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Defesa de Cleverson Contó acusado de agredir mulheres afirma que vídeo gravado que registra um chute é apenas “um picote de provas”

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A defesa do advogado Cleverson Campos Contó(foto), acusado de agressão pela médica Laryssa Moraes, afirma que vídeo no elevador do prédio onde moravam, gravação que registra um chute, é apenas um “picote de prova”.

Segundo o também advogado Eduardo Mahon, que atua em nome do colega de profissão, a gravação apresenta “um recorte dele encostando o pé na canela dela”.

“Ao olhar os fatos eu vi picotes de provas. Não vi a cena de pequenos murros na cabeça do doutor Contó, que vai aparecer. Não vi a cena de camisa rasgada e unhadas e tapas no doutor Contó, que vai aparecer. Não vi a cena dela tentando sufocá-lo no elevador, mas vai aparecer. Eu vi um recorte dele encostando o pé na canela dela”, afirmou Mahon em entrevista coletiva nesta quarta-feira (9).

Mahon apresentou uma representação criminal junto à Delegacia Especializada de Violência Doméstica de Cuiabá em desfavor da médica Laryssa Moraes. Segundo o advogado, há provas que apontam tentativa de extorsão e denunciação caluniosa por parte da ex-companheira.

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“É possível contornar a cena do elevador? Não. Agora, me parece que a cena do elevador não é nariz quebrado. Me parece que a cena do elevador não é olho roxo. Me parece que a cena do elevador não é um estupro com pen drive. Me parece que a cena do elevador é muito menos do que isso. Onde estão as outras provas?”, finalizou Mahon.

Contó foi acusado de diversas agressões e estupro. Os episódios de agressão do advogado ganharam repercussão após entrevista de duas das vítimas no último dia quatro.  Na ocasião, uma delas disse ter desmaiado. Depois disso, diversas vítimas fizeram outros relatos, mas de forma anônima.

 

Otavio Ventureli(da redação com  olhardireto)_

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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