Várzea Grande

Vacina contra gripe é liberada para toda a população em Várzea Grande

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IMUNIZAÇÃO

Todas as Unidades Básicas de Saúde, localizadas nos bairros, terão a vacina e será aplicada nos horários das 8h às 11h e das 13h às 16h.

Da Secom-VG
A partir desta terça-feira (28), toda a população de Várzea Grande terá acesso à vacina contra a influenza (gripe). A vacinação está disponível a todos os públicos com mais de 6 meses de vida, das 8h às 11h e das 13h às 16h, em todas as unidades básicas de Saúde. A imunização contra a gripe protege contra os três sorotipos dos vírus da gripe H1N1 e H3N2 e Influenza B.

De acordo com o secretário Municipal de Saúde, Gonçalo de Barros, as doses estarão disponíveis para todas as faixas etárias, enquanto durarem os estoques. “O Ministério da Saúde anunciou a decisão de liberar a vacina contra a gripe para toda a população, pela baixa cobertura vacinal. Porém a medida só vale para este ano e enquanto durarem os estoques”, alertou Gonçalo.

Conforme a superintendente de Vigilância em Saúde, Relva Cristina de Moura, anteriormente, podiam se vacinar nos postos de saúde quem fazia parte do grupo de risco, como idosos, professores e gestantes, entre outros. Agora, todos com mais de 6 meses de vida podem. Lembrando que a vacina é segura e apenas pessoas que têm alergia ao ovo devem procurar o médico para orientações”.

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A Prefeitura de Várzea Grande contabiliza que 26.710 doses foram aplicadas durante a Campanha de Vacinação contra a gripe dos grupos prioritários. Contudo, este número está inserido dentro de um universo de 64.240 pessoas que deveriam se vacinar, resultando em 44,7% do total. Trabalhadores da Saúde atingiu 73%, professores 60.4%, crianças 32%, idosos 48%, gestantes 29% e puérperas 19.24%.

O prefeito Kalil Baracat destaca a importância de a população manter-se em dia com todas as vacinas. “Neste período de inverno, é importante que nossa gente esteja protegida. Só para se ter uma ideia, a vacina demora em torno de 15 dias para fazer efeito no organismo. Portanto, quanto antes se vacinar, melhor. Não é necessário respeitar o intervalo entre a vacina da covid-19 e da gripe”, destacou.

Com o aumento do número de casos da covid-19, é importante, segundo Gonçalo de Barros, que todos procurem as unidades para se vacinarem tanto contra o coronavírus, quanto como a gripe ou outras enfermidades. “As campanhas de vacinação estão sendo feitas de forma simultânea em Várzea Grande. Quem for até o posto de vacinação para tomar a primeira, segunda ou dose de reforço contra a covid-19, pode também receber a vacina da gripe, que inclusive pode ser aplicada no mesmo dia”.

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A Prefeitura orienta aos pais ou responsáveis pelas crianças é levar a carteirinha de vacinação e aproveitar a oportunidade para atualizar as doses contra as outras doenças. “Vamos vacinar e garantir que doenças já erradicadas não voltem, como a poliomielite por exemplo. Vacinar significa prevenir casos graves dessas doenças. Por isso, é tão importante manter a caderneta da criança sempre atualizada”, destaca Gonçalo de Barros.

Várzea Grande

Projeto “Não Sou Diferente, Eu Faço a Diferença” com apoio da Prefeitura de VG MT promove a acessibilidade

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Com o objetivo de aumentar a visibilidade da pauta de acessibilidade para pessoas com deficiência (PCD), o projeto Não sou Diferente, eu Faço a Diferença, com apoio da prefeitura de Várzea Grande, em Mato Grosso, já promoveu a primeira Batalha da Acessibilidade.

O evento aconteceu na Praça do Santa Isabel e contou com uma batalha kids e show de rap.

De acordo com o coordenador do projeto, Adilson Valério Neves da Silva, a ação visa dar voz para as pessoas com deficiência através da dança, levando informações para a conscientização da população.

“Representamos a cultura hip hop através da dança. Tenho um aluno com síndrome de down que vem se destacando e se tornando uma inspiração para outras pessoas com deficiência”, destacou.

A batalha acontece em dois rounds, nos quais os competidores devem apresentar considerando os valores de Musicalidade, Criatividade, Fundamentos e Originalidade.

O evento teve 10 competidores, incluindo pessoas com síndrome de down, mobilidade reduzida e cadeirantes.

“A sociedade tem um papel muito importante de acolhimento, tanto com o PCD quanto sua família. Alguns pais e mães não conseguem sair com seus filhos deficientes, pois não têm eventos voltados para eles, ou com acesso para eles. Mesmo ir ao mercado pode ser um desafio. O ideal é que toda pessoa com deficiência possa ter um convívio social, pois é através disso que eles conseguem ser incluídos na sociedade”, concluiu. Adilson.

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A dança de break é um estilo de dança de rua, parte da cultura do hip-hop desde os anos de 1970, e que irá estrear como modalidade olímpica na Paris 2024.

 

Otavio Ventureli(da redação com Secom VG)

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