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Adolescente de 14 anos desaparece desde a última sexta(28) após pegar um Uber com destino a sua residência e familiares registram BO na PC

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A adolescente Ana Beatriz Lemes de Souza, de 14 anos, está desaparecida desde a última sexta (28), quando saiu de casa junto com uma prima para trabalhar, no bairro Alameda, em Várzea Grande MT, região metropolitana de Cuiabá. Familiares registraram o boletim de ocorrência na delegacia da Polícia Civil.

A mãe da menina compareceu à delegacia e relatou que Ana estava no trabalho juntamente com uma prima, e no retorno para casa precisou solicitar um Uber e, desde então, não chegou em casa até a data de hoje (04).

Familiares entraram em contato com a adolescente quando foram informados que ela estava na casa de uma amiga. A partir desse momento, Ana Beatriz só visualizava as mensagens e não respondia.

Ela chegou a entrar em contato com a família e disse que estava retornando para casa, mas nunca apareceu.

O Núcleo de Desaparecidos está realizando diligências para localização da adolescente. Quem souber o paradeiro da adolescente pode entrar em contato através dos números: (65) 3613-5673, (65) 99962-6190 (whatsapp) ou (65) 99987-3616 (whatsapp).

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Otavio Ventureli(da redação com rdnews.)

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Levantamento da Secretaria de Segurança Pública de MT aponta que crimes não autorizados de intimidade sexual aumentaram 367% no Estado

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Um levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) apontou que as principais ocorrências envolvendo vítimas femininas em Mato Grosso reduziram entre os meses de janeiro e agosto, em relação ao mesmo período do ano passado. Em contraponto, o número de feminicídios no estado aumentou 40%.

Já os casos que configuram o Artigo 216-b do Código Penal, que é produzir, filmar ou fotografar por qualquer meio conteúdo com cena de nudez ou ato sexual sem permissão dos participantes, tiveram aumento de 367%, passando de três casos em 2019 para 15 casos neste ano.

Conforme a tenente coronel da Polícia Militar, Jane Souza Melo, grande parte das ocorrências foram motivados por crimes passionais ou sob influência de álcool. Ela ressaltou ainda que antes das agressões, os primeiros sinais são os abusos psicológicos, incluíndo xingamentos e humilhações.

O crime mais comum, que é a ameaça, teve redução de 14%, com 11.640 casos este ano e 13.524 em 2019, seguido de lesão corporal, com queda de 10%, com 6.115 casos contra 6.759 no ano passado.

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“Diante de uma possível ameaça, é possível ligar no 190  ou entrar em contato com o Poder Judiciário. A dependência financeira pode gerar muitas vezes essa omissão, mas está sendo melhorada a questão de oferecer um abrigo para essas mulheres. Dizem que em briga de marido e mulher não se mete a colher, mete-se a colher sim porque precisamos fazer esse combate de uma forma eficaz”, pontuou.

Os casos de assédio sexual também registraram uma queda considerável de 31%, sendo que 106 casos ocorreram este ano e 154 casos no mesmo período do ano passado. O levantamento leva em consideração vítimas femininas entre 18 e 59 anos.

Já a porcentagem dos casos de estupro de vulnerável aumentaram cerca de 6%, com 33 casos no estado e seis na Capital. A psicóloga Flaviane Camargo afirmou que no período da pandemia, as denúncias de violência domésticas não são facilmente registradas devido ao isolamento.

“O ideal é procurar alguém de confiança, conhecido, familiar ou vizinho que possa auxiliar em uma situação de alerta e possa ajudar a pedir socorro. Combine sinais de emergência e deixe o celular sempre próximo, tendo em mente recursos por redes sociais, ter telefones de emergência de forma facilitada”, destacou.

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Outros crimes cometidos contra a mulher, mas que são menos comuns também registraram aumento, como é o caso da importunação sexual, que teve 130 registros este ano contra 121 casos no ano passado, e da inviolabilidade domiciliar que aumentou de quatro casos no ano passado para 15 casos este ano, aumento de 275%.

 

 

Otavio Ventureli(com ascom)

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