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Denúncias de privilégios concedidos pela família Cestari à matadora de Isabele cria clima de rebelião entre detentas no Pomeri em Cuiabá

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Denúncia de privilégios conferidos à adolescente B.D.O.C., 15, em unidade socioeducativa da Capital em relação às acomodações, visitas de familiares e acesso à alimentação própria foram feitas à redação do Jornal A Gazeta.

Segundo familiares de outras internas, a autora do disparo que matou a estudante Isabele Guimarães Ramos, 14, desde sua entrada no espaço feminino Lar Menina Moça, recebe tratamento diferenciado pela direção da unidade.

Enquanto outras jovens têm um calendário restrito de visitas, medida imposta em decorrência da pandemia do coronavírus, o mesmo não ocorre com B., que recebe visitas frequentes dos pais, que providenciam alimentação levada especialmente para ela. A jovem inclusive permaneceu sozinha em um quarto e só recentemente, com o aumento do número de internas, estaria dividindo o espaço com outra adolescente.

A reclamação de familiares de outras internas pelos privilégios possibilitou que elas também pudessem receber produtos de higiene, o que antes só era permitido para B.

A adolescente teve mandado de internação de 3 anos pelo ato infracional análogo ao homicídio doloso cumprido no dia 19 de janeiro. Mas, em 15 de setembro do ano passado, quando teve a primeira internação decretada, suspensa 24 horas depois por meio e habeas corpus, o tratamento diferenciado já havia sido denunciado.

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Na data, a direção da unidade blindou a aproximação da imprensa, enquanto o acesso aos familiares era liberado. Cuidado que não se estendeu a outra interna que chegava ao local, inclusive algemada.

Por meio da assessoria da Secretaria de Estado e Segurança Pública (Sesp), a direção da unidade, ao ser questionada, alegou que as denúncias não procedem.

Sobre as denúncias, o promotor Rogério Bravin, que atua na Vara da Infância e Adolescência da Capital, afirma que podem ser formalizadas ou dirigidas ao Ministério Público, pois cabem à instituição e ao juízo da Vara (juiz corregedor das unidades) averiguar eventuais irregularidades no âmbito das unidades de internação.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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Após ser atingido durante uma briga homem passa nove horas com facão cravado na cabeça; vítima segue internada e autor do crime, preso

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Um homem de 59 anos teve um facão cravado na cabeça após uma briga com um conhecido dentro da própria casa no municipio de Mafra, no Norte catarinense.

Ele foi atingido na noite de quarta (16) e buscou por ajuda na manhã seginte(quinta-feira), após ir a pé até a casa de uma familiar.

Segundo a polícia, ele ficou por pelo menos 9 horas com o facão na cabeça. Nesta sexta-feira (18), ele seguia internado após passar por cirurgia e, conforme o hospital, tem quadro de saúde estável.

O suspeito de atingir o conhecido na cabeça, de 58 anos, foi preso preventivamente por tentativa de homicídio na tarde desta sexta-feira (18). O homem, segundo o delegado, foi encaminhado para o Presidio Regional de Mafra

Antes de ser levada ao hospital, a vítima chegou a relatar para os agentes que havia sido agredida. Segundo o Hospital São Vicente de Paulo, o homem passou por cirurgia na quinta.

A unidade não informou quanto tempo levou o procedimento cirúrgico para retirada do facão e se o homem poderá apresentar sequelas. A Polícia Civil pretende ouvi-lo assim que ele receber alta médica.

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Segundo a Polícia Civil, a confusão aconteceu por volta das 21h de quarta-feira (16). De acordo com o delegado que investiga o caso, Lucas Magalhães, os homens estavam bebendo na casa da vítima quando aconteceu o desentendimento.

O homem ferido da cabeça foi encaminhado para o hospital somente no dia seguinte, quinta-feira (17), quando conseguiu pedir ajuda.

Segundo a Polícia Militar, não se sabe se a vítima desmaiou ou dormiu após ser ferida. De acordo com o delegado, foi só na manhã do dia seguinte, cerca de nove horas depois, que o homem foi andando com o facão ainda cravado na cabeça até a casa de uma sobrinha em busca de ajuda. A casa dela seria no outro lado da rua.

A familiar acionou o Corpo de Bombeiros. Os agentes chegaram no local por volta das 06h30 de quinta-feira (17) e encontraram o homem consciente e orientado. Ele estava sentado, apresentava os sinais vitais estáveis e foi levado para o hospital.

Otavio Ventureli(da redação com PC SC)

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