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Professores do Cemfor de Sorriso têm trabalhos aprovados para o SemiEdu 2021

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Nesta edição, a temática é “A educação no digital: a pandemia Covid-19, democracias sufocadas e resistências”. O Seminário será dos dias 08 a 11 de novembro, totalmente on-line.

Na modalidade relato de experiência, as formadoras Elizania Regina Maciel e Silvana Mariote tiveram aprovado o trabalho “Construindo novas possibilidades para formação continuada”. Já os professores Wilian Bordin da Silva, Thiago Sauer Land e Ana Reni Gonçalves apresentarão trabalho com o tema “Implementação da formação continuada de professores em tecnologias educacionais em Sorriso/MT”.

Organizado pelo Programa de Pós-graduação em Educação (PPGE) da UFMT, campus Cuiabá, e realizado pelo Laboratório de Estudos Sobre as Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação (LêTece), o SemiEdu é um espaço acadêmico-científico de diálogo em nível nacional, no qual professores, pesquisadores e estudantes divulgam seus estudos e pesquisas.

A programação será composta por conferência de abertura, mesas redondas, painéis, palestras, apresentações de trabalhos e reuniões com associações e instituições parceiras.

Uma das atividades do SemiEdu 2021 será o lançamento de livros relacionados aos temas tratados no seminário, que tenham sido publicados nos últimos 12 meses.

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Com apoio da Prefeitura de Sorriso, bairro Santa Clara fará mobilização para falar de dengue

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De acordo com a presidente do bairro, Paula Cristina Barbosa Gonçalves, o bairro conta com muitos terrenos baldios e a meta é lembrar a todos os moradores que todos devem ser compromissados com a limpeza. “Precisamos nos lembrar de fazer a nossa parte e incentivar o outro a também fazer o que é correto; a intenção é mostrar que todos precisam estar inseridos no processo e comprometidos com a saúde do outro”, diz a presidente.

Paula aproveita para lembrar que o cuidado não pode estar relacionado somente aos meses chuvosos. “O mosquito está presente o ano todo e nosso compromisso é combatê-lo diariamente”, frisa. Conforme Paula, cerca de seis mil pessoas residem nos bairros Santa Clara I e II, “além disso a unidade III está em implantação”, pontua.

A coordenadora do Departamento de Vigilância em Saúde, Taynná Vacaro, destaca que no último ciclo o bairro apresentava um índice larvário de 1,22%. “Contudo, esse índice é do período anterior ao início das chuvas; o próximo ciclo encerra somente no fim de dezembro, então o ideal é todos os moradores, independente de bairro, observar seus quinais e eliminar possíveis criadouros e a proliferação do mosquito”, aponta.

Como evitar os criadouros

Entre os principais pontos com larvas estão as plantas. “Registramos muitas larvas em vasos de flores”, alerta Taynná. Por isso, a equipe solicita que os moradores mantenham os pratos de vasos de flores com areia. “E verifiquem qualquer recipiente, grande ou pequeno, que possa acumular líquido”, lembra.

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Em condições ambientais favoráveis, após a eclosão do ovo, o desenvolvimento do mosquito até a forma adulta pode levar um período de 10 dias. Por isso, a eliminação de criadouros deve ser realizada pelo menos uma vez por semana: assim, o ciclo de vida do mosquito será interrompido.

O secretário de Saúde, Luís Fábio Marchioro, reforça que toda a população precisa estar atenta e manter quintais, calhas e terrenos baldios limpos, evitando criadouros não só de Aedes, mas de vários outros espécimes peçonhentos. “O ideal é que cada bairro se organize, assim como o Santa Clara em ações e trabalho de conscientização; isso reforça o trabalho diário feito pela nossa equipe. Também quero deixar claro que estamos à disposição de todos os bairros para a realização de mobilizações como essa”, diz.

Hoje, 35 agentes de combate a endemias atuam no Departamento de Vigilância, 31 deles diretamente à campo. “Mas lembramos a todos que cada um é responsável pelo seu lar; então é essencial que uma vez por semana verifiquem recipientes, calhas, plantas, cisternas, etc., e que toda a população nos auxilie não descartando lixo a céu aberto, pois muito desse lixo acaba entupindo bueiros e servindo como o criadouro ideal para todo tipo de mosquitos e de animais peçonhentos”, ressalta Luís Fábio.

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Uso de inseticida

Luís Fábio destaca que o Departamento de Vigilância Ambiental tem recebido várias solicitações dos moradores para a aplicação de inseticida devido à grande quantidade de mosquitos na área urbana do município. Porém, há critérios para a aplicação do inseticida. Geralmente, o produto é enviado pelo Ministério da Saúde e só pode ser aplicado quando há ou notificação de caso suspeito ou a confirmação de caso. Sem a notificação não há como aplicar o veneno, pois não haverá a reposição da quantia usada por parte do MS.

A coordenadora de Vigilância em Saúde, Taynná, aproveita para esclarecer que “o veneno mata apenas o mosquito que estiver voando; ele não elimina mosquitos pousados ou as larvas. Então, a melhor recomendação é a eliminação, mantendo tudo limpo”.

Taynná completa ainda que quando há confirmação de ou suspeitas de casos de dengue, o inseticida é imediatamente aplicado em todo o quarteirão do local de suspeita ou confirmação.

 

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