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Atiradora do Alphaville que matou com um tiro na cabeça colega de 14 anos se entrega à Polícia na noite desta terça-feira(15) em Cuiabá

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A adolescente de 14 anos apontada como autora do disparo de arma de fogo que matou a amiga Isabele Ramos Guimarães, também de 14 anos de idade, se entregou na Delegacia do Adolescente (DEA) por volta das 19h30 desta terça-feira (15). Ela chegou junto ao pai, Marcelo Cestari.

 A adolescente deixou a delegacia às 21h42, em um gol prata, escoltada por uma viatura, e foi para o Instituto Médico Legal (IML) fazer exame de corpo de delito. Ela  dormiu  no Centro Socioeducativo Menina Moça, anexa à DEA e ao Pomeri, onde deve ficar por 45 dias.

A chegada na DEA foi com Marcelo Cestari. Logo após, chegaram também a mãe e a irmã, em um Corolla branco, poucas horas após a justiça decretar a internação. Os investigadores explicaram  que não houve apreensão pela Polícia. A adolescente se entregou após uma negociação de duas horas com a defesa.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) já havia informado pela manhã que o juízo da 2ª Vara da Infância e Juventude da Capital tinha recebido a representação contra a adolescente acusada de matar a amiga Isabele Guimarães Ramos no Condomínio Alphaville, em Cuiabá.

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No caso, a adolescente responsável pelo disparo que matou Isabele Guimarães Ramos no condomínio Alphaville responderá por ato infracional análogo ao crime de homicídio doloso.

A Polícia indiciou ainda o empresário Marcelo Cestari, pai da jovem atiradora, pelos crimes de posse de arma de fogo, homicídio culposo (sem intenção de matar), por entregar a arma para adolescente e por fraude processual. Marcelo Cestari será julgado em outro processo.

 

Otavio Ventureli(da redação com ascom)

 

 

 

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Prefeito de municipio de Mato Grosso é preso por agentes do Naco e Gaeco no interior de agência bancária suspeito de receber propina

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O Prefeito de Rondolândia, municipio de Mato Grosso,  Agnaldo Rodrigues de Carvalho foi preso na manhã desta quarta-feira (30) dentro de uma agência bancária, pelo Grupo Operacional do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco-Criminal), com auxílio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), por suspeita de receber parte dos salários dos médicos que prestavam serviço à Secretaria de Saúde da cidade.

Carvalho já era investigado pela Polícia Civil pelo crime de corrupção e, com base nas provas colhidas no inquérito, o desembargador Marcos Machado, atendendo ao pedido formulado pelo coordenador do Naco, procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, que pediu a prisão preventiva dele.

Além do prefeito, a ex-secretária de Saúde da cidade, Kátia Monteiro, também é alvo da investigação. Segundo apurado, ambos receberam propina do empresário Nélio de Matos Júnior em contrato celebrado entre a empresa F.M. da S. Santos com a prefeitura de Rondolândia, visando o fornecimento de serviços de plantão médico.

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O empresário estaria pagando aos médicos vinculados à empresa um valor menor do que o  previsto no contrato e a diferença ele repassava ao prefeito e à ex-secretária de Saúde. No mês de agosto, durante cumprimento de mandados de busca e apreensão policiais do Naco e do Gaeco conseguiram apreender com Nélio de Matos Júnior, uma agenda e  anotações constando a “contabilidade” da propina que era paga, bem como comprovantes de depósitos feitos em contas correntes de terceiros indicados pelo prefeito e pela ex-secretária.

Segundo o delegado Rodrigo Azem, que comanda o Grupo Operacional do Naco, depois de ser apreendido todo esse material o empresário resolveu confessar o esquema criminoso.  “Ele não teve como negar que pagava a propina desde o início do contrato que foi firmado entre a empresa dele e a prefeitura, embora, muita coisa ele deixou de revelar, porém estamos apurando tudo”, afirmou.

Na ocasião em que os mandados de busca e apreensão foram cumpridos, segundo ele, o prefeito Agnaldo Rodrigues de Carvalho fugiu da cidade ao perceber  a movimentação dos policiais em Rondolândia. Na sua casa foram apreendidos não apenas documentos, mas, também armas e munições irregulares.

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MOTIVOS DA PRISÃO

De acordo com a ordem judicial, a prisão preventiva ocorrida nesta quarta feira(30)  busca garantir a ordem pública, evitar a reiteração criminosa, assegurar a  aplicação da lei penal e, também,  por conveniência da instrução criminal.

Segundo o coordenador do Naco, procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, o inquérito policial deverá ser encerrado com a prisão e o interrogatório do prefeito e de outras pessoas envolvidas no esquema. Depois disso, no prazo máximo de quinze dias, será apresentada a denúncia  criminal contra os envolvidos perante o Tribunal de Justiça.

 

 

Otavio Ventureli(com ascomPJC)

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