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Defesa de Cleverson Contó acusado de agredir mulheres afirma que vídeo gravado que registra um chute é apenas “um picote de provas”

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A defesa do advogado Cleverson Campos Contó(foto), acusado de agressão pela médica Laryssa Moraes, afirma que vídeo no elevador do prédio onde moravam, gravação que registra um chute, é apenas um “picote de prova”.

Segundo o também advogado Eduardo Mahon, que atua em nome do colega de profissão, a gravação apresenta “um recorte dele encostando o pé na canela dela”.

“Ao olhar os fatos eu vi picotes de provas. Não vi a cena de pequenos murros na cabeça do doutor Contó, que vai aparecer. Não vi a cena de camisa rasgada e unhadas e tapas no doutor Contó, que vai aparecer. Não vi a cena dela tentando sufocá-lo no elevador, mas vai aparecer. Eu vi um recorte dele encostando o pé na canela dela”, afirmou Mahon em entrevista coletiva nesta quarta-feira (9).

Mahon apresentou uma representação criminal junto à Delegacia Especializada de Violência Doméstica de Cuiabá em desfavor da médica Laryssa Moraes. Segundo o advogado, há provas que apontam tentativa de extorsão e denunciação caluniosa por parte da ex-companheira.

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“É possível contornar a cena do elevador? Não. Agora, me parece que a cena do elevador não é nariz quebrado. Me parece que a cena do elevador não é olho roxo. Me parece que a cena do elevador não é um estupro com pen drive. Me parece que a cena do elevador é muito menos do que isso. Onde estão as outras provas?”, finalizou Mahon.

Contó foi acusado de diversas agressões e estupro. Os episódios de agressão do advogado ganharam repercussão após entrevista de duas das vítimas no último dia quatro.  Na ocasião, uma delas disse ter desmaiado. Depois disso, diversas vítimas fizeram outros relatos, mas de forma anônima.

 

Otavio Ventureli(da redação com  olhardireto)_

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Caso de nepotismo entre Conselheiro substituto do TCE MT e Deputado estadual é denunciado pelo Observatório Social do Brasil

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O Observatório Social do Brasil denunciou um suposto caso de nepotismo cruzado entre o conselheiro substituto do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Moises Maciel e o deputado estadual Max Russi, primeiro-secretário da Assembleia Legislativa.

De acordo com a denúncia, eles teriam “trocado” contratações de pessoas próximas para que não configurasse vínculo no próprio gabinete.

Segundo a ONG, “a servidora Pamella Del Nery Ponce de Arruda possui uma relação íntima de amizade com o deputado Maxi Russi. A denúncia aponta que ela nomeada em 2 de maio de 2018 para exercer um cargo no gabinete de Moisés. Antes, a funcionária exercia função comissionada na primeira-secretaria do Legislativa.

Conforme documento protocolado na Ouvidoria Geral do TCE, no dia seguinte, 4 de maio, a esposa do conselheiro, Márcia Freitas Maciel, foi nomeada na função que Pamella deixou vaga na Assembleia Legislativa.

“Ambas as servidoras designadas/nomeadas o cuparam o mesmo cargo de Assessor da 1ª Secretaria, símbolo ASE II, lotada no Gabinete da 1ª Secretaria na AL/MT. É isso mesmo! Outro traço que comprova a reciprocidade é a data que ambas as servidoras foram nomeadas para os cargos. Pamella deixou o cargo na AL/MT, para ocupar o cargo no TCE/MT no Gabinete do Conselheiro Interino Moises Maciel, já Marcia entrou em exercício, um dia após, para ocupar o mesmo cargo de Pamella na AL/MT”, cita a denúncia.

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À época, quando questionada sobre a nomeação da esposa do conselheiro interino, “[…] Esclarece que a servidora Marcia Freitas Maciel presta serviço desde o dia 04/05/2018, e sua nomeação se deu por critério técnico, obedecendo com rigor as exigências legais. A indicação foi feita pelo deputado estadual Max Russi (PSB)”, disse a nota do Legislativo no período.

 Por fim, o Observatório pede que os fatos sejam apurados pela Corte de Contas e que seja instaurada sindicância ou processo administrativo disciplinar contra o conselheiro substituto envolvido. Também pedem que seja afastado, cautelarmente, da Corregedoria e também do julgamento de possíveis casos de nepotismo.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

 

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