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Atlético mineiro brilha faz 3 x 0 no São Paulo na noite desta quinta(03) recupera-se de duas derrotas seguidas e detona o tricolor

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O Mineirão presenciou o brilho dos volantes do Atlético-MG na partida contra o São Paulo, na noite desta quinta-feira(03), pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.

Com dois gols de Allan Franco e um de Jair, o Galo fez 3 a 0 e encostou no Tricolor na briga pelos primeiros lugares, recuperando-se das duas derrotas seguidas na competição e quebrando a sequência invicta de três jogos do adversário.

O primeiro tempo foi de  muitas oportunidades, para ambos os lados. Como esperado diante do volume de jogo dos times de Jorge Sampaoli e Fernando Diniz. O Tricolor começou assustando e chegando perto do gol, com duas bolas tocando na trave, em jogadas de Luciano e Paulinho Boia.

Aos 30, o São Paulo balançou as redes com Luciano. Mas, em um lance bastante polêmico, o gol foi anulado. Aí apareceu a estrela do equatoriano Allan Franco. Em duas infiltrações na grande área, o volante marcou dois gols e quebrou a boa atuação do time paulista, deixando o Galo em boa vantagem.

Para o segundo tempo, o São Paulo voltou com uma mudança e fez mais duas logo com oito minutos. Não surtiu efeito. O Galo continuou mais eficiente, aumentou o domínio na partida e chegou ao terceiro gol com outro volante: Jair, que já havia dado uma assistência para um dos gols de Allan Franco.

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Apesar da superioridade no placar, o jogo continuou com lances para os dois lados. Igor Gomes quase descontou em uma cavadinha. Keno acertou a trave de Tiago Volpi. No último quarto do segundo tempo, o Atlético foi mais consistente e exerceu domínio sobre o São Paulo, que já não tinha mais forças para reagir.

 

Otavio Ventureli(da redação com GE)

 

 

 

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Três estelionatários foram presos quando tentavam compensar um chque clonado de R$ 49 milhões de uma empresa de Goiás em agência bancária

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Dois homens e uma mulher foram presos quando tentavam  compensar um cheque clonado de R$ 49,3 milhões em uma agência bancária no Bairro de Fátima, em Fortaleza, nesta terça-feira (22).

O cheque tinha a assinatura falsa do gerente executivo de um banco de São Paulo. Os três foram presos em flagrante na agência bancária.

De acordo com o delegado Carlos Teófilo, da Delegacia de Defraudações e Falsificações, dois dos três suspeitos tentaram inicialmente aplicar um golpe na agência bancária no valor de R$ 1 milhão, usando um contrato falso. Eles são pai e filha.

Em seguida, um terceiro homem, da mesma família, se juntou aos dois solicitando a compensação do cheque de R$ 49 milhões. Eles disseram que o dinheiro havia sido adquirido em trabalhos feitos para várias empresas.

Os suspeitos foram autuados pelos crimes de falsidade ideológica, falsificação de documento, uso de documento falso e tentativa de estelionato.

Conforme o delegado que investiga o caso, os três procuraram a agência bancária solicitando a transferência de R$ 49,3 milhões, que seriam distribuídos em várias contas bancárias. O gerente do banco achou inicialmente que distribuição do dinheiro seria feita através de transferência. Os suspeitos, no entanto, apresentaram um cheque, o que gerou a suspeita de fraude por parte do gerente.

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“Ao receber esse cheque, o gerente já imaginou que se tratava de uma fraude e entrou em contato com a delegacia de defraudações”, conta o delegado.

O gerente também informou ao policial que o cheque estava em nome de uma empresa cuja proprietária é de Goiás. O delegado investiga se a mulher foi vítima dos suspeitos.

“Eles imaginaram que, com o banco aqui em Fortaleza vendo um cheque com a assinatura do gerente executivo do banco de São Paulo, conseguiriam sem nenhum problema obter essa quantia”, relata o delegado.

Os suspeitos teriam feito o contrato falso como forma de mostrar que havia clareza na negociação que eles tinham feito, segundo o delegado.

Fraude em empresa de Goiás

A polícia acredita que os suspeitos conseguiram dados da empresária goiana proprietária dos R$ 49 milhões, e os três estavam usando o nome da empresa de forma criminosa.

“O objetivo deles era de colocar, repassar, transferir esses valores para diversas contas. A história era que um milhão ia para conta da empresa da dupla, e o restante queriam que fosse transferido para diversas outras contas”, diz Teófilo.

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A polícia não conseguiu identificar outros suspeitos de envolvimento no crime pelo fato de o trio não ter repassado dados de outras contas bancárias para transferências.

“Esse cheque é falso. O papel não é verdadeiro, ele não foi emitido pelo banco. É um cheque materialmente falso”, afirma o delegado.

Otavio Ventureli(da redação com ascom)

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