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Mato Grosso registra 95.233 casos e 2.868 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quarta-feira (02.09), 95.233 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 2.868 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 1.304 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 95.233 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 15.769 estão em isolamento domiciliar e 75.440 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 250 internações em UTIs públicas e 275 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 63% para UTIs adulto e em 32% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19, estão: Cuiabá (19.201), Várzea Grande (7.189), Rondonópolis (6.767), Lucas do Rio Verde (4.642), Sorriso (4.598), Tangará da Serra (4.068), Sinop (3.747), Primavera do Leste (2.912), Campo Novo do Parecis (2.025) e Nova Mutum (1.950).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 79.481 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 1.100 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na última terça-feira (01), o Governo Federal confirmou o total de 3.950.931 casos da Covid-19 no Brasil e 122.596 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 121.381 óbitos e 3.908.272 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de quarta-feira (02).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

DOWNLOAD 

  1. PainelEpidemiologico178
Fonte: AMM

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Presidente da AMM repudia retirada de recursos do Fundeb para atender programa social

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O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios-AMM, Neurilan Fraga, disse que é totalmente contra a retirada de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação-Fundeb para financiar em parte o programa Renda Cidadã, conforme proposta anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro na última segunda-feira (28).

Fraga lembra que os municípios demoraram muito para conquistar a aprovação do projeto que tramitou por muitos anos no Congresso Nacional. Segundo ele, os prefeitos, os governadores, os parlamentares federais as entidades de classe que representam a Educação, a sociedade em geral não vão aceitar a retirada de recursos de uma área tão essencial para o desenvolvimento do País.

“Retirar o recurso da educação de nossos jovens e crianças é provocar um colapso no futuro do Brasil. As nações mais desenvolvidas do mundo só conseguiram este patamar por causa dos investimentos na Educação em todos os níveis. Aprovar um projeto desta natureza é um ‘crime lesa Pátria’, disse ele.

Fraga ressalta que para a aprovação do Fundeb, que destina recursos para os municípios, foi feito um acordo de lideranças que mobilizou o Congresso Nacional, os governos estaduais, os municípios e outras entidades que defendem uma educação de qualidade para todos os cidadãos. “Foi uma votação histórica e muito comemorada pelos gestores municipais de todo o País. Não podemos aceitar agora o retrocesso desta conquista. Se isto persistir teremos de convocar os prefeitos de todo o Brasil para um movimento nacional de mobilização junto aos parlamentares para que não seja votado no Congresso.

Isto seria um golpe brutal no desenvolvimento da educação, principalmente nos municípios”, alertou, acrescentando que o movimento municipalista defende que o Governo Federal crie um programa de transferência de renda para atender as famílias mais vulneráveis de todas as regiões brasileiras, mas que os recursos são saiam da Educação.

No Congresso, o relator do Orçamento para 2021 e da PEC Emergencial (PEC 186/2019), na qual deve figurar o Renda Cidadã, senador Marcio Bittar, frisou que o  objetivo do programa é atender milhões de brasileiros que, a partir de janeiro de 2021, com o término do pagamento do Auxílio Emergencial, não terão uma renda. O parlamentar explicou que os recursos para esse novo programa também poderão vir de precatórios, além do Fundeb. 

O Brasil tem no Orçamento R$ 55 bilhões para pagar de precatórios. “Vamos utilizar o limite de 2% das receitas correntes líquidas, que é mais ou menos o que já fazem estados e municípios. A meta é estabelecer a mesma coisa para o Governo Federal. E o que sobrar desse recurso, juntando com o que tem no orçamento do Bolsa Família, vai criar e patrocinar o novo programa”, assegurou.

 

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Fonte: AMM

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