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    Dep. Faissal questiona companhia aérea sobre suspensão de voos em MT

    Faissal na Assembleia Legislativa. Direitos Autorais: Uno Imagens
    Faissal na Assembleia Legislativa. Direitos Autorais: Uno Imagens

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    O deputado estadual Faissal Calil apresentou na sessão desta quarta-feira (28), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), um requerimento de informações referente a suspensão de voos entre Cuiabá e Alta Floresta, que eram operados pela Azul Linhas Aéreas. Na petição, o parlamentar pede esclarecimentos quanto aos motivos que levaram à suspensão da rota, considerando os impactos socioeconômicos que a medida pode acarretar para a população.

    A Azul comunicou, recentemente, que suspenderá os voos entre Alta Floresta e Cuiabá a partir do dia 1º de julho. Por conta da medida, Faissal apresentou o requerimento de informações para o diretor geral da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), ao diretor presidente da Centro-Oeste Airports (COA) e ao presidente do Conselho de Administração da empresa aérea.

    Entre os questionamentos feitos pelo deputado, estão os motivos para a suspensão da rota, além da possibilidade de implementação de uma redução na frequência dos voos, visando manter a conectividade entre as localidades. Faissal também pediu a disponibilização de dados estatísticos referentes ao número médio de passageiros que utilizam a rota, apontando que a descontinuidade do serviço pode representar um retrocesso para o desenvolvimento regional e para a integração logística do município.

    “Alta Floresta é um polo regional que exerce influência sobre diversos municípios vizinhos, como Apiacás, Carlinda, Nova Bandeirantes, Nova Monte Verde e Paranaíta. A conectividade aérea direta com a capital é essencial para facilitar o acesso da população a serviços de saúde especializados, instituições de ensino superior e oportunidades de negócios. A suspensão da rota direta pode acarretar em retrocessos significativos para a região. Além de dificultar o deslocamento de moradores e empresários, a medida pode impactar negativamente o turismo ecológico, uma vez que a região abriga o Parque Estadual do Cristalino, uma das áreas de maior biodiversidade da Amazônia mato-grossense”, afirmou Faissal.

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