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Chumbo grosso: Tenente da PM estaria supostamente ameaçando de morte Delegado da GCCO da Polícia Civil MT Flávio Stringuetta

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O Delegado Flávio Stringuetta(foto), da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), está sendo acusado de ameaça e abuso de autoridade ao ‘bater de frente’ com o tenente da Polícia Militar MT Cleber de Souza Ferreira.

O caso aconteceu na última segunda-feira (26), dentro da 3º Base da PM, na Beira Rio, em Cuiabá, após o delegado descobrir que uma denúncia foi registrada no sistema de Segurança Pública relatando que o tenente estaria planejando matá-lo.

Cleber foi investigado em uma operação coordenada por Stringueta em 2019, que flagrou a entrada de um freezer recheado com celulares e outros equipamentos dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE) com o auxilio de servidores públicos.

Consta no boletim de ocorrência registrado pelo tenente que o delegado chegou por volta das 16h na base, acompanhado de 4 membros da Polícia Civil, todos armados e com coletes balísticos ostensivos. Foram convidados para a sala do comando da base.

Dentro da sala o delegado teria dito que‘sabia que este oficial PM estava planejando matar um delegado. E que este oficial PM deveria rezar para não acontecer nada, que caso acontecesse, esse oficial já sabia”. Por outro lado, o tenente teria perguntado ‘sabia o que?’.

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Então, os civis responderam que ele seria o principal suspeito. ‘Já que você tem várias broncas. Você sabe que isso irá aumentar as suas broncas, então reze para que o delegado não morra”, consta no registro.

Após a conversa, o delegado teria entregue ao tenente uma cópia da denúncia que foi feita no começo do mês. “Esse oficial PM informou que os fatos narrados não tinham qualquer procedência e prontamente me dispus a prestar quaisquer esclarecimento que fossem necessários, inclusive ofereci meu celular para que fosse periciado por eles”, disse.

Porém, o delegado do GCCO não aceitou recolher o celular no momento. O tenente solicitou que fosse instaurado um procedimento para apurar o que foi narrado.

Denúncia anônima

Registrada no dia 1º de outubro, a denúncia narrava que o tenente Ferreira tem comentado que vai matar o delegado Flávio Stringuetta. A denúncia traz ainda nome de outros envolvidos no caso da PCE e em outros inquéritos policiais, bem como os números de celulares utilizados pelo tenente.

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Otavio Ventureli(da redação com assessorias)

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Greve de agentes penitenciários de MT nesta quinta pode provocar caos no sistema prisional do Estado com risco de violência e rebeliões

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Nenhum governo deu valorização ao policial penal”, disparou Silva Rodrigues Filho, diretor do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado de Mato Grosso (Sindspen) em Várzea Grande MT, região metropolitana de Cuiabá.

Nesta quinta-feira (3), policiais penais se reuniram na Cadeia Pública em protesto para pedir aprovação da PEC 05 e valorização salarial.

“A gente quer a PEC 05. Ela já está em tramitação na Assembléia Legislativa. Foi aprovada em primeira votação e queremos que seja votada como na primeira [vez], sem alteração. O movimento é isso: para aprovação da PEC e para a valorização salarial. Aprovada a PEC, estruturando a carreira de policial penal, vai entrar a valorização penal. A gente sabe da Lei Federal que barra os aumentos até 31 de dezembro de 2021, mas a gente entende que a Assembléia e o Governo de Estado podem fazer essa votação no decorrer em 2021. Pode aprovar uma lei de carreira já com a nossa valorização salarial para ser implementada em 2022”.

Silva afirmou que a categoria vem lutando por melhorias no salário desde 2015. A luta até o momento não possui sucesso visto que, segundo ele, nenhum governo deu algum tipo de valorização aos policiais. “A gente vem brigando por melhorias de salários desde 2015. Nenhum governo – passou Pedro Taques e agora Mauro Mendes – nenhum deu algum tipo de valorização ao policial penal”.

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Representante da categoria e autor da PEC que cria a categoria da Polícia Penal, o deputado João Batista (Pros) disse que a manifestação é positiva, pois os policiais estão há anos lutando pela regulamentação. O parlamentar, inclusive, conseguiu uma agenda na Casa Civil para discutir o assunto e deve se reunir com Mauro Carvalho ainda nesta manhã.

“Uma reunião já foi marcada com a Casa Civil e isso deve ser colocado em pauta para não se tornar um entrave ainda maior. Vai comigo nessa reunião a Jacira da Costa, presidente do sindicato, e seremos recebidos pelo Mauro Carvalho. O governo não gosta de manifestação, mas a categoria é uma das que mais sofreu. Por isso eles precisam olhar para nós”, comentou João Batista durante o primeiro dia de manifestação.

A manifestação na Cadeia Pública do Capão Grande é o segundo ato de protestos feito pelos policiais penais nesta semana. Nesta quarta-feira, a categoria fechou as entradas do Centro Político Administrativo.

Com isto, o acesso dos servidores aos prédios públicos acabou sendo impedido, o que causou um trânsito bastante lento na avenida Historiador Rubens de Mendonça (CPA).
Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

 

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