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Abertura de novos vinte leitos de UTIs em Rondnópolis pelo Governo de Mato Grosso diminui taxa de ocupação no Estado para 91,10%

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A abertura dos 20 leitos de UTI, neste domingo(11) no Hospital Regional de Rondonópolis, municipio ao sul de Mato Grosso,, diminiu a taxa de ocupação no Estado para 91,19%, segundo consta em boletim epidemiológico divulgado pela secretaria de Estado de Saúde (SES).

.No sábado(10),  a taxa era de 97,92%. Ainda assim, não se alterou o número de pacientes na fila de espera por uma unidade intensiva, são 116 pessoas.

Segundo a SES, 2.026 pacientes com Covid-19 estão internados, sendo 1.234 em enfermaria e 861 em UTI. A taxa de pouco mais de 91% se refere somente a unidades contratadas exclusivamente para atender casos de infectados com coronavírus. Nas enfermarias, a porcentagem de ocupação é de 58%.

O boletim aponta que, nas últimas 24h, foram notificadas 759 novas confirmações de casos de coronavírus e 45 mortes.

Desde que a pandemia começou 329,5 mil pessoas se infectaram. Destas, 8.575 morreram e mais de 306,3 mil se recuperaram. Por estarem com sintomas leves ou até assintomáticos, 12.560 pacientes estão em isolamento domiciliar.

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Os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 são Cuiabá (70.319), Rondonópolis (24.734), Várzea Grande (21.399), Sinop (16.608), Sorriso (12.061), Tangará da Serra (11.239), Lucas do Rio Verde (10.796), Primavera do Leste (9.590), Cáceres (7.115) e Alta Floresta (6.418).

O boletim ainda aponta que um total de 295.207 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 474 amostras em análise laboratorial

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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Secretaria de Saúde do Estado emite alerta para 60 municipios incluindo Lucas do Rio Verde MT para o aumento de casos de tuberculose

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), por meio da Vigilância Epidemiológica Estadual, emitiu alerta a 60 municípios para o aumento de casos de tuberculose em crianças de 0 a 9 anos.

A tuberculose é uma doença de notificação compulsória ao Estado, que é diagnosticada e tratada inicialmente pela Atenção Primária dos municípios.

O alerta aponta que foram notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) um número elevado de 331 crianças com tuberculose, no período de 2015 a 2020, nos municípios de:

Água Boa, Alta Floresta, Alto Araguaia, Alto Paraguai, Alto Boa Vista, Araputanga, Apiacás, Arenápolis, Barão de Melgaço, Barra do Bugres, Barra do Garças, Bom Jesus do Araguaia, Brasnorte, Cáceres, Campinápolis, Campo Novo do Parecis, Canarana, Castanheira, Cocalinho, Colíder, Comodoro, Confresa, Cuiabá, Diamantino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Jaciara, Jangada, Jauru, Juara, Juína, Juscimeira, Lucas do Rio Verde, Marcelândia, Matupá, Nova Canaã do Norte,  Nova Nazaré, Novo Horizonte do Norte, Novo Mundo, Peixoto de Azevedo, Pedra Preta, Pontes e Lacerda, Porto Espiridião, Primavera do Leste, Porto Estrela, Querência, Rio Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santo Antônio do Leste, Santo Antônio do Leverger, São José do Rio Claro, São Félix do Araguaia, São José do Xingu, São José dos Quatro Marcos, Santa Terezinha, Sapezal, Sinop, Sorriso,  Tangará da Serra e Várzea Grande.

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De acordo com o alertaas as causas prováveis para o aumento de casos em crianças podem ser a descontinuidade das ações de rotina como busca ativa de casos; identificação precoce e exame de Sintomático Respiratório (SR); não realização de Tratamento Diretamente Observado (TDO); falta de priorização das ações de controle da tuberculose e baixa realização de exames de contatos para os casos já notificados.

“Alertamos os profissionais de saúde para redobrarem a atenção no diagnóstico e tratamento da tuberculose, pois esse aumento de casos entre crianças pode representar o descontrole da doença, já que onde se identifica criança doente significa que ela foi infectada por um adulto doente sem tratamento”, destaca a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da SES-MT, Márcia Aurélia Esser Veloso.

Entre as orientações da SES, para que os municípios enfrentem essa situação, está: monitorar no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) os contatos de casos confirmados e se os mesmos já foram avaliados; mapear as unidades de saúde que registraram os casos entre crianças para desenvolver atividades de busca ativa, além de criar estratégia para mitigar o número de casos e realizar tratamento diretamente observado para todos os casos confirmados de tuberculose.

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Sobre a doença

A tuberculose é infecciosa e transmissível entre seres humanos através da tosse ou espirro de pessoas com tuberculose ativa, que lançam partículas em formas de aerossóis que contém bacilos. É uma doença que pode ser prevenida e curada, mas ainda prevalece em condições de pobreza e contribui para perpetuação da desigualdade social.

Entre os principais sintomas estão: dores no peito, tosse com mais de 3 semanas, falta de ar, perda de peso e cansaço excessivo, febre baixa (principalmente durante a noite), sudorese noturna e perda de apetite.

Os medicamentos utilizados para o tratamento da doença são fornecidos aos 16 Escritórios Regionais de Saúde (ERS), ligados à SES, que realizam a distribuição aos municípios de abrangência territorial.

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