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Após a morte de adolescente no Alphaville mãe da atiradora disse pra ela: “Filha, ela morreu, você tem que ser forte, ela está morta”

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A adolescente que atirou em Isabele Guimarães Ramos, de 14 anos(foto) na noite de 12 de outubro, no Alphaville, em Cuiabá, soube da morte da amiga quando estava na casa de uma vizinha, mãe do namorado de sua irmã, para quem foi pedir ajuda.

Algum tempo após o tiro, sua mãe, Gaby Cestari, chegou e disse: “Filha, ela morreu, você tem que ser forte, ela está morta”.

Cleunice Aparecida da Cruz, 44, vizinha da família Cestari, relatou o momento em seu depoimento, realizado no último dia 22 de julho de 2020. Ela também contou que encontrou roupas das meninas (a que atirou e sua irmã) em sua casa um dia após o ocorrido.

O filho de Cleonice é namorado de uma das irmãs da adolescente que atirou. A mulher, que é empresária, contou em seu depoimento que no dia da morte de Isabele seu filho saiu de casa logo depois do almoço, e que ela só voltou a vê-lo às 17 horas, quando ele estava entrando na casa dos Cestari. Por volta das 18h, ela enviou uma mensagem perguntando se ele iria jantar em casa, e ele respondeu que não.

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A mãe ainda contou que pediu para o filho voltar para casa por volta das 20h, mas que não se lembra que horas eram quando ele abriu a porta de seu quarto abruptamente, desesperado, e dizendo: “mãe, aconteceu um acidente, aconteceu um acidente, foi a Bel, mãe… as meninas estão aqui embaixo”.

A empresária desceu e encontrou três meninas no andar de baixo, apavoradas. Uma delas, então, relatou o ocorrido, dizendo: “é que lá em casa tem arma”. Logo depois, a adolescente responsável pelo tiro, que estava chorando muito, completou: “Não sei [como aconteceu], a maleta caiu”. Foi depois disso que Gaby, mãe das meninas, chegou e anunciou a morte de Isabele.

Cleonice contou, ainda, no depoimento, que encontrou as roupas em sua casa na segunda-feira (13). Eram uma blusa branca, uma saia longa e uma blusa preta. Ao perguntar para o filho de quem eram as roupas, ele disse que a blusa branca era da adolescente que atirou, e a blusa preta era da irmã dela (namorada do garoto). A mulher, então, guardou as roupas até dia 21 de julho, quando a Polícia as recolheu.

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Questionada pelo delegado Francisco Kunze Junior sobre sua relação com a família Cestari, a empresária contou que os conhecia, mas que não eram íntimos: eles nunca haviam ido à sua casa, e nem ela à casa deles. Além disso, disse que sabia que a família era adepta do tiro esportivo, mas que imaginava que as armas ficassem nos clubes. Também comentou que “ouviu dizer” que já havia acontecido um acidente com pólvora na casa da família Cestari, mas que não tinha detalhes.

O depoimento aconteceu no dia 22 de julho, na Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, e acabou às 10h15 da manhã. No dia anterior, Cleonice havia entregue as roupas que encontrou em sua casa à Polícia.

 

Otavio Ventureli(com olhardireto.)

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Tora de madeira despenca de caminhão atinge empresário que é socorrido em estado grave com esmagamento na região do abdômem

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O Empresário madeireiro Gildo Zan está em estado grave em um hospital particular de Juína,  no Mato Grosso, após grave acidente de trabalho na empresa dele, na manhã desta sexta (18).

Uma tora de madeira caiu em cima dele no pátio da madeireira, localizada no setor Industrial da cidade

Segundo o Corpo de Bombeiros, o homem estava desamarrando os cabos de aço de um caminhão carregado de toras de madeira quando uma delas, que estava na parte de cima da carga, despencou.

Ao verem o acidente, os trabalhadores imediatamente acionaram o Corpo de Bombeiros, que com vários equipamentos chegaram para cortar a tora.

O Samu também foi acionado e deslocou duas ambulâncias, sendo uma delas a de suporte avançado, devido à gravidade do acidente. Segundo informações preliminares, a tora atingiu a região da cintura do empresário, comprometendo alguns órgãos. É provável que ele tenha sofrido outras fraturas pelo corpo. Na hora do atendimento, o homem estava consciente, mas um pouco debilitado.

O empresário foi encaminhado às pressas para a UPA em estado grave, mas foi transferido para um hospital particular da cidade, em estado grave.

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Otavio Ventureli(da redação)

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