo que os profissionais da Educação fossem incluídos no Plano Nacional de Imunização (PNI), o executivo municipal já havia priorizado esses profissionais. “Estamos acelerando a imunização, o que me permite dizer que até outubro, 100% dos profissionais da rede pública municipal de Ensino estarão imunizados e com essa segurança total, inclusive com o prazo determinado, pós a segunda dose, de 15 dias, voltarmos às aulas presenciais hibridas, na rede municipal de ensino”, destacou.

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O prefeito Emanuel Pinheiro  disse ainda que o Município se planejou desde o primeiro momento para atender os estudantes em situação de vulnerabilidade. “Não deixamos de atender os estudantes mais carentes da rede pública municipal de Ensino, que dependem da escola para se alimentar, e suas famílias, ampliando o kit Alimentação Escolar. Depois focamos na imunização para vacinar todos os profissionais da educação”, disse o prefeito de Cuiabá.

Sobre os prejuízos no rendimento escolar dos estudantes da rede pública municipal de Ensino, após um ano e meio sem atividades presenciais, Emanuel Pinheiro disse que a Secretaria Municipal de Educação por meio da equipe pedagógica comandada pela secretária Edilene Machado, já fez esse planejamento.  “Toda a nossa equipe pedagógica, todos os nossos profissionais da rede pública municipal de Ensino, comandados pela secretária Edilene Machado, já prepararam a compensação no ensino e aprendizagem das crianças por esse prejuízo de um ano e meio fora das salas de aula”, explicou.

Além disso, em Cuiabá, as atividades pedagógicas continuaram de forma remota, desde o início da pandemia. “Sabemos que tivemos um tempo perdido e, já está sendo planejado de que forma vamos compensar para que as nossas crianças não sejam penalizadas mais do que já foram, em virtude da ausência das aulas presenciais. Mas o que não podemos é por causa de 30 ou de 60 dias, depois de um ano e meio, colocar em risco a saúde e a vida das crianças e dos profissionais da Educação. Toda a segurança é pouco num momento de pandemia”, salientou o prefeito Emanuel Pinheiro.

 

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