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Baixaria total: Homem e mulher de programa se desentendem em suíte de motel trocam agressões fisicas são presos e levados a Delegacia

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Um mulher que atua como garota de programa acionou a gerência de um motel, na madrugada desta terça-feira (15), em Cuiabá, após afirmar que foi agredida por um cliente.

A Polícia Militar foi acionada e encontrou o homem com um corte na mão e com marcas de sangue, que também estavam espalhadas pela suíte. O suspeito alegou que foi furtado pela profissional. O caso foi parar na delegacia.

De acordo com as informações, por volta da 1h30, o gerente recebeu ligação de um dos quartos, onde a mulher afirmava que estava sendo estuprada. A funcionária flagrou ainda a mulher com sangue nos braços. A  PM foi acionada e entrou na suíte. Lá, visualizou o homem com um corte na mão e com sangue na roupa e em outras partes do quarto.

A suíte estava com vários objetos danificados, mas a mulher negou o crime de estupro. Segundo a vítima, o que houve foi uma agressão por parte do cliente, que também quebrou o seu celular.

Já o homem alegou que estavam conversando e que ela desabafou fatos da sua vida pessoal, e que, em seguida, teve um ‘surto’, ficou alterada e começou a agredir o homem, que pediu para ela se afastar e que encerraria o programa.

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Afirmou que ela foi contratada por R$ 400, mas que durante o período em que estiveram na suíte, a moça furtou dinheiro de sua carteira, mas não soube dizer o quanto.

Na versão dela, o homem deu uma quantia a mais para ela continuar no local. Diante dos fatos, os dois foram encaminhados para a Central de Flagrantes onde o caso foi registrado pela Polícia Civil.

 

 

Otavio Ventureli(com ascom)

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Três estelionatários foram presos quando tentavam compensar um chque clonado de R$ 49 milhões de uma empresa de Goiás em agência bancária

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Dois homens e uma mulher foram presos quando tentavam  compensar um cheque clonado de R$ 49,3 milhões em uma agência bancária no Bairro de Fátima, em Fortaleza, nesta terça-feira (22).

O cheque tinha a assinatura falsa do gerente executivo de um banco de São Paulo. Os três foram presos em flagrante na agência bancária.

De acordo com o delegado Carlos Teófilo, da Delegacia de Defraudações e Falsificações, dois dos três suspeitos tentaram inicialmente aplicar um golpe na agência bancária no valor de R$ 1 milhão, usando um contrato falso. Eles são pai e filha.

Em seguida, um terceiro homem, da mesma família, se juntou aos dois solicitando a compensação do cheque de R$ 49 milhões. Eles disseram que o dinheiro havia sido adquirido em trabalhos feitos para várias empresas.

Os suspeitos foram autuados pelos crimes de falsidade ideológica, falsificação de documento, uso de documento falso e tentativa de estelionato.

Conforme o delegado que investiga o caso, os três procuraram a agência bancária solicitando a transferência de R$ 49,3 milhões, que seriam distribuídos em várias contas bancárias. O gerente do banco achou inicialmente que distribuição do dinheiro seria feita através de transferência. Os suspeitos, no entanto, apresentaram um cheque, o que gerou a suspeita de fraude por parte do gerente.

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“Ao receber esse cheque, o gerente já imaginou que se tratava de uma fraude e entrou em contato com a delegacia de defraudações”, conta o delegado.

O gerente também informou ao policial que o cheque estava em nome de uma empresa cuja proprietária é de Goiás. O delegado investiga se a mulher foi vítima dos suspeitos.

“Eles imaginaram que, com o banco aqui em Fortaleza vendo um cheque com a assinatura do gerente executivo do banco de São Paulo, conseguiriam sem nenhum problema obter essa quantia”, relata o delegado.

Os suspeitos teriam feito o contrato falso como forma de mostrar que havia clareza na negociação que eles tinham feito, segundo o delegado.

Fraude em empresa de Goiás

A polícia acredita que os suspeitos conseguiram dados da empresária goiana proprietária dos R$ 49 milhões, e os três estavam usando o nome da empresa de forma criminosa.

“O objetivo deles era de colocar, repassar, transferir esses valores para diversas contas. A história era que um milhão ia para conta da empresa da dupla, e o restante queriam que fosse transferido para diversas outras contas”, diz Teófilo.

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A polícia não conseguiu identificar outros suspeitos de envolvimento no crime pelo fato de o trio não ter repassado dados de outras contas bancárias para transferências.

“Esse cheque é falso. O papel não é verdadeiro, ele não foi emitido pelo banco. É um cheque materialmente falso”, afirma o delegado.

Otavio Ventureli(da redação com ascom)

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