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Eleição que apontará o novo Presidente do Tribunal Regional Eleitoral de MT será realizada nesta quinta-feira com 03 concorrentes

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Carlos Alberto Alves da Rocha, Nilza Maria Pôssas de Carvalho e Pedro Sakamoto disputam nesta quinta-feira (25) vagas de presidente e vice-presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT).

O Pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) escolherá os novos juízes-membros titulares, categoria desembargador, que integrarão a corte. Também serão eleitos dois juízes-membros substitutos, categoria desembargador.

O colegiado se reunirá às 13h30, em sessão por videoconferência. A votação será secreta e ocorrerá por sistema eletrônico de votação não presencial no qual cada eleitor receberá, por e-mail, o login e a senha, para a votação em cédula eletrônica.

Às vagas de presidente e vice-presidente concorrem os desembargadores, dispostos em ordem alfabética, Carlos Alberto Alves da Rocha, Nilza Maria Pôssas de Carvalho e Pedro Sakamoto. As vagas precisarão ser preenchidas em razão do fim do biênio dos desembargadores Gilberto Giraldelli e Sebastião Barbosa Farias em 26 de abril de 2021.

Já para as cadeiras de juízes-membros substitutos, não houve inscrições. As vagas surgiram em razão do término do biênio dos desembargadores Marilsen Andrade Addario e Rui Ramos Ribeiro.

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Otavio Ventureli(da redação com assessorias)

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Preocupação do Governador Mauro Mendes é cuidar da população neste período angustiante de pandemia; no momento oportuno, reeleição

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No decorrer da pandemia, o Governador do Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes, tem afirmado reiteradamente que neste momento a sua maior preocupação é cuidar das pessoas acometidas do Coronavírus.

Assuntos relacionados a eleição do próximo ano ficam para outro momento. “vamos aliviar primeiro o sofrimento das pessoas infectadas por este vírus”, afirma o Governador.

Mas já começam a surgir políticos com pretensão em disputar a vice-governadoria no próximo ano ao lado do Chefe do Executivo de MT, Mauro Mendfes. É o caso da ex-Prefeita de Sinop MT, Rosana Martinelli,  que não pretende sair da política

Apesar do recuo na disputa pela reeleição ano passado por questões familiares, ela não esconde que está com folego total para enfrentar as urnas de novo em 2022. Rosana já recebeu convites de várias siglas, como o MDB, e é cotada para concorrer a cargos como deputada federal, estadual e até vice-governadora. Mas a decisão depende ainda de articulações e avaliação do cenário.

“Tem essa possibilidade de concorrer a vice-governadora ao lado de Mauro Mendes  e é o que eu gostaria, mas temos que construir a candidatura”, revelou ela ao  nesta quinta (22). Ela ainda lembrou que desde Iraci França foi eleita vice-governadora em 2002, Mato Grosso não tem uma mulher no cargo.

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Com boa avaliação, Rosana era considerada a favorita na corrida pela Prefeitura, mas recuou no dia seguinte do lançamento da candidatura alegando que precisava se dedicar à família. Em janeiro deste ano ela perdeu o marido, Osmar Martinelli, que desde 2004 recebia tratamento em homecare devido às sequelas de uma meningite que o deixou com paralisia motora.

“Foram momentos muito difíceis e ainda é, mas sinto que preciso continuar e não vou deixar a vida profissional de lado”, afirma.

Além do convite do líder do MDB, ela conta que também avalia convites do PSL e do Republicanos, de Adilton Sachetti. Contudo, ainda depende de conversas com o senador Wellington Fagundes (PL) e não descarta continuar no PL para disputar na chapa de Mauro, que deve ir à reeleição.

Mas Wellington ainda não decidiu se vai mesmo concorrer ao Senado ou se vai disputar, novamente, a eleição para o governo do estado. Na última eleição, em 2018, ele concorreu com Mauro e ficou em segundo lugar.

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“Se ele (Wellington) for ao governo, podemos fazer essa análise sobre ir para o MDB ou outro partido. Mas se for ao Senado, podemos compor com o governador”, avalia.

Apesar de ter rompido com o deputado federal Juarez Costa (MDB) por discordar da candidatura dele à Prefeitura, Rosana não vê problemas em ser correligionária do ex-aliado. Ela entende que as diferenças foram pontuais e que o parlamentar pode ajudar a aumentar a representatividade da região Norte do estado.

“Não tenho nada pessoal contra ele. Naquele momento defendi que ele deveria continuar ajudando Sinop como federal e não voltar a ser prefeito. Ele não gostou da minha posição. Defendo que temos que ampliar a representatividade”.

 

 

Otavio Ventureli(da redação)

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