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Casal que utilizava confeitaria gourmet como fachada para tráfico de drogas vendia doces e chocolates recheados de maconha e skank de boa qualidade

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Um casal, que atuava com confeitaria e utilizava o comércio como fachada para a venda de drogas na cidade de Sorriso, em Mato Grosso, está preso desde a última segunda-feira (31). Além dos “pombinhos” traficantes, também foram presos três usuários que estavam na casa.

Na confeitaria gourmet, os policiais aprenderam drogas como maconha e skank,  conhecida como a super maconha.

O delegado André Eduardo Ribeiro explica que o local era um ponto de droga que vendia para apenas clientes fidelizados e, de acordo com os usuários detidos, a droga era de boa qualidade.

“A gente percebe que nessa situação o que valeu foi a criatividade, em fazer chocolates com maconha dentro, usar de fachada uma confeitaria para mascarar o tráfico de drogas”, pontuou o delegado.

A cada 10 gramas da droga, vendida por R$ 50,00, o cliente usuário recebia como brinde um doce e os pagamentos podiam ser feitos em cartões nas modalidades de débito e crédito. No local foram encontrados doces e geladinhos recheados com entorpecente.

A confeitaria fica na área central da cidade, em uma casa de alto padrão com câmeras, muros altos e cachorros .

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A Polícia Civil já vinha monitorando há alguns dias o local e após o deferimento do mandado pelo juízo da 1a Vara Criminal, na segunda-feira(30) foram cumpridas buscas na confeitaria.

 

Otavio Ventureli(da redação com ascom PC)

 

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Em função das graves acusações de agressão a mulheres, estupros, injúria e difamação advogado corre risco de perder registro na OAB MT

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Súmula publicada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no ano de 2019 pode complicar a permanência de Cleverson Contó no quadro de membros da Seccional Mato Grosso.

A norma estabelece como conduta de inidoneidade moral a violência contra mulheres. Ao agressor, fica caracterizado impedimento de inscrição nos quadros da OAB.

Contó está sendo acusado pela prática de ameaça, injúria, estupro, denunciação caluniosa e  difamação. Aproximadamente 15 supostas  vitimas já se manifestaram na Delegacia especializada.

Em decisão recente, do dia 16 de setembro, o juiz Jamilson Haddad Campos, da Vara Especializada de Violência Doméstica de Cuiabá, proibiu o que o advogado Cleverson Contó se aproxime (menos de 500 metros) da empresária Mariana Vidotto, uma das denunciantes.

Na decisão do juiz Jamilson Haddad, há ainda proibição de contato com Vidotto e familiares da vítima, por qualquer meio de comunicação. O acusado também está proibido de frequentar o trabalho da empresária.

Como forma de defesa, Contó representou criminalmente, por tentativa de extorsão e difamação, duass ex-companheiras que o acusam de violência doméstica. A representação  foi encaminhada à Delegacia Especializa de Violência Doméstica de Cuiabá. Documento é assinado pelo também advogado Eduardo Mahon.

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A presidente da Comissão Nacional da Mulher Advogada, Daniela Borges, afirmou que a prática de agressão contra mulheres, se confirmadas, pode resultar na perda da inscrição de Contó na instituição.

 

Otavio Ventureli(da redação com assessorias)

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