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Anuário brasileiro de Segurança Pública aponta Cuiabá com o menor índice de mortes violentas do País

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Cuiabá é a segunda capital do Brasil com o menor índice de mortes violentas, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta terça-feira (28).

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública define como morte violenta aquelas que resultaram de homicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes cometidas pela polícia e bandidos.

Cuiabá tem uma taxa de 10,6 mortes a cada 100 mil habitantes, ficando atrás apenas de São Paulo, que tem um índice de 7,7.

Em nota, o Governo do Estado afirmou que a posição da capital mato-grossense no ranking é reflexo de R$ 274 milhões em investimentos realizados no setor da segurança pública em Cuiabá, nos últimos três anos.

Desse montante, R$ 92 milhões são em obras e ações concluídas ou em andamento. Entre esses R$ 92 milhões, R$ 88 milhões são referentes apenas a obras e ações concluídas.

O secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, afirmou que nunca houve tantos investimentos na história da Segurança Pública de Mato Grosso. O Estado investiu mais de R$ 621 milhões em recursos, ao longo da atual gestão.

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“Tudo é planejado e executado seguindo as determinações do governador Mauro Mendes, com um único objetivo: dar segurança a toda população mato-grossense”, afirmou o responsável pela pasta.

Outro investimento que se destaca é a construção dos raios 3 e 4 da Penitenciária Central do Estado (PCE), além do raio de segurança máxima que será entregue pelo governador Mauro Mendes, nesta quarta-feira (29).

As novas instalações dispõem de 54 celas, sendo 46 individuais e 8 duplas, totalizando 62 vagas, além de celas especiais para receber presos com curso superior.

 

Otavio Ventureli(da redação com DC)

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Lei de vereador garante atendimento prioritário a pessoas com deficiência ou doenças não visíveis

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Linha Fina: Com a iniciativa, o presidente da Comissão de Saúde, vereador Dr. Luiz Fernando, busca incentivar o uso do Cordão de Girassol por pessoas portadoras destes problemas

Sancionada a Lei nº 6.851/2022, que institui a Semana Municipal de Conscientização do Uso do Cordão de Girassol, a ser celebrada anualmente, na semana do dia 21 de setembro, em conformidade com o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência.

De autoria do vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos), a norma, sancionada pelo Executivo, busca incentivar o Uso do Cordão de Girassol por pessoas com deficiências ou doenças não visíveis para sinalizar a necessidade de atendimento prioritário.

Com a iniciativa, Luiz Fernando, que é presidente da Comissão de Saúde da Câmara do Legislativo, busca incentivar o uso do objeto por pessoas portadoras destes problemas. E também, estimular a capacitação de profissionais para prestar atendimento a este público, bem como, conscientizar a população de que àquele que faz o uso do Cordão de Girassol, carece de atenção especial.

“Por meio desta lei, vamos garantir maior conforto e diminuir as situações de estresse para aqueles que, por alguma condição pré-determinada, não suportam situações rotineiras como aglomerações, sons elevados ou mesmo longos períodos de espera”, explica o vereador ao enfatizar que o Cordão de Girassol também significa um sinal de empatia com o próximo.

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Em ascensão em todo o mundo, o Cordão de Girassol foi criado há aproximadamente seis anos, em Londres: é uma faixa estreita de tecido ou material equivalente, verde, com desenhos de girassóis – para sinalizar a preferência de atendimento e suporte diferenciado a este público.

Conforme a lei federal Nº 6.842, de 29 de abril de 2021, as doenças não visíveis – são as que não são imediatamente identificadas, a exemplo de autismo, Transtorno de Déficit de Atenção (TDA), transtornos ligados à demência, Doença de Crohn, colite ulcerosa e fobias extremas.

Márcia Martins / Assessoria de Imprensa de Gabinete

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