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Baixo nível: Comentários racistas e homofóbicos de estudantes de medicina em rede social chocam mundo acadêmico de Mato Grosso

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Mensagens de um grupo de WhatsApp, chamado “Unimontes – medicina”, causaram revolta nas redes sociais.

Os vestibulandos, que prestaram o Enem e pretendiam se inscrever na Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), fizeram diversas declarações racistas e xenofóbicas contra a universidade e a população cacerense.

Trechos das mensagens começaram a circular na última segunda-feira (13). O grupo de WhatsApp era formado por vestibulandos com interesse em ingressar na Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), de Minas Gerais.

Porém, eles também discutiam sobre outras instituições de ensino como segunda opção para o curso de medicina.

Em dado momento da conversa, eles debocham da estrutura da Unemat, afirmando que “não tem nem reboco na parede”. Os estudantes então começam a fazer diversos comentários preconceituosos e até mesmo enviam fotos de estudantes de medicinas da universidade mato-grossense.

“Olhando por cima já achei uns 30 bolivianos”, escreveu um membro do grupo. Eles usam a proximidade de Cáceres MT com a Bolívia, para tecer diversas falas discriminatórias, comparando o município com tráfico de drogas.

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“Lá não tem cadáver pros estudantes porque os reitores da universidade vendem em troca de drogas pro tráfico”, disse outro. “Vão te raptar pra você trabalhar nas plantações de coca da Bolívia”.

Ainda em tom preconceituoso, os estudantes continuam afirmando que Cáceres é perigosa, discriminando a regionalidade do local. “O coração da aula de anatomia é um ex-aluno”, disse.

Outro lado
A Unemat se manifestou após ter ciência das mensagens discriminatórias contra a instituição e a cidade de Cáceres. Conforme a nota de repúdio, as pessoas têm liberdade de expressão, porém, existe um limite entre afirmação pessoal e ofensa.

“Apesar de entendermos que tal plataforma traz, em sua natureza, a expressão de afirmações de caráter pessoal e descontraído, o conteúdo quando lançado ao público evidencia uma percepção extremamente preconceituosa, discriminatória, além de profundo desconhecimento das especificidades regionais”.

A instituição foi informada sobre as falas pelo Centro Acadêmico Livre de Medicina (CALM). Ainda na nota, a Unemat elogia o município cacerense. “Temos como sede a cidade de Cáceres (a 219 km da Capital do Estado), uma cidade calorosa e acolhedora. A sua natureza é rica, dominada pelo bioma Pantanal, e sua cultura múltipla, marcada por diversas influências e pela fronteira com a Bolívia. A Unemat desenvolve projetos em diversas áreas com nosso país coirmão e agradece pela sua contribuição em ações de ensino, pesquisa e extensão”.

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Otavio Ventueli(da redação com assessoria e GD)

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Após ser atingido durante uma briga homem passa nove horas com facão cravado na cabeça; vítima segue internada e autor do crime, preso

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Um homem de 59 anos teve um facão cravado na cabeça após uma briga com um conhecido dentro da própria casa no municipio de Mafra, no Norte catarinense.

Ele foi atingido na noite de quarta (16) e buscou por ajuda na manhã seginte(quinta-feira), após ir a pé até a casa de uma familiar.

Segundo a polícia, ele ficou por pelo menos 9 horas com o facão na cabeça. Nesta sexta-feira (18), ele seguia internado após passar por cirurgia e, conforme o hospital, tem quadro de saúde estável.

O suspeito de atingir o conhecido na cabeça, de 58 anos, foi preso preventivamente por tentativa de homicídio na tarde desta sexta-feira (18). O homem, segundo o delegado, foi encaminhado para o Presidio Regional de Mafra

Antes de ser levada ao hospital, a vítima chegou a relatar para os agentes que havia sido agredida. Segundo o Hospital São Vicente de Paulo, o homem passou por cirurgia na quinta.

A unidade não informou quanto tempo levou o procedimento cirúrgico para retirada do facão e se o homem poderá apresentar sequelas. A Polícia Civil pretende ouvi-lo assim que ele receber alta médica.

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Segundo a Polícia Civil, a confusão aconteceu por volta das 21h de quarta-feira (16). De acordo com o delegado que investiga o caso, Lucas Magalhães, os homens estavam bebendo na casa da vítima quando aconteceu o desentendimento.

O homem ferido da cabeça foi encaminhado para o hospital somente no dia seguinte, quinta-feira (17), quando conseguiu pedir ajuda.

Segundo a Polícia Militar, não se sabe se a vítima desmaiou ou dormiu após ser ferida. De acordo com o delegado, foi só na manhã do dia seguinte, cerca de nove horas depois, que o homem foi andando com o facão ainda cravado na cabeça até a casa de uma sobrinha em busca de ajuda. A casa dela seria no outro lado da rua.

A familiar acionou o Corpo de Bombeiros. Os agentes chegaram no local por volta das 06h30 de quinta-feira (17) e encontraram o homem consciente e orientado. Ele estava sentado, apresentava os sinais vitais estáveis e foi levado para o hospital.

Otavio Ventureli(da redação com PC SC)

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