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Banda do Exército faz apresentação em frente ao Hospital São Benedito e emociona pacientes e servidores; Assista

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Luiz Alves

 

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A banda da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada adida ao Quadragésimo Quarto Batalhão de Infantaria Motorizada, se apresentou na manhã de terça-feira (6), no estacionamento do Hospital Municipal São Benedito, em Cuiabá, e emocionou pacientes que estão internados na unidade com a Covid-19 e os profissionais que atuam na linha de frente no combate contra o vírus.

O 1º tenente Mirando Pereira Costa, que é regente da banda, é o regente da banda e conta que tomou a iniciativa de realizar o evento é chamado de “Musicoterapia”, ainda ano passado, quando declarada a pandemia pelo coronavírus. Segundo ele, o objetivo é trazer mais confiança, esperança e alegria para os que trabalham e aos pacientes.

“A ideia é trazer nessas músicas gospel que executamos, é que aqueles que estão doentes e enfermos, assim como os profissionais da área da saúde e aquelas pessoas que passam pelo hospital, possam ouvir essas músicas, e com isso possam ter mais confiança e esperança, de que com certeza vão sair dessa situação crítica”, revela.

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Somente no ano passado, a banda da 13ª Brigada tocou na frente de 12 unidades hospitalares. Este ano, o tenente conta que sete já permitiram que toquem. Apesar da quantidade de musicistas, o evento tem a duração de 30 minutos e conta com o distanciamento social.

“A gente vai sempre com todo cuidado possível, tocamos no estacionamento, ficamos distante das pessoas enfermas, além disso, sempre usando máscaras, utilizando álcool em gel, medimos a temperaturas sempre antes de sair do quartel, para sair com segurança e realizar o trabalho em prol dessas pessoas”, conta.

Além dos que estavam presente no Hospital São Benedito, as canções chamaram a atenção de moradores da região e pessoas que passavam pelo local, que aproveitaram o momento para assistir e filmar a apresentação.

Foi muito boa a experiência, eu pude observar por parte de várias pessoas que atuavam na área de saúde, as que passavam pela rua, pararam e ficaram filmando, assim como nas sacadas dos prédios as pessoas pararam para ouvir a banda. E eu percebo com isso, que a música tem poder de convencer, alegrar os corações e as almas das pessoas. Nós que trabalhamos nessa área musical, nos sentimos muito prazerosos em poder ter essa oportunidade de estar levando com nosso trabalho a boa música para as pessoas que estão também, não só em hospitais, mas em prontos-socorros, policlínicas. Foi excelente”, ressaltou o militar.

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Como anunciado pelo prefeito Emanuel Pinheiro, o Hospital São Benedito tornou-se no mês passado, a segunda unidade de saúde referência no atendimento para pacientes com a covid na Capital. A unidade dispõe de 60 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e 40 de Enfermaria. Desde a última quinta-feira (1º) até esta segunda (5), 16 pessoas que estavam em tratamento no local tiveram alta.

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Polícia mobilizada na capital em busca de três haitianos acusados de estuprar uma senhora de 60 ano; indefesa vítima traumatizada

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Policiais da Delegacia da Mulher estão atrás de três haitianos acusados de estuprarem uma mulher de 60 anos, em Cuiabá. A vítima teve que ser medicada, pois estava com dificuldades até para urinar.

Ainda traumatizada pela “curra” (estupro praticado por mais de uma pessoa), a mulher contou aos poli iais que teve a casa invadida por um homem e, logo em seguida, entraram mais dois na casa.

Ela disse ainda que foi arrastada e obrigada a fazer sexo com os três, que se revezaram no ato criminoso por mais de 30 minutos. O crime, segundo a Polícia Militar, aconteceu na noite de terça-feira (20), na casa da vítima, no bairro Pascoal Ramos, região do Coxipó.

A vítima disse que tem dificuldades em reconhecer os estupradores, mas percebeu que eles são estrangeiros, pela forma que conversavam. “Eles falavam no idioma deles e eu não entend a nada. Passei por momentos de terror”, afirmou a mulher.

Após o crime, quando a mulher foi abandonada, ela conseguiu vestir uma roupa e chamou um vizinho, que acionou a Polícia Militar e a levou ao médico.

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O ato violento causou traumas físicos na vítima, que está com a perna machucada, além de ter dificuldades ao urinar.

“Também não consigo mais sair, tenho medo, tenho vergonha. Até me matar já pensei”, disse, segundo os policiais.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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