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Nota técnica da CNM orienta Municípios sobre mudanças no ISS

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Com a recente publicação da Lei Complementar (LC) 175/2020, que permite operacionalizar a mudança no recolhimento do Imposto Sobre Serviços (ISS) do local de origem para o de destino – ou seja, para onde o serviço de fato é prestado -, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) adianta aos gestores orientações para as necessárias adequações. A Nota Técnica 58 – ISS: Orientações aos Municípios sobre a Lei Complementar 175/2020 está disponível on-line na Biblioteca on-line da entidade.

Um dos pontos é atualizar a legislação local para que não conflita com a nova legislação. Muitos Municípios já haviam se ajustado à LC 157/2016, que também previa tal mudança no ISS, mas teve a medida de redistribuição para o local de destino suspensa por meio de liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em março de 2018. A nota técnica explica com detalhes quais novas alterações legislativas precisam ser feitas agora.

Para que o recolhimento do ISS neste novo formato seja possível, será criado um sistema eletrônico padronizado a ser gerido por um Comitê Gestor de Obrigações Acessórias. Isso é necessário para que todos os Entes municipais disponibilizem informações (alíquotas, leis, datas e forma de recolhimento do tributo) em um único lugar, o que permitirá aos contribuintes se adequarem. O material disponibilizado pela CNM lista as obrigações e vedações aos Municípios em relação ao sistema, assim como as atribuições dos contribuintes e do Comitê Gestor e as regras do período de transição.

Acesse a Nota Técnica 58 aqui.

Fonte: AMM

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Roda de Conhecimento apresenta levantamentos sobre o pleito municipal

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A Roda de Conhecimento desta quinta-feira, trouxe uma apresentação geral sobre os levantamentos feitos pela Confederação Nacional de Municípios sobre as eleições municipais de 2020. “A partir do gigantismo da eleição, a CNM, ao longo dos anos eleitorais, faz uma série de estudos e análises para tentar compreender o que ocorre em cada cidade do Brasil na disputa”, iniciou o consultor da entidade Eduardo Stranz.

Neste pleito, mais de 145 milhões de eleitores vão eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em 5.568 Municípios, que vão decidir os gestores locais dos próximos quatro anos. Este ano, concorrem aos pleitos municipais 600 mil candidatos. Em um comparativo com as eleições de 2016, o número representa um aumento significativo. “Ao cargo de prefeito nas eleições anteriores, a média de candidatos era de 15 mil. Para 2020, nós temos 19.141 candidatos a prefeito. Isso se dá, sobretudo, à mudança na legislação eleitoral, que acabou não permitindo as coligações”, reforçou Stranz.

Entre as curiosidades do pleito municipal, o consultor da CNM apresentou os números de que em 117 cidades do Brasil só há um único candidato a prefeito. “São cidades que já podemos dizer que o prefeito está eleito. Nestas cidades, partidos políticos e sociedade decidiram que não haveria disputa e que uma pessoa foi escolhida para ser representante para os próximos quatro anos”, disse. Entre as localidades do país, o Rio Grande do Sul é o Estado com maior número de candidatos únicos, sendo 34 dos 497 Municípios gaúchos que possuem um único candidato.

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Fazendo uma analogia a um duelo no pleito municipal, Eduardo Stranz compartilhou os dados de que em muitos Municípios a disputa se dará entre dois candidatos. “Em 2020, são 2.069 cidades onde só teremos dois candidatos, o que representa 3% das cidades brasileiras. Em 2016, esses duelos se deram em 2.630 Municípios. Ou seja, agora, são cerca de 500 Municípios a menos”, reforçou.

 

Fonte: AMM

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